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BATE-PAPO PROMETE REPERCUSSÃO: entrevista de Bolsonaro a Datena vai ao ar na tarde desta sexta na Band

Internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, desde 7 de setembro, Jair Bolsonaro (PSL) concedeu entrevista a José Luiz Datena, da TV Bandeirantes, nesta sexta-feira (28). O bate-papo vai ao ar durante o programa Brasil Urgente, a partir das 16h15. Trechos da conversa também serão exibidos no Jornal da Band, a partir das 19h20.

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Hoje à tarde, tem debate de presidenciáveis no SBT

Hoje, às 17 horas e 45 minutos, acontecerá mais um debate entre candidatos a presidente da república, no SBT.

Foram convidados os candidatos do Podemos, Álvaro Dias, do Patriota Cabo Daciolo, do PDT Ciro Gomes (PDT),do PSDB Geraldo Alckimin, do PSol Guilherme Boulos, do MDB Henrique Meireles, Jair Bolsonaro do PSL e Marina Silva (Rede).

O critério adotado foi o da legislação eleitoral, que obriga as emissoras a convidarem candidatos de partidos ou coligações que tenham ao menos 5 representantes no Congresso Nacional.

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STF realiza sessões plenárias pela manhã e à tarde nesta quarta-feira (8)

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) se reúne nesta quarta-feira em sessões de julgamento marcadas para às 9h e 14h.

Pela manhã, a pauta é sobre as Tabelas de Custas dos Atos Judiciais no Paraná. Já à tarde está prevista a continuidade do julgamento que trata da prescrição nas ações de ressarcimento ao erário por parte de agentes públicos em decorrência de ato de improbidade administrativa.

Também estão na pauta mandados de injunção que buscam o reconhecimento de omissão legislativa em relação à verificação de requisitos para concessão de aposentadoria especial para servidores públicos com deficiência e àqueles sujeitos a atividades prejudiciais à saúde ou integridade física.

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STF retoma nesta tarde julgamento sobre sátiras e críticas a políticos

A Lei das Eleições, em vigor desde 1997, proíbe que políticos sejam alvos de sátiras ou críticas nos três meses que antecedem o dia de votação. A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) foi ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar derrubar essa regra, que afeta principalmente programas humorísticos e jornalísticos. O advogado da Abert, Gustavo Binembojn, afirmou que o público é o maior prejudicado pela proibição

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Campestre: partidários vestem vermelho e verde e marcam a tarde da eleição

Na eleição suplementar mais acirrada do Rio Grande do Norte, muita discussões e trocas de acusações chegam a Polícia e ao Ministério Público Eleitoral. Advogados das coligações estão formulando casos em que detectaram possíveis ações irregulares. O juiz da 15 Zona Eleitoral, deve receber a partir desta segunda-feira (4), independente do resultado do pleito, muitas ações formuladas pelas coligações que concorrem ao pleito. Há informações até que denúncias chegam de um lado e a polícia não toma providências, coisas de pleito acirrado. As Polícias Federais, Civil e Militar, além do Grupo Tático de Operações (GTO) e do Bope continuam em São José do Campestre. Nas ruas, muita gente de verde e vermelho.

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Seleção terá atividades hoje apenas na parte da tarde

O dia de trabalho da seleção brasileira nesta quarta-feira (30), no centro de treinamento do Tottenham, em Londres, será de atividades somente na parte da tarde, com um treinamento marcado para as 16h (12h no horário de Brasília). Nessa terça-feira (29), os jogadores estiveram no campo para em atividades físicas de fortalecimento muscular, ressaltando ações de força e potência, pela manhã. A parte da tarde foi reservada para treinamentos táticos, sob o comando de Tite.

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Ficou tarde para Robinson Faria

No projeto de reeleição do governador Robinson Faria (PSD) está a aliança com o PSDB, do presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira (PSDB). A aliança com os tucanos, tanto na majoritária quanto na proporcional vai seria fundamental para a decisão do gestor. Porém, o PDSB de Ezequiel já decidiu: vai de Fábio Dantas para o governo.

