O episódio ocorrido neste sábado (18) no tradicional Bar do Cuscuz, em João Pessoa (PB), gerou forte repercussão negativa em toda a Paraíba e no Nordeste. Um cliente denunciou ter sido tratado com falta de respeito e descaso ao questionar a forma como as bebidas alcoólicas estavam sendo servidas no local.
De acordo com o relato, o consumidor solicitou que uma garrafa de uísque 12 anos, devidamente lacrada, fosse aberta e servida à mesa, como forma de garantir a autenticidade do produto — prática comum e legítima, especialmente diante do aumento de casos de falsificação de bebidas e contaminação por metanol no país.
O gerente do estabelecimento, no entanto, negou o pedido, alegando possuir um suposto “documento do PROCON” que comprovaria a legalidade das bebidas. Além de se recusar a abrir a garrafa na presença do cliente, o gerente também afirmou que as doses não seriam servidas na mesa, restringindo o consumo apenas ao balcão do bar. A atitude foi acompanhada, segundo o cliente, por um comportamento grosseiro e desrespeitoso.
O caso rapidamente repercutiu nas redes sociais e levantou questionamentos sobre a postura do restaurante e o tratamento dado aos consumidores.

Em um momento em que o Brasil vive um alerta sanitário e busca fortalecer o consumo responsável, atitudes como essa colocam em xeque a transparência e o respeito ao consumidor — princípios assegurados pelo Código de Defesa do Consumidor, que garante informação clara, segurança e cortesia no atendimento.
O episódio serve de alerta a bares, restaurantes e casas de entretenimento de todo o país: transparência não é favor — é dever.


Esse empresário imbecil, so visa lucro, quem mulesta vai confiar na palavra de um dono de bar, o consumidor tem todo direito pedir uma bebida lacrada, e esse proprietário infeliz, diz que so pode servir no bar, essa espelunca já devia ser fechada… estou ao seu lado consumidor, nunca mais vá nessa bodega xibata, e faça a propaganda contra essa bodega…