
Ela explicou ter iniciado este projeto de pesquisa por acaso, enquanto estudava a presença de moscas da espécie tropical “Lucilia eximinia” em cadáveres, um método usado há anos na antropologia forense para determinar o tempo de morte de um corpo. Enquanto desenvolvia suas pesquisas, Giraldo pensou que estas moscas, que se alimentam de organismos mortos, deviam ter um sistema imunológico muito forte para suportar a presença de agentes patogênicos nos cadáveres, razão pela qual começou a pesquisar as propriedades antibacterianas das larvas.

