
“As informações bancárias vão demonstrar que Lauro Maia (na foto) tem, exatamente, o que foi declarado à Receita Federal, não havendo nenhum dado que indique recebimento de recursos ilegais”, disse o advogado ao preparar a defesa do filho da ex-governadora Wilma de Faria (PSB).
Segundo Rigueira, não há provas consistentes da participação de Lauro nas licitações fraudulentas, as quais teriam desviado R$ 36 milhões da secretaria estadual de Saúde.
Ainda conforme o advogado, “nas interceptações telefônicas há [apenas] conversas entre empresas e funcionários”.
Outra versão
Mas o delegado que presidiu o inquérito respondeu: “Só constatamos fatos”.
O envolvido,Caio Marques, foi ouvido desde o início da manhã de ontem, respondendo perguntas do Ministério Público, dos advogados dos 15 réus, além do juiz Mário Jambo. No entanto, o arquivo com o áudio de todo o depoimento realizado pela manhã foi apagado por problemas no sistema.
Caio Marques enfocou durante o depoimento que Lauro Maia era quem dava as ordens no esquema fraudulento, enquanto o ex-secretário adjunto de Esportes João Henrique Lins Bahia era o responsável pelo recebimento do dinheiro.




Pode ser que LM não tenha muitos bens em seu nome, mas convém investigar as irmãs, as sobrinhas, o motorista, a empregada, os “amiguinhos”, os cunhados… (a lista é grande)