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Facebook tira do ar páginas ligadas a agência de petista

Facebook retirou do ar onze páginas e 42 perfis ligados à agência Follow, empresa de Miguel Corrêa –deputado, ex-secretário de Fernando Pimentel e candidato ao Senado pelo PT mineiro, registra O Globo. A Follow é a agência do caso dos cybermortadelas –ficou famosa por oferecer dinheiro a usuários de redes sociais em troca de postagens positivas para candidatos petistas. Além das páginas atreladas à agência, o Facebook tirou do ar o perfil pessoal de Corrêa e decidiu criar um filtro para impedir que os aplicativos da empresa do petista consigam publicar postagens pagas.

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Justiça Eleitoral do RN determina ao Facebook retirada de postagens do ar

O Facebook Serviços Online do Brasil está obrigado a retirar do ar, tanto no Instagram quanto no próprio Facebook, postagens patrocinadas feitas pelo perfil @joaomariada5, que traz conteúdo de informações falsas e propaganda eleitoral irregular. A representação foi assinada pelo advogado Abraão Lopes, que argumentou ao Judiciário Eleitoral o fato do perfil, que fazia postagens impulsionadas (pagas), trazia informações falsas e atentatórias contra candidatos.

A decisão liminar proferida pelo Tribunal Regional Eleitoral determina a urgência da retirada das postagens com conteúdo eleitoral que foram patrocinadas. Além disso, o proprietário do perfil está obrigado a não mais divulgar conteúdo patrocinado com referências eleitorais.

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Marina pede ao TSE que investigue Bolsonaro por ‘orquestração’ de ataque a grupo de Facebook

Marina Silva ingressou com uma ação no TSE contra Jair Bolsonaro por “orquestração” de ataque hacker à página de Facebook “Mulheres contra Bolsonaro”, informa a Folha. A candidata da Rede pede para a Justiça Eleitoral investigar possíveis atos de abusos dos meios de comunicação e do poder político por Bolsonaro, seu filho Eduardo e o general Hamilton Mourão.

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Hackear perfis ou páginas de Facebook é crime e rende até 5 anos de prisão

Recentemente, o grupo “Mulheres Unidas contra Bolsonaro” no Facebook foi hackeado. Com cerca de 1 milhão de integrantes, as organizadoras do grupo receberam diversas ameaças via WhatsApp e até a exposição de dados pessoais na internet. Dessa maneira, muitas pessoas se perguntaram o que a lei diz sobre isso — e a resposta é clara: até cinco anos de prisão e multa.

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Facebook é a rede social mais usada pelos eleitores do RN

O Facebook é a rede social preferida do eleitorado potiguar para se informar sobre política e eleições. De acordo com a Pesquisa Fiern/Certus, divulgada nesse domingo (2), 36,94% dos entrevistados acessam a plataforma criada por Mark Zuckerberg. O WhatsApp, com 28,29%, e o Instagram, com 13,82%, aparecem em seguida. Uma parcela de 6,47% se informa pelo YouTube e 1,06% pelo Twitter. Os portais de notícias e os blogs também foram postos na pesquisa como redes sociais. A preferência por esses canais é de 5,06% e 1%, respectivamente. A ‘3ª Pesquisa Fiern/Certus Retratos da Sociedade Potiguar’ foi realizada entre 24 e 27 de agosto e está registrada na Justiça Eleitoral sob os números RN-06196/2018 e BR-07862/2018. Foram feitas 1.410 entrevistas com eleitores maiores de 16 anos nas oito regiões do RN, sendo 54,47% das pessoas ouvidas mulheres e, consequentemente, 45,53% homens. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança de 95%.

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Discurso de ódio no Facebook reflete nos índices de crime de ódio, diz pesquisa

Você já deve ter ouvido alguém justificar alguma ideia com a frase: ‘só estou dando minha opinião?’. Uma pesquisa conduzida por Karsten Müller e Carlo Schawarz, da Universidade de Warnick, na Alemanha, revelou que o aumento de postagens de discurso de ódio no Facebook contra refugiados estão intimamente ligados ao crescimento de crimes contra o grupo.

A reportagem publicada pelo portal internacional TechCrunch explica que, inicialmente, os pesquisadores tinham a teoria de que o discurso de ódio no Facebook são como ondas do “sentimento antirrefugiados” por parte da direita, que resultam em crimes reais. E, como ondas, se propagam como qualquer outra, seja pela TV, por boca a boca, rádio e redes sociais.

