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Executiva do PMDB confirma apoio a Eduardo Cunha

eduardo cunha RJO vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer, anunciou oficialmente nesta quarta-feira (14) apoio da Executiva do partido à candidatura do deputado Eduardo Cunha (RJ) à presidência da Câmara. “Por unanimidade, decidiu-se apoiar o nome indicado pela bancada da Câmara dos Deputados e o mesmo será feito quando a bancada do Senado indicar o nome para a disputa da presidência daquela casa”, disse Temer, após reunir-se com lideranças peemedebistas na Câmara. Ele afirmou que o anúncio revela a unidade do partido em apoiar a decisão das bancadas nas duas casas legislativas. O deputado Eduardo Cunha (RJ) já foi definido por unanimidade pela bancada, desde o ano passado, como candidato do partido à presidência da Câmara. Após a reunião de hoje, o atual presidente da Casa, Henrique Alves, comentou a decisão nas redes sociais: “A executiva do PMDB confirma o partido unido em torno de Eduardo Cunha para a disputa da Presidência da Câmara.”

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PMDB deve formalizar nesta quarta-feira apoio a Cunha e Renan

pmdbapoio Após reclamar de ter ficado com ministérios de pouca visibilidade e parcos recursos, o PMDB procura reagir para evitar o enfraquecimento da sigla e anuncia nesta quarta-feira (14) apoio as candidaturas de Renan Calheiros e Eduardo Cunha para as presidências do Senado e Câmara Federal, respectivamente. Reunidos nesta terça-feira, os lideres peemedebistas definiram a estratégia. O encontro reuniu Michel Temer, Renan, Cunha, o atual presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), o novo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga (PMDB-AM), e o senador José Sarney (PMDB-AP). A reunião da Executiva do partido irá ocorrer na manhã desta quarta-feira na sede do partido na Câmara dos Deputados. Temer já havia anunciado a ministros mais próximos da presidente Dilma a intenção de realizar o ato publica em favor de Renan e Cunha. Além de dominar as duas Casas Legislativas, o PMDB luta para obter cargos relevantes no segundo escalão, a tendência é que o Governo passe a depender bem menos dos peemedebistas e uma das providencias seria a criação de um novo partido para abrigar insatisfeitos do partido, da oposição, além da formação de um blocão de aliados que pudesse se anular o domínio do PMDB no Congresso.

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PMDB se julga preterido por Dilma e arma troco

20140928085534_cv_TEMERdilma-e-temer-1_gdeJosias de Souza – A coligação partidária é a melhor forma de PMDB e PT descobrirem que coligação partidária não dá certo. Julgando-se maltratado no primeiro mandato, o PMDB renovou a parceria com Dilma Rousseff depois que a presidente assegurou ao seu vice, Michel Temer, que tudo seria diferente no segundo quadriênio. De fato, muita coisa mudou. Na opinião do PMDB, para pior. Para a caciquia do PMDB, há um excesso de PT ao lado de Dilma. A crítica se refere aos conselheiros que a presidente escolheu para integrar o que o Planalto chama de coordenação de governo. São cinco ministros, todos petistas: Aloizio Mercadante (Casa Civil), Ricardo Berzoini (Comunicações), Pepe Vargas (Relações Institucionais), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Jaques Wagner (Defesa)

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Renan nega insatisfação do PMDB com formação do governo

20150105033822_cv_RENANimagesCA4LVKYC_gde O presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), divulgou nesta segunda-feira (5) nota na qual nega insatisfação com a montagem do governo da presidenta Dilma Rousseff. O texto cita o “noticiário de hoje” e diz que as insinuações nesse sentido são “improcedentes”. “Como presidente do Congresso Nacional, o senador Renan Calheiros está de férias e distante das negociações envolvendo a formação do governo, que é uma tarefa mais afeita aos dirigentes partidários e à presidente da República”, diz a nota. No texto, Renan “desmente as insinuações quanto a possíveis retaliações aventadas nas notícias e reitera, como fez na posse da presidenta Dilma Roussef, que o governo e o país podem contar com o Congresso Nacional”.

