Wilma e Iberê devem acender velas para o Santo Palocci. Eles podem depender dele

Na tentativa de esvaziar a ameaça de uma CPI para investigar as atividades do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, o governo já acena com cargos para acalmar a base aliada. A ideia é que a partir da próxima semana o quebra-cabeça do segundo escalão comece a tomar forma final.

A oposição não tem votos suficientes para abrir uma CPI mista, reunindo deputados e senadores, mas já está atrás dos insatisfeitos da base aliada. É “suprapartidário” o grupo dos descontentes com a demora da presidente Dilma Rousseff em definir presidências e diretorias de estatais, autarquias e bancos oficiais. O time reúne parlamentares do PT ao PMDB, passando pelo PSB, PC do B e PR.

Na lista dos cargos cobiçados pelos aliados estão as presidências de instituições financeiras – como o Banco do Nordeste (BNB) e o Banco da Amazônia (Basa) – e da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), além de várias diretorias. As mais citadas estão na própria Chesf, Itaipu, Departamento de Obras contra as Secas (Dnocs), Eletronorte, Eletrosul, Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e Sudene.

Na relação estão incluídos os cargos cobiçados pelos ex-governadores do Rio Grande do Norte Iberê Ferreira de Souza e Wilma de Faria, respectivamente, o Banco do Nordeste e a Sudene.

Será que agora sai? Se sair, Wilma e Iberê acendam velas para Santo Palocci.

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