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“Está muito tarde para ser candidato”, diz Flávio Rocha

A Revista EXAME conversou com o empresário Flávio Rocha, presidente da rede de lojas Riachuelo e fundador do movimento político Brasil 200 (alusão aos 200 anos de independência que o país completará em 2022). O movimento, lançado em janeiro, reúne empresários como Alberto Saraiva (Habib’s), Sônia Hess (Dudalina) e Antônio Carlos Pipponzi (Raia Drogasil), além de profissionais da iniciativa privada, com a proposta de uma agenda econômica liberal para o Brasil. Rocha tem viajado Brasil afora para divulgar as ideias do movimento e tem sido sondado por diversos políticos – do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) – para assumir uma candidatura em 2018. Ele nega que haja essa possibilidade . Na entrevista a seguir, Rocha explica os planos do Brasil 200 e por que não considera uma candidatura neste ano. Qual é o propósito do movimento Brasil 200? A força dele está no formato de não ter compromisso com nenhuma campanha eleitoral. Isso nos dá força para palpitar, influir e nos meter nos programas, e falar da nossa angústia. Há algum tempo tínhamos como natural uma troca de ciclo, por causa das ideias muito ruins da nova matriz econômica, da gastança, do aumento dos gastos públicos. A gente imaginava que os ventos liberalizantes estariam soprando do eleitor. Isso se manifestou eloquentemente na eleição de 2016. E achávamos que deveria estar se manifestando de novo em 2018. Mas o tempo está passando e o pânico está aumentando. Se a eleição fosse hoje, e se as pesquisas estiverem certas, nós devolveríamos o Estado para quem fez desse estrago todo. Para a mesma quadrilha. E qual o diagnóstico? Um governo precisa dizer qual é o papel do Estado. Se é o papel de protagonista ou um papel de coadjuvante. Até agora o Estado foi protagonista e se metia em tudo, até na espessura do colarinho do chope. Porém, nós queremos um Estado coadjuvante. Nós queremos um país que tenha um Estado para lhe servir, e não um Estado que seja proprietário das pessoas. Temos um Estado formado por dois por cento da população e que se apropriou do resto.  Por que a falta de um discurso liberal causa pânico? A esquerda, com ideias erradas, tem a coerência entre o discurso da economia e o dos costumes. Os gurus são (Karl) Marx e outro menos conhecido: (Antonio) Gramsci. Marx está morto, enterrado, ninguém nem perde mais tempo em dizer que socialismo na economia dá errado. O fantasma que nos assombra é Gramsci, que dizia ser necessário fazer uma faxina nos valores judaico-cristãos. Não sou moralista, longe disso. Mas fico indignado com a estratégia, cantada em verso e prosa, por vários autores, de que é preciso bagunçar geral. Você viu um vídeo de uma deputada do PT falando que é preciso quebrar todos os tabus de uma sociedade, sobretudo o do incesto? Para ela, quando se quebrar o último tabu, estaremos prontos para construir a partir do zero a sociedade ideal, que é a sociedade socialista. Contra isso, precisamos não só das ideias do liberalismo, de libertar o poder de geração de riqueza que não está na mão do Estado, mas no indivíduo, mas também de uma agenda conservadora e anti-gramsciana, anti-marxismo cultural, que tenha coerência com o liberalismo. Ou seja, constatamos um apavorante vazio, num cenário político de 37 partidos, com as combinações mais esdrúxulas. Há o Macron brasileiro. Há a Le Pen brasileira. Há tudo menos o óbvio, o liberal, conservador e reformista. Temos a obrigação de apresentar um perfil liberal conservador reformista porque isso é algo que o povo está clamando para ter. Mas dá para conciliar todos esses conceitos? Contorcionismo é fazer qualquer coisa fora desse conceito. O lógico seria ter um esquerdista gramsciano ou um marxista de um lado e um Reagan, um Friedman, conservador, do outro. Esse é o normal. O exótico, o estranho, o fora do comum, um anti-convencional é um Macron: direita na economia e esquerda nos costumes. Ou Le Pen, que é direita nos costumes e esquerda na economia. Mas há movimentos mundo afora pressupondo liberdade na economia e nos costumes, como é o caso do Livres no Brasil. São libertários, que pressupõem ausência de Estado. Mas, para nós, do Brasil 200, é preciso haver um Estado mínimo. Não precisa ser uma carruagem estatal de 50 por cento do PIB, porque isso nos tira do jogo competitivo. O carrapato está maior que o boi. Quando isso acontece, os dois morrem junto. O boi fica exangue e o carrapato morre junto. Quem se coloca hoje como o Macron brasileiro? O apresentador de tevê Luciano Huck? Eu não daria ao Huck ainda o crédito de ser liberal. Estamos aí com uma nova tese, que serve à esquerda, de dizer que esse negócio de esquerda e direita está superado. É antigo, porque os países decidiram 50 anos atrás que iam ser liberais ou estatizantes. Estamos postergando, empurrando com a barriga essa decisão há 50 anos. Por isso a discussão de liberal ou estatizante no Brasil é mais do que atual. Não temos mais tempo para escolher se queremos seguir o lado da Coreia do Norte ou o da Coreia do Sul. Se nós queremos um Estado protagonista ou um Estado servidor.