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Facebook tem ranking de reputação de usuários que delatam notícias falsas

O Facebook está criando um ranking de usuários que mede a reputação na rede social. Funciona com uma escala de 0 a 1 para identificar quais usuários são mais confiáveis quando se trata de denúncias de material falso. O objetivo é identificar os usuários que avisam de maneira honesta o que é ou não notícia falsa – no esforço de evitar o problema na plataforma.

Esse sistema de classificações foi desenvolvido no ano passado, mas o Facebook nunca havia o reportado. É mais uma prova que a luta contra as fake news e qualquer material desonesto alcançou outro patamar.

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Facebook colabora com a Justiça e tira do ar primeiras fake news na campanha do RN

Envolvido em controvérsias quando o assunto é colaboração com a Justiça, o Facebook parece ter dado uma guinada em sua política de privacidade.

A rede social que foi duramente criticada por não colaborar com investigações especialmente ligadas ao uso do WhatsApp, em que alega não ter controle sobre o conteúdo, adota outra postura quando o assunto é o conteúdo publicado nela mesma.

Na campanha eleitoral em curso, no Rio Grande do Norte, o Facebook acumula duas representações onde foram exigidas a remoção de conteúdo ofensivo contra o senador Garibaldi Filho.

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Facebook abre registro a candidatos e partidos para publicar anúncios

O Facebook abriu o processo de registro para candidatos e partidos que vão divulgar propaganda eleitoral pela plataforma. O cadastro é obrigatório para o concorrente ou legenda que quiser lançar mão deste tipo de publicação paga na rede social durante as eleições. A exigência foi estabelecida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em resolução sobre o pleito deste ano.

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Instagram e Facebook incluem ferramentas para controlar tempo de uso

As redes sociais Instagram e Facebook vão incorporar a partir de agora uma série de ferramentas para que o usuário tenha maior controle e administre o tempo que dedica ao uso desses aplicativos. As opções novas são: um painel de atividade no qual aparece o tempo que o usuário dedica todos os dias à rede social, uma opção para delimitar o tempo diário de uso – o aplicativo envia uma mensagem quando ultrapassa um certo tempo – e a possibilidade de limitar notificações.

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Instagram e Facebook agora deixam controlar tempo que você passa no app

Facebook e Instagram anunciaram uma função de controle de tempo nesta quarta-feira (1). A ferramenta foi desenvolvida com base no feedback de usuários e em parceria com especialistas em saúde mental. Já havia rumores de testes do novo recurso desde de maio deste ano, e a versão final é um painel de atividades com informações sobre o tempo de uso do app nos últimos sete dias, lembrete diário que alerta quando há excesso de uso da rede e, por fim, configurações que ajudam a limitar as notificações dos aplicativos.

As definições serão configuradas separadamente em cada rede, e podem ser encontradas no Instagram na seção “Sua Atividade”, enquanto na rede de Zuckerberg estará sob a opção “Tempo no Facebook”. Segundo o Facebook, o objetivo das ferramentas é oferecer às pessoas maior controle sobre sua experiência nas plataformas: “o tempo que as pessoas passam no Instagram e no Facebook deve ser positivo, inspirador e com propósito”, diz o comunicado oficial.

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Facebook derruba “campanha coordenada de Fake News” nos EUA

Além das eleições presidenciais em 2018 no Brasil, o Facebook tem outra grande “festa da democracia” para se preocupar no segundo semestre deste ano. Haverá eleições locais nos EUA para as cadeiras do congresso norte-americano. Fora o golpe a uma rede de fake news no Brasil, a rede social também derrubou uma “campanha coordena” que buscava interferir nas eleições dos EUA, que acontecem em novembro.

Por lá, foram dezenas de páginas deletadas da rede social, sendo que o Facebook identificou um “comportamento inautêntico coordenado” entre elas. A empresa, contudo, não pôde encontrar uma pessoa ou uma organização responsável por essa campanha negativa.

Somadas, as 32 páginas, compartilharam milhares de postagens com informações falsas, e, nos últimos 14 meses, gastaram US$ 11 mil em anúncios no Facebook. Comparada com a intervenção russa nas eleições norte-americanas em 2016, esses valores são bastante irrisórios, mas é interessante entender que eleições locais normalmente têm impactos menores em plataformas globais como o Facebook.

