Embora se recuse a fazer nomeações indicadas pelos partidos em Brasilia, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) deverá fazer o jogo político com os cargos nos Estados, para garantir a maioria da Câmara e do Senado. Caso não faça, com certeza os aliados serão pelo menos chamados para sugerir nomes. Dificilmente, o PSL terá quadros para todas as áreas.
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