Os 594 parlamentares (513 deputados e 81 senadores) apresentaram um total de 6.690 emendas, entre individuais e de bancada, envolvendo gastos de R$ 112,4 bilhões do Orçamento da União. Segundo relatório conjunto do Congresso, 6.689 emendas são “de remanejamento ou de apropriação”, com execução obrigatória e nada secreto. Quase metade do valor é para os ministérios da Saúde, Cidadania e Desenvolvimento.
A Saúde ganhou 2.569 emendas, R$23,3 bilhões. Cidadania, R$14,7 bilhões de 660 emendas e Desenvolvimento Regional, R$ 12,3 bilhões.
PS: Quem comanda o Ministério do Desenvolvimento Regional é o Potiguar, Rogério Marinho.