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Facebook é processado após queda das ações

Segundo publicação do O Globo, o Facebook e Mark Zuckerberg, foram processados nesta sexta-feira no que pode ser o primeiro de muitos processos sobre o anúncio feito pela empresa de queda de lucro futuro, que reduziu o valor de mercado da rede social em cerca de US$ 120 bilhões. O processo foi aberto pelo acionista James Kacouris, em Manhattan, que acusou o Facebook, Zuckerberg e o vice-presidente financeiro, David Wehner, de fazerem comentários ilusórios ou não terem revelado anteriormente informações sobre desaceleração no crescimento da receita, queda das margens operacionais e recuos na base de usuários ativos. Ele disse que a queda de 19% das ações do Facebook no dia seguinte ao anúncio deveu-se a violações de regras de proteção ao mercado. O processo busca condição de ação coletiva e pede reparações de prejuízos não especificados. Uma representante do Facebook não comentou o assunto.

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MBL pede ao STF regra clara para banimento de páginas do Facebook

O MBL protocolou no STF mandado de injunção para que a Corte determine à Presidência da República a edição de norma clara para a remoção de conteúdos e páginas em ambientes virtuais. A ação decorre do banimento pelo Facebook de 196 páginas e 87 contas pessoais, acusadas de formarem uma “rede coordenada com o propósito de gerar divisão e espalhar desinformação”.

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Facebook perde US$ 128 bi em valor de mercado e vê conta de escândalos chegar

O Facebook sentiu ontem o primeiro impacto significativo dos escândalos em que se envolveu nos últimos meses. Ontem, ao divulgar seus resultados do segundo trimestre, a companhia previu queda nas margens de lucro e no número de usuários para o restante do ano. Com isso, as ações da rede social caíram 20% depois do fechamento do mercado, em Nova York. Isso significou uma perda de US$ 128 bilhões em valor de mercado em uma questão de horas para a rede social – já o presidente executivo Mark Zuckerberg viu sua fortuna cair em US$ 16 bilhões. A queda das ações do Facebook também derrubou o mercado de tecnologia.

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Facebook exclui páginas ligadas ao MBL que propagavam fake news

O Facebook excluiu, nesta quarta-feira (25), centenas de páginas e dezenas de contas na rede social que eram usadas para compartilhar notícias falsas no Brasil. As páginas eram ligadas ao Movimento Brasil Livre (MBL), grupo de direita que espalha conteúdos não checados na rede. O foco da ação é impedir ou reduzir a propagação de notícias falsas durante o processo eleitoral deste ano.

Em comunicado, o Facebook informou que foram removidas 196 páginas e 87 contas. De acordo com a empresa, “foi desmobilizada “uma rede coordenada que se ocultava com o uso de contas falsas no Facebook, e escondia das pessoas a natureza e a origem de seu conteúdo com o propósito de gerar divisão e espalhar desinformação”.

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Facebook vai dar transparência para anúncios eleitorais no Brasil

O Facebook confirmou nesta terça-feira, 24, que vai adotar no Brasil ferramentas de transparência para o uso da plataforma durante as eleições, especialmente por partidos e candidatos e no impulsionamento de conteúdos. O país será o segundo do mundo, depois dos Estados Unidos, onde esses recursos técnicos serão disponibilizados.

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Facebook vai bloquear ativamente contas de crianças e pré-adolescentes

Facebook e o Instagram vão começar a banir ativamente perfis de crianças que fingem ser maiores de idade para usar as redes sociais. Com a mudança, moderadores que trabalham nas plataformas poderão bloquear qualquer conta suspeita, confirmou um porta-voz da rede social ao site TechCrunch — o protocolo anterior era banir esse tipo de perfil somente mediante denúncias de outros usuários. Uma vez bloqueado, o dono da conta poderá recuperá-la se apresentar um documento de identidade com foto que prove que ele tem mais de 13 anos — é possível usar o celular para tirar a foto e encaminhar a imagem para a rede social. A atualização vai ao encontro dos termos de uso de ambas as plataformas: o texto alerta que menores de 13 anos não podem se cadastrar nas redes sociais. Na última semana, o britânico Channel 4 afirmou, em reportagem, que funcionários terceirizados pelo Facebook para revisar o conteúdo postado na rede social eram orientados a ignorar perfis que parecessem ter menos de 13 anos. “Precisamos de uma confissão de que a pessoa é menor de idade. Se não, nós apenas fingimos que somos cegos e que não sabemos qual a aparência de uma criança”, afirmou um funcionário da agência CPL Resources, que presta serviço para a rede social, ao canal de televisão. O Facebook defendeu-se afirmando que todo o trabalho das terceirizadas é checado uma segunda vez por funcionários da rede social. Em seu blog corporativo, a empresa disse estar reforçando a mensagem de que suas equipes não devem ignorar esses perfis.

