O relatório do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), afirma que até o fim do ano os brasileiros terão pago cerca de R$ 2 trilhões de tributos, sendo uma das maiores arrecadações anuais.
Hoje, o Brasil é um dos países que tem a carga tributária mais elevada entre as nações em desenvolvimento da América do Sul e dos Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), só que mesmo assim, é um dos que menos investe em itens básicos para população como saúde e educação.
De acordo com um levantamento realizado sobre países que investem em educação, dos 58 analisados, o Brasil ficou em 53º lugar, uma colocação desagradável, já que em apenas 10 anos, o país arrecadou o montante de R$ 14 trilhões com impostos.




O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo, mas o seu retorno à população é mínimo.
Revoltante é saber que a maior parte desses impostos incide sobre o consumo, haja vista que o tributo de maior arrecadação no país é o ICMS (estadual), seguido do Imposto de Renda (federal), impostos esses que afetam mais a população de baixa renda, a qual emprega quase toda sua renda no mercado de consumo.
Enquanto o Estado arrecada, todo ano, vultosas quantias em tributos, seguimos nós passivos e resignados a trabalhar 149 dias por ano para pagar ao Estado esses impostos. Até quando?