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Dilma tenta reduzir poder de PT e PMDB

dilmacharge O Estadão Conteúdo destaca que ao entregar o ministério das Cidades para Gilberto Kassab, presidente do PSD, e a pasta da Educação para Cid Gomes, principal nome do PROS, a presidente Dilma Rousseff tenta fortalecer e criar novas linhas de articulação política em seu segundo mandato. Ao mesmo tempo, procura reduzir o poder de influência dos dois principais partidos da coalizão em seus palcos favoritos: o PT dentro do próprio governo e o PMDB, no Congresso. A prioridade para o início do segundo mandato é dar liberdade de trabalho ao novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Ele foi escolhido para adotar uma política econômica de ajuste fiscal severo, a fim de fazer convergir a inflação no centro da meta planejada (4,5%), produzir o superávit primário sem truques contábeis e manter o câmbio sob controle, com o dólar a R$ 2,40. Na visão da presidente, essa é uma questão que está fora da pauta dos partidos, por significar a própria sobrevivência do projeto de governo.

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PMDB deve definir indicações para ministérios nesta terça

A presidente Dilma Rousseff e o vice-presidente Michel Temer voltaram a se reunir nesta segunda-feira (22) para discutir as indicações do PMDB para compor o ministério do segundo governo da petista. A expectativa é que a sigla consiga definir com Dilma até esta terça-feira (23) os nomes a serem anunciados. Presidente nacional do PMDB, Temer voltou para Brasília no início da tarde e foi chamado por Dilma para uma reunião de cerca de meia hora no Planalto. Apesar do encontro, os dois ainda não conseguiram chegar a uma decisão final. Mesmo se os dois conseguirem definir quem integrará a cota peemedebista no segundo governo de Dilma, a expectativa é de que o anúncio oficial só aconteça no início da próxima semana. Em café da manhã com jornalistas nesta segunda, Dilma disse que pretende anunciar a maior parte dos ministros até o dia 29 de dezembro e que todos os 39 ministros tomarão posse com ela em 1º de janeiro.

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Segundo mandato de Dilma será o mais dependente do PMDB

dilma-e-temer O segundo mandato da presidente Dilma Rousseff deve ser o mais dependente do PMDB desde que o PT chegou ao poder, em 2003. A petista começará o ano tendo de administrar uma crise política gerada pelos desdobramentos da Operação Lava Jato e ainda terá como desafio fazer a economia do País voltar a crescer. O Palácio do Planalto viu sua base de sustentação no Congresso encolher e a oposição sair fortalecida das eleições de outubro. Cenário bem mais delicado daquele encontrado quando PT e PMDB fecharam aliança formal, no início do segundo mandato do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. À época, Lula colhia os benefícios de uma economia em crescimento e contava com altas taxas de popularidade, o que fazia com que sua base aliada dependesse mais dele, e não o contrário. Reportagem do Estadão lembra que tamanha é a imprescindibilidade do PMDB que a presidente já decidiu que dará ao partido mais um ministério, totalizando seis pastas. Além disso, a própria legenda já emitiu sinais neste ano de que o governo precisará mais dele no próximo mandato. Na decisão sobre a proposta que alterou a meta do superávit primário e, na prática, deu carta branca para o governo fechar as contas deste ano no vermelho, coube ao PMDB assegurar a aprovação. Ao comandar a votação por quase 19 horas ininterruptas, o presidente do Congresso, Renan Calheiros (AL), deixou claro que há pouca margem de manobra sem o partido.

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PMDB deve conversar com Dilma sobre troca ministerial em dezembro, diz Temer

manchetes-politica-temer-dilmaO vice-presidente da República, Michel Temer, disse que conversou com a presidenta Dilma Rousseff sobre a composição do ministério no segundo mandato, mas que as indicações de partido devem começar a ocorrer a partir do próximo mês. “Conversei com ela na quinta-feira passada [20], mas evidentemente que nós deixamos tudo para o começo de dezembro”, disse Temer, que também é presidente nacional do PMDB. “No tocante ao PMDB, tudo ficou para dezembro”, reforçou, complementando que, até meados do mês, as conversas terão iniciado. Segundo Temer, as informações que surgiram até o momento sobre a troca de alguns nomes da equipe econômica ainda se tratam de especulações, sobre as quais não há ainda uma decisão a respeito. “Acho que a presidenta vai verificar esta semana se decide, pelo menos é o que eu sei, a questão da área econômica, e o restante fica para depois”.

