
“Não adianta deferirmos a renegociação das dívidas sem algumas contrapartidas, porque depois, se me permite a expressão, os Estados voltam novamente para o vinagre”, disse o presidente.


“Não adianta deferirmos a renegociação das dívidas sem algumas contrapartidas, porque depois, se me permite a expressão, os Estados voltam novamente para o vinagre”, disse o presidente.