
Após o segundo turno das eleições, dez pessoas podem ganhar mandato de quatro anos no Senado mesmo sem terem recebido sequer um voto nas urnas em outubro. São os suplentes dos senadores que disputam governos estaduais e a Presidência. Caso sejam eleitos, os senadores terão que renunciar às vagas para assumirem as novas funções em janeiro de 2015.
Um já garantiu a cadeira com as eleições, no domingo (5), de Pedro Taques (PDT) para o governo do Mato Grosso. Mas os dois suplentes – o caicoense José Antônio Medeiros (PPS) e Paulo Fiúza Filho (PV) – travam uma batalha jurídica pela vaga. A confusão começou em 2010, quando Taques se elegeu para o Senado e seu suplente renunciou à vaga. Medeiros foi registrado em seu lugar, mas Fiúza contesta – embora já tenha sofrido sucessivas derrotas na Justiça.