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Na Paraíba PMDB realiza reunião para definir rumos do partido

Os 21 integrantes da executiva paraibana do PMDB vão se reunir hoje (17), às 9h, na sede do Diretório Estadual, em João Pessoa, para avaliar o processo eleitoral de outubro na Paraíba e a nível nacional, analisar o resultado das urnas e debater os novos rumos do Partido. A preservação da unidade partidária será o ponto fundamental da reunião, segundo o presidente da agremiação, senador eleito José Maranhão. Além de avaliar o quadro das eleições estadual e nacional, e de discutir os rumos do partido a partir de agora, a Executiva do PMDB paraibano deverá abordar, também, a questão das dissidências internas. Sobre o assunto, já há um ponto pacífico, segundo o presidente José Maranhão: “O PMDB não vai hostilizar aqueles companheiros que porventura não tenham apoiado a candidatura do partido”.

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Operador do PMDB não cogita se entregar à PF

Acusado de ser o operador do PMDB no esquema de corrupção da Petrobras, Fernando Antonio Falcão Soares, o Fernando Baiano, não pretende se entregar à Polícia Federal. Foi o que informou o advogado dele, Mário Oliveira Filho, à repórter Cleide Carvalho. Para o advogado, é “ilegal” a ordem de prisão expedida pelo juiz federal paranaense Sérgio Moro, responsável pela operação Lava Jato. O advogado diz que Fernando Baiano comprometera-se em comparecer à sede da PF em Curitiba nesta terça-feira (18). Prestaria depoimento espontaneamente. “Fomos surpreendidos com a notícia de decreto da prisão dele. É absolutamente ilegal”. E acrescentou: “Ele procurou a Polícia Federal por duas vezes e se colocou a disposição para ser ouvido depois que seu nome surgiu no noticiário da imprensa como operador do PMDB. Ele não chegou a ser intimado nenhuma vez, ligaram no meu escritório e marcamos uma audiência para a próxima terça.”

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Henrique não deve assumir presidência nacional do PMDB

henrique denuncia Chegou a se cogitar que o presidente da Câmara, Henrique Alves, poderia assumir o comando nacional do PMDB. O que não deve acontecer. Contam lá de Brasília que o senador Valdir Raupp (RO) vai reassumir a presidência do partido. O vice-presidente Michel Temer retomou o cargo durante o período eleitoral para conduzir a negociação de alianças e contribuições para o partido. Temer chegou a cogitar a possibilidade de permanecer no cargo e acumular a vice-presidência no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, mas acabou desistindo. Raupp deve voltar de vez ao comando partidário em janeiro.

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Grupo acusado de fraude financiou PMDB de Renan

O jornal O Estado de S. Paulo revelou que um grupo empresarial do Pará acusado de fraudar licitação da Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras, repassou R$ 400 mil ao diretório do PMDB em Alagoas em 2010. Naquele ano, o diretório foi o principal financiador da campanha do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), atual presidente do Senado. Segundo o Estadão, as doações legais foram feitas em nome da SS Administração e Serviços, da Rio Maguari Serviços e de Transportes Rodoviários, empresas que fazem parte do grupo. Três meses depois, observam os repórteres Antonio Pita e Fernanda Nunes, essas empresas, reunidas no consórcio ERT, venceram uma licitação para a construção de 20 comboios navais que serão usados para o transporte de álcool no interior de São Paulo.

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Cúpula nacional do PMDB já tem candidatura à prefeitura de SP

gabriel chalitaO PMDB, com o aval do presidente nacional Michel Temer, deve encabeçar uma operação de médio e longo prazos para reabilitar o deputado federal Gabriel Chalita (SP). A ideia é que ele dispute a Prefeitura de São Paulo em 2016. “O presidente Michel está empenhado nessa ofensiva”, admite uma fonte ligada ao vice-presidente da República ao iG. A justificativa para o empreendimento se deve ao desgaste pessoal de Temer com outra estrela da sigla, o empresário e presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. Os dois devem se encontrar na próxima semana e formalizar a saída de Skaf do partido. Candidato ao governo do Estado de São Paulo em 2014, o chefe da Fiesp não foi páreo para o governador Geraldo Alckmin (PSDB), que venceu a disputa regional no primeiro turno.

