
O estudo, divulgado hoje (13), foi feito pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), e pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). Foram realizadas entrevistas pessoais com abordagem face-a-face em 23.465 domicílios em todo o território nacional, entre novembro de 2015 e junho de 2016.
De acordo com o levantamento, pessoas das classes sociais mais abastadas usam mais a internet: 95% dos entrevistados da classe A haviam utilizado a rede menos de três meses antes da pesquisa. A proporção cai para 82% para a classe B; 57% para a C, e 28% para a D/E.
No entanto, as classes menos abastadas foram as que tiveram maior crescimento proporcional em relação à pesquisa anterior: a D/E aumentou sete pontos percentuais (de 21% para 28%); a C, três pontos percentuais; a B, dois pontos; e a A caiu um ponto.



