Velas para Lula e a esquerda no escuro

A pichação velha diz “R$ 3,20, jamais”. Está lá desde junho de 2013, no cruzamento da avenida Paulista com a rua da Consolação, centro de São Paulo. Era um mote contra o aumento de vinte centavos das passagens.

O “pixo” tem efeito hipnótico. Sempre me faz perguntar que fim levou tudo isso. Nesta semana, me lembrou dos secundaristas que ocupavam escolas em protesto contra a reforma do ensino médio, a PEC do teto de gastos etc. Quanto tempo faz isso? Dois, três anos?

Faz apenas um ano, neste outubro. A greve grande de abril, contra a mudança na Previdência, parece igualmente remota. Ajudou a plasmar a péssima imagem pública das reformas e a assustar parlamentares, que assim arrumaram um pretexto quase final para não bulir com as aposentadorias. Desde então, a esquerda entrou de vez em coma, no hospício ou fugiu para as montanhas.

Uma resposta

  1. No Brasil, hoje, se a gente se esgoelar: Fora Tampo! Fora Nojenta! Quem ocupará os lugares dos asquerosos? O honesto, mas incompetente?
    O competente, mas, honestidade, com prazo de validade? O honesto e competente, mas que não consegue driblar a endêmica corrupção? Ou o de costume, o larápio disfarçado de ‘homem do povo’!

    Arreganha o toba, Brasil!!!

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