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Senador paraibano defende reoxigenação do PMDB

vital PMDBDurante contato com a imprensa, o senador Vital do Rêgo Filho (PMDB/PB) defendeu reoxigenação do partido e encontros dos líderes para planejar os caminhos após a eleição. Vital disse que o adiamento da eleição para escolha do novo presidente e diretórios estaduais aconteceu para que a escolha seja feita de forma mais “tranquila e democrática”, destacou. A escolha foi adiada para dezembro de 2015: “Ampliamos o prazo para eleição do diretório porque entendemos que saímos do período eleitoral, não era interessante para o partido enfrentar outra disputa e teremos mais um ano para renovar os diretórios até dezembro de 2015”.

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PMDB na prefeitura de Mossoró

Adversário na campanha estadual, o PMDB estará representado na reforma administrativa promovida pelo prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD). Como dever ceder auxiliares para o futuro governo estadual, o PMDB na Câmara Municipal deve receber atenção especial do prefeito.

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Temer: Cunha não pode ser ‘oposição prévia’

temer pmdb Numa Brasília mais lógica, ou pelo menos numa Capital mais simples, o favoritismo de um candidato do PMDB à presidência da Câmara atearia em Michel Temer, presidente do partido e vice-presidente da República, um entusiasmo retumbante. Se o favorito se chama Eduardo Cunha, porém, Temer é tomado de preocupação latente.  Numa entrevista com Temer, os repórteres Leandro Loyola e Flávia Tavares perguntaram ao vice o que acha do blocão suprapartidário que o líder do PMDB articula para dar suporte ao seu projeto de comandar a Câmara. E Temer: “Falando como presidente do PMDB, ele tem de ser um candidato que revele a independência do Poder Legislativo; mas, ao mesmo tempo, que não seja de oposição prévia ao governo federal. A Constituição, embora as pessoas falem muito em independência, determina que os poderes sejam independentes e harmônicos entre si. Essa harmonia, temos de recuperar.”

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Líder do PMDB na Câmara não quer conversa com o PT

eduardo cunhaPassadas as eleições presidenciais, uma nova disputa já domina os corredores da Câmara dos Deputados: a que definirá o novo presidente da Casa. E a briga aqui não se dá entre governo e oposição, mas entre os maiores partidos da base – PT e PMDB. Pivô da disputa, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é uma antiga pedra no sapato da presidente Dilma Rousseff. A ideia de vê-lo no comando da Câmara provoca arrepios nos petistas, que já lançaram um contra-ataque a sua campanha. E afirmam: “jamais” concordarão com a candidatura de um membro da base que “age como oposição”. Diante da postura do PT, Cunha afirmou à Veja: “Quando um não quer, dois não conversam. Se eles têm uma postura radical, tudo bem. A democracia inventou uma maneira fácil de resolver isso, que é o voto”. Ao que parece, o propalado “diálogo” da presidente Dilma passará longe da disputa na Câmara – o que deve significar mais dores de cabeça para a petista. Pouco depois de Cunha anunciar que procuraria o PT para conversar, o líder da sigla na Câmara, deputado Vicentinho (SP) afirmou nesta semana que não há espaço para conversas. E continuou: “Nós jamais vamos concordar com qualquer candidatura que signifique uma postura de oposição. Se é de um partido da base, como age sendo oposição?”, afirmou, pouco depois do PT definir que lançará uma candidatura adversária à do líder do PMDB. A decisão irritou Cunha.

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“Problema do PT não é vencer, é me derrotar”, diz líder do PMDB

eduardo cunha RJO deputado Eduardo Cunha (RJ), líder do PMDB na Câmara dos Deputados, segue firme em sua articulação para assumir a presidência da Casa apesar dos apelos do vice-presidente Michel Temer que tenta manter boas relações com o governo. O PT da presidente Dilma Rousseff reivindica o comando da Câmara, baseado em um acordo de revezamento firmado no início do mandato. No entanto, Cunha considera-se candidato do governo, tendo em vista que o PMDB faz parte do governo. Segundo ele, sua candidatura está posta porque a Casa não quer a hegemonia do PT no Executivo e no Legislativo. “O problema do PT não é vencer, é me derrotar”, provoca Cunha sobre a resistência do PT. “A alternância PT e PMDB não foi um acordo eterno, até porque a Casa pode não concordar”, acrescenta.