Possível candidatura em 2018

O senhor já foi candidato a presidente e foi deputado. Tem vontade de voltar à política? Isso é convocação, é chamamento. Acho que está muito tarde para ser candidato. De fato eu não tenho nem partido. Não tenho voto. Está tarde para construir a densidade eleitoral. Eu tenho a impressão que a gente consegue influir e ser muito mais decisivo, realmente contribuir, para a troca de ciclo, para a mudança no país, que está seriamente ameaçada, com o movimento Brasil 200. Se eu tivesse me lançado de paraquedas, inadvertidamente, e recitando essas ideias como candidato a presidência, nem de longe estaríamos tão próximos de fazer o gol como estamos agora, com a impressionante performance do Brasil 200. Mas se fosse convocado, pensaria? Não seria porque na hora que eu dizer que sou candidato imediatamente eu comprometeria o crescimento, a credibilidade e a capacidade de influenciar que o Brasil 200 tem agora. O Brasil 200 só está assim porque não está a serviço de um candidato. Está questionando, palpitando, botando o dedo na ferida, cobrando o porquê dessa lacuna na política. É inexplicável essa lacuna. Falta um Reagan no Brasil. Não um Macron. Falta um rosto que seja contraponto a esse triste período esquerdizante que o país está querendo deixar para trás. Esse contraponto não é só no economês. É no economês e nos costumes. Porque há uma demanda por ordem. E só isso justifica o incrível fenômeno Bolsonaro. Recentemente, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso cogitou seu nome para uma candidatura à Presidência em 2018. Se instado pelo ex-presidente, o senhor aceitaria concorrer – e em que condições?     Não deixa de ser lisonjeiro. Um dos maiores homens públicos do país lembrou-se do meu nome. Infelizmente o sucesso do Brasil 200 deve-se ao fato da sua desvinculação a qualquer projeto eleitoral. Por isso estamos conseguindo ser ouvidos e respeitados.

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Já acaba tarde! Serve pra nada!!!

O horário de verão, em vigor desde outubro do ano passado, acaba na primeira hora deste domingo (18). À meia-noite entre sábado e domingo, os moradores de 10 estados e do Distrito Federal devem atrasar o relógio em uma hora.

O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal).

Com isso, o horário no leste do Amazonas e nos estados de Roraima e Rondônia fica 1 hora “atrasado” em relação a Brasília, enquanto oeste do Amazonas e Acre ficam 2 horas atrás.

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Bombeiros e PMs farão assembleia nesta tarde

Nesta segunda-feira(05), a partir das 14h, a categoria realizará Assembleia Geral dos Praças no Clube Tiradentes, sede da Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN, no bairro Alecrim. Policiais e bombeiros militares dão continuidade às mobilizações em prol de condições adequadas de trabalho e salários em dia. De acordo com o presidente da associação, Eliabe Marques, a categoria continua atenta quanto à efetivação do Termo de Compromisso e Acordo Extrajudicial. Há pontos que não foram cumpridos no prazo acertado, e outros que o Executivo tem posto dificuldade, segundo Marques.

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Chuva em Assú alcançou 77 milímetros na tarde desta sexta-feira

Em Assú, a estação meteorológica do Cemaden registrou chuva, até por volta das 16h15, que alcançou um volume em torno de 77 milímetros. O Cemaden também registrou chuva em Ipanguaçu, em torno de 60 milímetros. Ocorrência de chuvas também em Caraúbas, Nova Cruz, Goianinha, Caicó, Natal, Alto do Rodrigues, entre outros municípios. Como em chuvas anteriores de maior volume, em Assú aconteceram vários transtornos, como ruas alagadas, trânsito interrompido em alguns locais, água invadindo casas e lojas, falta de energia.

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Corpo da atriz Eva Todor será cremado hoje à tarde

O corpo da atriz Eva Todor será cremado hoje (11), às 16h, no cemitério Memorial do Carmo, no Caju, na zona portuária do Rio de Janeiro. A atriz, que morreu ontem, aos 98 anos, está sendo velada na manhã de hoje no Theatro Municipal do Rio, no centro da cidade. O velório ficará aberto ao público até as 11h. Eva Todor morreu em sua casa, no bairro do Flamengo, na zona sul, vítima de pneumonia. A atriz sofria de mal de Parkinson e de problemas cardíacos. Ela estava em internação domiciliar desde setembro deste ano.

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Antes tarde do que nunca

Tasso Jereissati disse hoje que “já estava em tempo” de Antonio Imbassahy deixar o governo de Michel Temer. “Demorou demais. Ele tomou uma decisão tardia, mas antes tarde que nunca”. Segundo o senador cearense, a decisão consolida a saída do PSDB da base governista. O Antagonista

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