Seridó

Criação da Universidade Federal completa processo civilizatório do Seridó

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universidade currais

Durante audiência em Currais Novos, o presidente da recém-criada subseção da OAB daquela cidade, José Maria Rodrigues, destacou a importância da união de todos os municípios do Seridó para a realização do sonho de criar a nova universidade na região. “Deixar individualidades de lado” foi o pedido do advogado currais-novense ao falar sobre a necessidade da causa se fortalecer coletivamente.

O presidente da OAB lembrou o ex-governador Cortez Pereira que dizia que sua maior preocupação era a “desertificação” do ser humano seridoense. “Temos várias gerações dispersas pelo país que foram educadas no Seridó. Se somos esse celeiro de intelectuais, temos mais é que fortalecê-lo. A criação da Universidade Federal do Seridó irá fortalecer o processo civilizatório da região”, defendeu José Maria.

O procurador Nivaldo Brum, um dos debatedores da audiência pública, expôs o cronograma da campanha “O Seridó é Federal” e considerou a causa como a mais estratégica para a região. “Criar a universidade é valorizar a cultural e o conhecimento. É questão de identidade. Se temos uma base familiar comum, é preciso que o Seridó se una. Temos que unir as ‘bandas’”, enfatizou Nivaldo.

A audiência pública foi realizada nesta quinta-feira (20), na sede da Associação dos Municípios do Seridó Oriental e foi presidida pelo prefeito Vilton Cunha. Além de prefeitos e vereadores da região, o evento contou com a presença da vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria.

1 comentário em "Criação da Universidade Federal completa processo civilizatório do Seridó"

    Rômulo Targino
    21/06/2013 às 21:28

    Prezados seridoenses,

    Que maravilha, o Seridó progride com novos rumos para Educação Superior. Ao que muito assistimos pela imprensa, logo em breve teremos uma nova Universidade. Maravilhosa ideia, a concretização dela significa um passo positivo. Obvio, que seguem alguns questionamentos de oposição. Mas, hoje, ao ler o titulo desta postagem, eu confesso ter me sentido mal. Quando li: “…completa o processo de civilização do Seridó”. Não vou me alongar, mas, apesar de ser um leigo, quiças ignorante por possuir pouca cultura acadêmica. Acho muito estranho em pleno século XXI, em uma cidade cuja história marca a ocupação pelos civilizados povos europeus do século XVI, que ainda possamos sermos tratados por “em processo de civilização”. Eu até acredito, que no Estado do Amazonas, ainda, possam existir “indígenas” que não tenham contato com a tecnologia, ou as formas e hábitos, do que chamamos de civilização. Detalhe! Foi ao lado do MESTRE TÉRCIO! Que importante frase, de um homem nobre, foi dita.

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