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MP vai apurar legalidade do uso de reconhecimento facial pelo Facebook

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) abriu um inquérito pra apurar se a adoção de tecnologia de reconhecimento facial pelo Facebook está amparada na lei ou se é ilegal. Este tipo de recurso técnico vem sendo utilizado pela plataforma e em diversos outros locais, e agora é oferecido a lojistas pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Antes, o Facebook permitia que as pessoas marcassem a si e outros em fotos. Desde o fim de 2017, passou a utilizar sistemas de reconhecimento facial que identificavam pessoas nas fotos independentemente de qualquer solicitação destas. A empresa justificou que a ferramenta tinha como objetivo aumentar a segurança do usuário ao permitir que ele monitorasse imagens publicadas onde ele aparece.

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Facebook vai bloquear contas de crianças e pré-adolescentes

O Facebook e o Instagram vão começar a banir ativamente perfis de crianças que fingem ser maiores de idade para usar as redes sociais. Com a mudança, moderadores que trabalham nas plataformas poderão bloquear qualquer conta suspeita, confirmou um porta-voz da rede social ao site TechCrunch — o protocolo anterior era banir esse tipo de perfil somente mediante denúncias de outros usuários. Uma vez bloqueado, o dono da conta poderá recuperá-la se apresentar um documento de identidade com foto que prove que ele tem mais de 13 anos — é possível usar o celular para tirar a foto e encaminhar a imagem para a rede social.

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Facebook Dating ainda não chegou e já causa impacto

Um terço dos casais em divórcio no Reino Unido cita o Facebook como causa para a separação e há estudos a apontar para a influência negativa da rede social nas relações amorosas. Ciúmes, utilização excessiva do parceiro e descoberta de traições são alguns dos efeitos apontados com frequência. O que o Facebook não tentou fazer até agora foi precisamente o contrário: dar aos utilizadores ferramentas próprias para encontrarem o amor. Isso mudará este ano, quando a rede social lançar na sua aplicação móvel uma secção dedicada aos encontros amorosos denominada “Facebook Dating.” Depois do anúncio, feito pelo CEO Mark Zuckerberg no evento anual F8, produziram-se efeitos colaterais inesperados. A secção de relacionamentos amorosos ainda está a sendo construída, mas a firma de investigação Trustify já começou a notar um aumento súbito do volume de casos com perfis falsos que tentam seduzir utilizadores no Facebook. São tentativas de “catfish”, expressão inglesa que denomina casos em que alguém constrói um perfil falso online com o propósito de envolver uma vítima num relacionamento amoroso. Nem sempre a intenção é financeira, mas a Trustify calcula que fraudes deste gênero tenham custado mais de 5 milhões de dólares às pessoas que caíram no engodo durante os últimos três anos.

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Facebook e Google assinam acordo com TSE contra disseminação de ‘fake news’

O Facebook e o Google assinaram nesta quinta-feira, 28, um acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a disseminação de notícias falsas (“fake news”) na próxima campanha eleitoral.

O memorando de entendimento, obtido pelo Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, prevê que as empresas se comprometerão, em consonância com as normas internacionais de direitos humanos e boas práticas da indústria, “a combater a desinformação gerada por terceiros”.

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Facebook condena ataques a agências brasileiras de checagem de dados

Uma semana após iniciar uma parceria com agências brasileiras de checagem de dados, o Facebook divulgou uma nota criticando os “ataques” que as organizações têm sofrido de movimentos autointitulados de direita. Segundo a rede social, as agências verificadoras das chamadas fake news são certificadas e auditadas por uma instituição internacional apartidária. Nos últimos dias, após entrar em vigor a parceria, grupos como o Movimento Brasil Livre (MBL) criticaram a iniciativa, classificada por eles como “censura”. O acordo foi assinado no último dia 10 de maio entre o Facebook e as agências Lupa e Aos Fatos. Se uma notícia compartilhada no perfil de um usuário é denunciada por internautas e confirmada como falsa pelas agências, o Facebook automaticamente reduz sua distribuição no Feed de Notícias e impede o impulsionamento dela.

