
A medida foi prontamente criticada por entidades da classe médica, que consideram que ela pode “favorecer a exploração“. “Trata-se de uma manobra, que favorece a exploração de mão de obra. Não se pode esquecer que os estudantes já realizam estágios nas últimas etapas de sua graduação e depois passam de três a cinco anos em cursos de residência médica, geralmente em unidades vinculadas ao SUS”, declararam a Associação Médica Brasileira (AMB), a Associação Nacional de Médicos Residentes (ANMR), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Federação Nacional dos Médicos (Fenam), em carta conjunta.
A alteração no currículo do curso de medicina foi divulgada durante a cerimônia de lançamento do programa “Mais Médicos”, que visa a ampliar as vagas de medicina no país e atrair profissionais para áreas que carecem de atendimento. O evento, realizado no Palácio do Planalto, teve a presença da presidente Dilma Rousseff.


O povo do PT tão tudo doido.
Essa decisão tem o objetivo de explorar os médicos, o problemo do SUS não é a falta de médicos no interior, mas sim a falta de estrutura. Como os médicos poderiam trabalhar num hospital que não tem estrutura suficiente para atender bem os pacientes?
Por isso os médicos não quem trabalhar no interior…
Não deveria aumentar de 6 para 8 anos, já demora muito para um médico poder se formar, isso sem contar na pésima educação de base da rede pública de ensino, como alguém que estudou na rede pública vai poder ser aprovado para estudar medicina numa universidade pública? (considerando que a concorrência é máxima e as vagas são minimas)
A maioria do que são aprovados para medicina nas universidades públicas são de origem de rede privada, os que são aprovados de origem de rede pública são praticamentes gênios!
É melhor analizarmos a fundo a origem da falta de médicos, do que esse modo superficial oferecido pela classe alta, como esses políticos, que decidiram por mais de 190 milhões de habitantes.