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Garibaldi defende candidatura do PMDB à presidência da Câmara

garibaldi motoresEm entrevista à Folha de São Paulo, o ministro da Previdência, Garibaldi Filho (PMDB), defendeu a candidatura do líder da bancada do PMDB, deputado federal Eduardo Cunha (RJ). Garibaldi afirmou que há condições de obter o apoio do Partido dos Trabalhadores para Eduardo Cunha. A candidatura do atual líder do PMDB na Câmara desagrada ao Palácio do Planalto e ao PT, por ele ter adotado postura contrária aos interesses do Governo Federal diversas vezes durante sua atuação como na bancada. Apesar disso, Eduardo Cunha conquista apoios entre peemedebistas e nos demais partidos com representação no congresso Nacional. O PT ainda não anunciou qual será seu posicionamento nas eleições para a presidência da Câmara. “Sou [a favor], eu acho que o Eduardo Cunha tem condições de ocupar a presidência, a bancada está unida em torno desse projeto, ele é o líder, e eu acho que tem condições de pleitear”, disse Garibaldi Filho. Ao ser questionado sobre a possibilidade do peemedebista ter o apoio do PT na disputa, o ministro respondeu: “Aí só o PT pode dizer, eu acho que tem, dentro dessa perspectiva otimista que eu abri, não sei se vocês estão me achando otimista demais, eu acho que tem”.

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PMDB articula renovação anti-Planalto e PT estuda como equilibrar forças

Segundo o Correio Braziliense, as indefinições da reforma ministerial, as pressões do PT e dos partidos de esquerda para dar um tom mais progressista ao segundo mandato, e as movimentações do PMDB — e de outras legendas — para recriar o blocão anti-Planalto na Câmara levaram a presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) a pedir ajuda ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os dois se reuniram na noite de ontem, na Granja do Torto, para tentar amenizar as turbulências que se avolumam diante do palácio. A presidente recebeu, na manhã de ontem, o governador do Ceará, Cid Gomes (Pros) — cotado para ser o próximo ministro da Educação, embora mantenha o desejo de se tornar consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) — e o governador eleito do estado, Camilo Santana (PT). Ele articula a criação de uma frente alinhada com os partidos mais voltados à esquerda na expectativa de atenuar a pressão que o governo vem sofrendo, especialmente do PMDB da Câmara. Após encontro com Dilma, Cid disse que é fundamental que a petista possa ter, além do PT, dois partidos ou frentes fortes que possam ajudá-la na governabilidade. “Penso que esse movimento, de ter uma frente ou um partido de centro para além do PMDB e um partido ou frente à esquerda, ajuda na governabilidade e reduz o espaço da pressão que muitas vezes beira até a chantagem”, explicou. A sugestão do governador é seguir a ideia do presidente PSD, Gilberto Kassab, que tem conduzido a criação do Partido Liberal, composto de um grupo mais alinhado com a direita para integrar a base do governo. No caso de Cid, a proposta inclui atrair governadores de partidos como PDT, PCdoB e insatisfeitos de legendas como PSB e até PSol. “A criação de uma frente na Câmara tem que ser discutida para que a gente aprimore e veja a melhor estratégia. O melhor, para mim, seria, inicialmente, compor a frente e que ela possa evoluir, na sequência, a um partido novo, que resulte da fusão de algumas legendas”, disse o governador do Ceará. Para ter peso político, o ideal, segundo o governador, é que a frente tenha pelo menos 10% dos deputados da Câmara e conte com atuação no Senado.

