
Hoje as vagas são distribuídas conforme o número de votos recebidos pela legenda ou coligação. Levando em conta esse resultado, o partido tem direito a um número de eleitos, mesmo que alguns tenham menos votos que outros candidatos.
A mudança tornará inútil a figura do candidato puxador de votos, geralmente representado por algum político importante ou por celebridades. Tanto que a proposta do voto majoritário simples foi, ironicamente, apelidada de “Lei Tiririca” – ela impedirá justamente a repetição do fenômeno provocado pela eleição do palhaço, deputado pelo PR de São Paulo.
Tiririca teve 1,35 milhão de votos e ajudou a eleger candidatos bem menos votados, como Vanderlei Siraque (PT-SP), que somou 93 mil votos, menos que outros dez candidatos não eleitos.
Se aprovada, a “Lei Tiririca” vai gerar um imediato efeito colateral: tornará inúteis as coligações partidárias nas eleições proporcionais. Hoje, os partidos se aliam para formar chapas para somar forças e produzir um alto coeficiente. Na nova regra, uma aliança partidária não produz qualquer efeito.




Mais do que justa essa lei, pois excluindo o PT que é uma seita, nenhum eleitor vota mais em partidos, vota na pessoa. É muita injustiça com o povo que dá 500.000 votos a um candidato e outro recebe 1.000 e toma posse como se fosse o dono do mundo.
Com certeza tem o apoio da população, eu só acho dificil passar no Congresso, pois as raposas estão com medo de não mais se elegerem.
Bom dia, Xerife, um boa idéia. Se partido político fosse tudo que eles(políticos) querem, o PMDB era presidente. Devemos votar na pessoa, a exemplo da ROSA no RN.