Um dia você abre os jornais e lê a notícia de que o PMDB, o PR e o PV estão negociando uma coligação só na proporcional. No outro dia, a notícia é que está tudo certo entre o PMDB e PR, mas o PV reage, desconfiando que uma composição dessa não garante o nome de Paulo Vagner entre os deputados federais que serão eleitos a 3 de outubro. No outro dia, o PV aceita a coligação desde que esta venha alcançar também a eleição para o Senado, de modo que o partido indique um dos suplentes de Garibaldi.
Enfim, cada diz é uma história diferente, ora priorizando os interesses do PMDB (eleger Henrique e Garibaldi); ora os do PR (eleger João Maia); ora os do PV (eleger Miguel Weber), mas com uma única conseqüência: dificulta, ainda mais, o projeto de reeleição do governador Iberê Ferreira de Souza. Não apenas porque o isola, mas também porque joga sobre os seus ombros a responsabilidade pelo “canto de carroceria” a que ficam relegados seus demais aliados – o PT, da deputada Fátima e do deputado Mineiro; o PTB, do deputado Ezequiel Ferreira; e o PPS, do deputado Wober Júnior.
Isto sem falar no PSB, cabeça da chapa majoritária com as candidaturas do próprio governador e da ex-governadora Wilma, mas sem força para garantir uma composição capaz de resguardar os espaços dos seus candidatos à eleição proporcional, onde se destacam o filho e a filha da ex-governadora e, ainda, as deputadas Sandra e Larissa Rosado (mãe e filha).
Por incrível que pareça, nada disso que está acontecendo é novidade. Esse lenga-lenga; esse vai-e-vem, tudo é a rotina das fases pré-campanha, eleição após eleição. O único lenga-lenga que está se vendo neste ano pela primeira vez, é esse aparente embirramento entre Henrique e Garibaldi, cada um querendo levar o PMDB a apoiar um candidato diferente a governador. Henrique puxando pra Iberê; Garibaldi puxando pra Rosalba, mas Henrique dizendo que sua prioridade é eleger Garibaldi; e Garibaldi dizendo que sua prioridade é eleger Henrique.
Sabe quando é que a gente vai saber como é que isso tudo vai ficar? Somente quando os partidos realizarem as suas respectivas convenções. Até lá, tudo não passa de blá, blá. blá.
Por Paulo Tarcísio Cavalvanti




Sabe porque tudo isso? Devido aos candidatos e as candidaturas ao governo serem fracas. Quando os candidatos são fortes todo mundo se acerta logo. E esse ano há outro agravante existe dúvidas se o candidato da situação será o que se apresenta atualmente. O nó está dado, com corda molhada.
So estão pensando em henrique, joão e miguel, o resto foda-se , a politica interessante né?onde ficam os outros? resposta na conversa de bastidores com micarla, os tres falaram ,outros procurem seus ninhos , vamos cuidar de nossas eleições e fazermos corpo mole pra elegermos garibaldi, com isso enfrequecem as canidaturas de wilma e cia, elegendo rosalba governo, vai ser isso mesmo viukkkkkkkkkk