
A técnica utilizada foi desenvolvida pelo alemão Joseph Classen em 2000. Desde então, tem sido extensivamente estudada em indivíduos saudáveis e também para induzir mudanças plásticas no trato córtico (região que une o córtex cerebral aos neurônios da medula). No entanto, ela nunca havia sido usada em pacientes com lesões medulares. “As definições usadas nesse estudo diferem das experiências de estimulação tradicionais. No entanto, o equipamento utilizado nesse projeto está prontamente disponível em muitos hospitais em todo o mundo, e, portanto, pode ser usado em muitos lugares”, explica ao Correio Anastasia Shulga, neurologista do Laboratório BioMag no Hospital Universitário de Helsinki e uma das autoras do estudo.