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Em jantar com Temer, o PMDB mastigou Dilma

temer jantar O colunista Josias de Souza , do UOL, destacou que o vice-presidente da República e presidente do PMDB, Michel Temer ofereceu na noite desta terça-feira (5) um jantar para congressistas, governadores, ministros e caciques regionais do seu partido. Além do repasto, os convidados mastigaram Dilma Rousseff no Palácio do Jaburu. Morderam também o PT. Entre a entrada e a sobremesa, previram um 2015 inóspito, com crise econômica e turbulência política. Passaram pelo Jaburu mais de uma centena de políticos. Não houve discursos nem decisões. No jogo de aparências que caracteriza o exercício do poder, o evento fora concebido como uma confraternização que projetasse para fora a imagem de um partido relativamente coeso, pronto para prover a Dilma mais quatro anos de governabilidade. “O encontro se destina a nos confraternizarmos”, disse Temer ao saudar os comensais. “Por mais que tenhamos divergências localizadas, elas não acontecem em um encontro nacional.”

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Garibaldi, Ivonete e Walter são recebidos por Michel Temer

temer jaburuO ministro Garibaldi Filho (Previdência), a senadora Ivonete Dantas e o deputado federal eleito Walter Alves foram recepcionados pelo vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer, para jantar hoje (04) no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente. Além da presença de peemedebistas conhecidos nacionalmente, o encontro reunirá novos parlamentares e governadores eleitos pelo partido. O objetivo é reafirmar a liderança sobre a sigla. O PMDB é o principal aliado do PT e da presidente Dilma Rousseff. Precisamos unir o partido para garantir a governabilidade no Congresso”, destacou o senadora Ivonete Dantas. Em tempo: O presidente da Câmara, Henrique Alves, está encerrando os trabalhos para hoje no Congresso e segue para p encontro com os demais companheiros do  PMDB.

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Líder do PMDB diz que estão avançadas negociações para formar bloco partidário

O líder do PMDB na Câmara, deputado Eduardo Cunha (RJ), disse há pouco que estão avançadas as negociações para a formação de um bloco partidário para apoiar sua candidatura à Presidência da Casa para o biênio 2015-2016. “Para quem conseguiu, com apenas dez dias do fim do segundo turno das eleições, ter a bancada lhe referendando, lhe apoiando, lhe indicando, lhe autorizando a construir bloco, já ter conversado com cinco partidos que compõem o nosso ‘blocão’ e ter tido deles a boa vontade de levar isso adiante, eu diria que, para dez dias é um bom avanço”, afirmou Cunha, ao deixar a reunião da bancada do PMDB na Câmara. Eleito pela primeira vez como líder do PMDB em 2013, Cunha foi reconduzido ao cargo na última semana e tem o apoio da bancada peemedebista para ocupar a Presidência da Câmara. Como líder, capitaneou movimentos que implicaram derrotas ao governo federal, como na votação da chamada MP dos Portos e na aprovação do marco civil da internet. A reunião, segundo Cunha, serviu também para discutir a pauta da semana e fechar posição sobre cada proposta. Em relação à chamada PEC do Orçamento Impositivo (Proposta de Emenda à Constituição 358/13, do Senado), o líder do PMDB afirmou que a bancada está dividida, principalmente quanto à parte que define os percentuais mínimos de gastos da União com saúde.

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Planalto se preocupa com clima de hostilidade do PMDB no Congresso

logo_PMDBO Planalto passou a reconhecer o risco real de novas derrotas no Congresso até o fim do ano. Há forte preocupação com o clima de hostilidade capitaneado pelo PMDB. Para articuladores do governo, a derrubada do decreto dos conselhos populares, dois dias após Dilma Rousseff se reeleger, não foi fato isolado. Será preciso acelerar um movimento de “reaglutinação” da bancada governista para aprovar medidas urgentes, como a alteração da meta do superavit primário de 2014.

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Rebelião no PMDB é motivo de reunião entre Temer e a bancada

