
Manoel Botinha foi morto a tiros por volta das 8h dentro de sua oficina mecânica. O vereador havia chegado meia hora antes, segundo o filho, que ainda lembra a morte do tio, também assassinado a tiros há seis meses. “Ha seis meses mataram meu tio. Ninguém descobriu nada. Fomos todos pegos desprevinidos. Eu estava em casa com minha mãe”, diz.
De acordo com o genro da vítima, Rafael Rodrigo, o velório deve acontecer ainda nesta quarta na casa do vereador. Nesta quinta-feira (23) o corpo será levado para a Câmara Municipal da cidade e em seguida será enterrado durante a tarde no Cemitério São Vicente de Paula, em Assu. Manoel Botinha deixou mulher, quatro filhos e uma neta.


