Um dos locais mais afetados pela estiagem na Paraíba fica na comunidade do Lamarão, na zona rural do município de Sousa, no sertão do estado. O céu não dá sinais de chuva, os açudes estão praticamente vazios e a vegetação está seca.
Sob um sol escaldante, José Paulo Neto prepara a carroça para buscar água a dois quilômetros da propriedade dele.
O trabalho faz parte da rotina diária de José e dos filhos. De um pequeno açude, eles tiram a água que ainda resta para que o rebanho não morra de sede.
Uma área de cinco hectares na propriedade de Maria Lúcia é destinada a agricultura, mas este ano, ela perdeu toda a produção. “Estou recebendo o Seguro Safra, mas que não ajuda muito, o valor é baixo”, lamenta.




Robson, diante dessas dificuldades, nos resta a perguntar aos responsáveis dos governos federal e estadual: quais as ações em favor os micros, pequenos e médios produtores rurais que o governo Estadual e Federal estão desenvolvendo para amenizar estes efeitos da estiagem, sociais e econômicos da economia do nordeste? Até agora, NADA! Não tem renegociação ou perdão de dívidas da atividade rural, falta milho na CIBRAZEM, tudo, ZERO!
Que Deus nos Acuda! Que o Pai amenize os efeitos do flagelo da sêca, é o que nos resta apelar.