temer pmdbVice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, o advogado Michel Temer tenta conter uma rebelião na legenda, em marcha desde a vitória da presidenta Dilma, no último domingo. Temer convocou uma reunião com o conselho político do partido para a próxima quarta-feira, no Palácio do Jaburu, para minar a candidatura à presidência da Câmara do líder do partido, Eduardo Cunha (RJ), ligado aos setores mais retrógrados do partido. Foram convocados senadores, governadores e deputados federais eleitos com o objetivo de cumprir um acordo no qual a Presidência do Senado permanece com o PMDB e a da Câmara, com o PT, seguindo a tradição de que o comando deve ser dado ao partido com a maior bancada. A missão é difícil. No início da semana, deputados federais da bancada peemedebista se uniram em torno do líder Eduardo Cunha para, na prática, impor a candidatura dele à Presidência da Casa. Negociar, porém, é possível, uma vez que estes parlamentares são os principais interessados na manutenção de cargos e regalias no governo. Há, porém, algumas mágoas a reparar. A falta de apoio do PT ao PMDB na disputa eleitoral em alguns Estados causou estragos no maior partido da base aliada e este fator agora se reflete nos resultados do plenário da Câmara dos Deputados, com a demonstração de força do deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que infligiu uma derrota ao governo, na terça-feira, e ameaça colocar em votação matérias que terão impacto direto nas contas da presidenta Dilma Rousseff.

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PT age para tirar Ministério de Minas e Energia do PMDB

PT PMDB 2PT e PMDB abriram a disputa pelo controle do setor energético no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. Peemedebistas do Senado querem manter o Ministério de Minas e Energia, já que o atual ministro, Edison Lobão, avisou que deixará o cargo para retomar seu mandato de senador pelo Maranhão. O PT defende a saída de Lobão, especialmente após seu nome aparecer na delação premiada feita pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Além disso, querem que o ministério, ao qual estão subordinadas estatais como Petrobras e Eletrobras, componha um “núcleo duro” da Esplanada com diálogo direto com os responsáveis pela formulação da política econômica. O argumento dos petistas é que a pasta ganhou peso estratégico devido à situação de crise hídrica que tem afetado o nível dos reservatórios e a geração de energia e aos problemas de caixa das distribuidoras. O partido também acredita que retirar o PMDB ajudaria a transmitir a imagem de que o governo está interessado em apurar as denúncias de corrupção na Petrobras. O senador Walter Pinheiro (PT-BA), por exemplo, afirmou ao Estado que, no próximo governo, a pasta não pode ser vista como um “ministério qualquer”. “Precisa fazer parte do núcleo mais importante do governo”.

PMDB, PT

PMDB ambiciona pastas da Saúde e Educação

Josias de Souza destaca que o lema que a marquetagem criou para a campanha de Dilma Rousseff —‘Governo novo, ideias novas— está prestes a sofrer um ajuste. ‘Governo seminovo, aliados velhos’, eis o slogan que assedia a presidente reeleita. Mesmo com 39 ministérios, o governo parece pequeno demais para acomodar os interesses das nove legendas que integram a coligação vitoriosa. As principais divergências opõem PMDB e PT, os dois sócios majoritários do empreendimento governista. Hoje, o partido de Dilma comanda 17 ministérios. A legenda do vice Michel Temer gerencia apenas cinco. O PMDB ambiciona ministérios que o PT controla. Entre eles os da Saúde e da Educação. O PT não cogita ceder espaços. Ao contrário, também cobiça pelo menos uma pasta controlada pelo “aliado”, a das Minas e Energia.

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PMDB não aceita PT no comando da Câmara e promete derrotar o governo

A coluna Painel, da Folha, destaca que o PMDB capitaneou a derrubada do decreto dos conselhos populares com um objetivo claro: cortar na raiz a movimentação do Planalto contra a candidatura de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a presidente da Câmara. “A votação mostra que a Câmara tem maioria contra o PT e não aceita o PT no comando”, diz o deputado. Ele promete repetir a dose se Dilma Rousseff insistir no plebiscito da reforma política. “Vamos derrubar tudo. Nada disso vai passar. Vamos derrotar o governo”, desafia.

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“A bancada do PMDB não será aliada automática”, diz líder do partido

