Virou um verdadeiro besteirol político a discussão em torno da formação da chapa majoritária do sistema governista para 2026 no Rio Grande do Norte. Nos bastidores, setores ligados ao PT já tratam como praticamente fechada a composição com Cadu Xavier para governador, Samanda Alves para o Senado e Rafael Motta ocupando a segunda vaga senatorial.
O detalhe que começou a provocar ironias nos meios políticos é justamente a movimentação para encaixar Jean-Paul Prates na primeira suplência de Rafael Motta. Para muitos observadores da política potiguar, a discussão virou algo distante da realidade popular e sem qualquer empolgação eleitoral.
Nos bastidores, a pergunta que começa a circular de forma debochada é direta: “Quem danado é Jean-Paul Prates?” Apesar de ter sido senador da República e ex-presidente da Petrobras, Jean-Paul nunca conseguiu construir uma liderança popular de massa no Rio Grande do Norte nem se transformar em um nome com forte apelo eleitoral junto ao eleitor comum.




