Notas

Garibaldi Alves diz que apóia o nome de Zé Agripino para o Governo do Estado. Mas, não descarta todos os outros nomes

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gari-e-jajaO senador Garibaldi Filho concedeu ontem à tarde entrevista à rádio Vida FM, localizada em Martins, no alto oeste potiguar. Durante a conversa de aproximadamente uma hora com o radialista José Nilson, o senador falou sobre reforma política, eleições 2010 e trabalho legislativo. Entre outros temas, o senador expôs a situação interna do PMDB no Rio Grande do Norte. Abaixo, um resumo das respostas dadas pelo senador às questões abordadas durante o programa Rádio Cidadão.

PRIORIDADES NO SENADO

“Eu resolvi pleitear a comissão de assuntos econômicos e tenho me dedicado a este trabalho. A comissão tem um papel muito importante porque todos os projetos de natureza econômica passam por esta comissão. Todas as terças feiras a comissão se reúne. Mas às quartas e quintas-feiras sempre temos audiência pública, o que significa convidar autoridades, pessoas que possam contribuir. Quarta-feira passada, por exemplo, foi o presidente do BNDES, Luciano Coutinho”

CRISE ECONÔMICA MUNDIAL

“Não há quem possa dizer que essa crise vai terminar tal dia e tal mês. Não há profeta para esta crise. Agora o que se sabe dela é que no Brasil ela continua a não produzir efeitos perniciosos que tenham levado, por exemplo, a uma elevação muito grande do nível de desemprego. Pelo contrário, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, assegurou, com dados confiáveis, que no mês de maio o nosso índice não subiu”

REFORMA POLÍTICA

“Eu considero importante, mas a essa altura eu também sou realista e sei que está praticamente comprometida. Ela não vai ser realizada. Eu acho que a reforma política não anda porque os políticos não querem mudar”

CAMPUS DA UFERSA

“Nós estamos muito felizes. A sede vai ser em Caraúbas. A Ufersa é a antiga escola Esam de Mossoró, mas que foi remodelada. Hoje tem uma série de cursos que a Esam não oferecia. E é acima de tudo a possibilidade do estudante não ter que ir para o grande centro.   

CALAMIDADE

“Essas medidas (de socorro às cidades atingidas pelas cheias) sempre são insuficientes. Nós brasileiros sempre temos esse cacoete de fechar a porta depois que fomos roubados. Depois que há o problema da calamidade é que vamos atender. Agora há um projeto interessante no sentido de criar um Fundo de Emergência, no valor de R$ 1 milhão para atender calamidades”

GOVERNO 2010

“Eu não quero ser candidato a governador. Já dei a minha cota de participação. Eu acho que as pessoas devem achar que já passou a minha vez. E Henrique Eduardo está vivendo um momento nacional muito importante. Tudo indica que não teremos candidato a governador. Não tendo, teremos de apoiar alguém. E a divergência está em quem vamos apoiar. Temos de superá-la. Toda divergência pode ser superada. Eu tenho uma opinião: acho que deveríamos apoiar Rosalba — apesar de não descartar nenhum dos nomes como Iberê Ferreira de Souza, Robinson Faria, João Maia e Carlos Eduardo. Mas acho que há uma maior afinidade das bases do PMDB com Rosalba. Já Henrique acha que não, que devíamos ponderar. Que devíamos ficar com o PSB em torno de um desses candidatos. Este é que o ponto crucial. É isso que devemos superar. Sabemos muito bem que a união faz a força. Não podemos nos dividir. Temos consciência disso. Então vamos esgotar todos os esforços para nos manter unidos”

APOIO A JOSÉ AGRIPINO

“Eu apóio Agripino (caso ele se candidate a governador). Porque aí só eu e Wilma de Faria disputaríamos vagas ao Senado. Ficaria mais fácil. Se Agripino quisesse disputar o governo, eu poderia apoiá-lo. É um homem que tem muitas credenciais e muita experiência. Agora o que sei é que ele não quer ser candidato a governador. Pelo menos é o que ouço de dele.

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