Eduardo Cunha
Eduardo Cunha
O recado é claro: se depender do PMDB, o próximo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) não terá parcerias fáceis na Câmara dos Deputados nem apoio para que a presidência da Casa seja ocupada por um petista. “A bancada do PMDB não será aliada automática para qualquer matéria”, disse o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), 56, líder do partido na Câmara, aos blogueiros do UOL Josias de Souza e Mário Magalhães, em entrevista nesta segunda-feira (27). “As nossas divergências são divergências sempre de conteúdo, nunca com relação à pessoa, nunca com relação ao governo. Mas cada governo, qualquer um que seja, sempre poderia ter conteúdos a serem colocados dentro do Congresso Nacional que o PMDB pudesse ficar contrário e ficaria, independente de quem fosse o presidente que estivesse no exercício do cargo, independente de estar ou não na base. Não é por causa de um cargo a mais ou de um cargo a menos que o PMDB vai jogar suas convicções para fora e votar contra suas convicções por manutenção de um cargo, isso não vai acontecer, eu lhe garanto”, afirmou o deputado. Embora seja apontado, nos bastidores, como provável candidato de seu partido à presidência da Câmara, Cunha não assume o interesse. “Ninguém é candidato de si mesmo, sou favorável a minha bancada continuar como líder. É muito prematuro a gente falar agora de candidatura”, respondeu. A cadeira é atualmente ocupada pelo deputado federal Henrique Alves, também do PMDB. Alves tentou o governo do Rio Grande do Norte, mas não se elegeu.

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PMDB é maioria entre governos estaduais e segundo partido na Câmara

A disputa eleitoral deste ano, em primeiro e em segundo turno, consolidou mais uma vez o poderio do PMDB nos estados e também na Câmara dos Deputados. O partido elegeu o maior número de governadores – sete, entre eles os do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul e 66 deputados federais, a segunda maior bancada na Câmara. O PT, que elegeu o maior número de deputados federais – 70 – conquistou o governo de cinco estados, entre eles, os de Minas Gerais e da Bahia – grandes colégios eleitorais. Resultado final dos governadores por partidos

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PMDB terá mais espaço no governo da presidenta Dilma, diz cientista político

O PMDB vai conquistar mais espaço no segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff. A avaliação é do cientista político da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e diretor do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), Geraldo Tadeu Moreira, para quem o PT saiu da eleição enfraquecido no novo arranjo do Congresso. “O PT perdeu 18 deputados na Câmara e perdeu senadores e governadores e teve uma vitória muito apertada. Isso significa que dentro do governo Dilma as cartas vão ser redistribuídas e provavelmente o PMDB vai ter uma posição ainda mais importante, mais central em seu governo. Ela ganhou mas uma vitória que a deixa mais fragilizada dentro da sua coalização de governo. Vai exigir dela mais sensibilidade política”, analisou. Para o cientista político, o grande desafio da presidenta agora é tratar da crise econômica, que segundo ele, está latente. Na avaliação do professor, o governo fez o possível para segurar a crise econômica e o próximo passo é recuperar a confiança dos mercados que nitidamente investiram em uma derrota da presidenta. “A presidenta Dilma agora vai restabelecer a credibilidade. Tem alguns desafios imediatos também como a crise energética que se avizinha com o problema da água em São Paulo e em outros estados. De imediato ela tem esses desafios”, disse. Quanto às políticas públicas ele não vê mudanças imediatas porque será um governo de continuidade.

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Temer fala em candidatura própria do PMDB à presidência em 2018

temer pmdb Vice na chapa da Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República, o presidente nacional do PMDB Michel Temer admitiu nesta segunda-feira (13) que o partido deve ter nome próprio à sucessão ao Planalto em 2018. “O nosso PMDB, que nunca segunda-feira, convenhamos, saiu dos seus municípios e veio para cá. Eu diria que é muito interessante, mais do que a minha eleição e da Dilma, isso significa que em 2016 nós vamos ter prefeitos no estado de São Paulo. Significa que em 2018 nós vamos eleger o governador de São Paulo e significa também que em 2018 nós vamos lançar um candidato à Presidência da República. Com esse entusiasmo que eu vejo aqui, quem é que segura o PMDB?”, indagou Temer parza uma plateia lotada de peeemdebistas. A manifestação do vice presidente ocorreu em reunião-almoço na zona norte da capital, que trouxe à capital integrantes das bancadas federal, estadual, prefeitos e vereadores para manifestar apoio à reeeleição da presidente Dilma Rousseff. O evento contou com pelo menos 70 dos 84 prefeitos peemedebistas do estado. Temer, no entanto, evitou cravar que ele mesmo possa ser o candidato em 2018, mas não ponderou sobre qual nome possa ser o postulante do partido na próxima eleição presidencial.

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