
Após comentar que as acusações se baseiam em planilhas de um delator da operação Lava Jato da Polícia Federal nas quais seu nome sequer apareceria, Collor questionou porquê a empreiteira precisaria de ajuda política para fraudar licitação e ainda pagaria R$ 20 milhões por isso.
“Por ser registro vazio, desprovido de elementos jornalistas, a tentativa de Veja de me achacar fere o Código de Ética da Associação Nacional de Jornais, em vários de seus dispositivos, entre os quais o de número 3, em relação ao qual os meios impressos se comprometem a apurar e publicar a verdade dos fatos de interesse público, não permitindo que sobre eles prevaleça quaisquer interesses. O rabiscador encarregado de promover o achaque contra mim também feriu dispositivos do Código de Ética dos Jornalistas”, disse o senador.

