
A reivindicação da categoria é que o piso seja fixado em dois salários mínimos, cerca de R$ 1.000. No entanto, o governo propôs 1,4 salário mínimo e alega que o 0,6% a mais que o grupo pede geraria um impacto de R$ 1,7 bilhão por ano no orçamento.
A Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (CONACS) oferece como solução para o problema um escalonamento no reajuste.
Os agentes passariam a receber 1,4 salário mínimo a partir da aprovação do projeto com o reajuste de 0,2% de salário mínimo anual durante os três anos seguintes, para chegar à diferença pedida pela categoria.





É isso é muito engraçado mesmo. Quando é pra dá aumento para os pobres causa déficite nos cofres públicos, mas quando é para eles próprios só uma canetada em plena madrugada resolve. “Isso é Brasil”. Por isso que tenho vergonha de ser brasileiro. Isso é o fim do mundo.