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Facebook faz novos testes com o botão “não curtir”

O “sonho” de muita gente que usa o Facebook é a existência de um botão “não curtir”, não é mesmo? Pois saiba que o Facebook parece estar ampliando os testes da ferramenta. O botão começou a ser testado nos Estados Unidos em fevereiro e agora alguns usuários da Nova Zelândia estão com acesso ao botão “downvote”. Algumas pessoas na Austrália, inclusive, também afirmam que já estão conseguindo visualizar a nova opção.

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Geraldo Melo: Opiniões divididas no Facebook

O ex-governador Geraldo Melo está apelando para o Facebook para decidir se será mesmo candidato nas eleições deste ano no Rio Grande do Norte. Um dos internautas respondeu: Não! O senhor foi um péssimo governador, quase matou os servidores públicos de fome. Outro respondeu: Geraldo Melo foi o melhor senador do Rio Grande do Norte. Enfim, as opiniões estão divididas.

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Dono do Facebook toma um sufoco

Zuckerberg tomando um sufoco do Senador Ted Cruz sobre o viés tendencioso esquerdista do Facebook, censurando e desativando páginas de entidades e pessoas da direita. Confira:

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O fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, passou mais de cinco horas respondendo perguntas

O fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, passou mais de cinco horas respondendo perguntas de um comitê de 44 senadores no Congresso dos Estados Unidos nesta terça-feira (10), por causa do escândalo do vazamento dos dados de mais de 87 milhões de usuários. A sessão conjunta das comissões de Justiça e de Comércio do Senado deu a cada senador apenas cinco minutos para questionar Zuckerberg, o que fez com que muitas perguntas não fossem respondidas e outras, deixadas para serem respondidas por escrito. Ele negou diversas vezes que sua empresa venda dados dos usuários, pediu desculpas por falhas passadas e disse que vai incrementar a segurança de sua rede social. MUDANÇAS No início da sessão, o CEO do Facebook destacou que, com o passar dos anos, foi obrigado a mudar as visões da empresa sobre segurança. Ele afirmou que no início, se preocupava apenas em fornecer ferramentas para os usuários se conectarem e que só com os problemas foi percebendo que supervisionar o bom uso dessas ferramentas era essencial. “Agora está claro que nós não fizemos o suficiente para evitar que essas ferramentas também fossem mal utilizadas. Isso vale para ‘fake news’, interferência estrangeira em eleições e discursos de ódio, assim como privacidade dos dados e a relação com os desenvolvedores”, Zuckerberg afirmou, lendo uma declaração que já havia sido divulgada na segunda-feira. Sobre o escândalo envolvendo o uso dos dados privativos de 87 milhões de usuários do Facebook pela consultoria britânica Cambridge Analytica, Zuckerberg disse que a empresa errou ao não auditar a destruição das informações.
“Soubemos em 2015 que a Cambridge comprou dados do desenvolvedor. Derrubamos o aplicativo e exigimos que apagassem os dados. Só que não fizemos uma auditoria completa e esse foi nosso erro. Quando nos contaram que tinham apagado os dados, acreditamos que o caso estava encerrado e, por isso, não notificamos os usuários”, contou.

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Presidente do Facebook admite falha na proteção de dados dos usuários

O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, classificou a incapacidade da empresa de prevenir episódios como a atuação da empresa Cambridge Analytica e a interferência russa nas eleições dos EUA de 2016 como “um grande erro” e pediu desculpas. Ele fala na tarde de hoje (10) em uma audiência conjunta das comissões Judiciária e de Comércio do Senado dos Estados Unidos (EUA) sobre a responsabilidade da companhia na proteção da informação de seus usuários.

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Facebook identificará autores de posts políticos

O Facebook afirmou nesta sexta (6) que passará a exigir identificação e localização de quem quiser divulgar anúncios políticos e eleitorais em sua plataforma, inclusive mensagens sobre temas sensíveis que estejam no debate público em diferentes países. A medida é anunciada no momento em que a empresa está acuada por controvérsias em três frentes: a forma como lida com dados de usuários; a origem escusa de parte do que divulga e sua responsabilidade na disseminação de notícias falsas. Na próxima semana, o fundador e CEO da firma, Mark Zuckerberg, vai depor ao Senado (dia 10) e à Câmara (11) a respeito de escândalos recentes de violação de dados e de suposta interferência estrangeira nas eleições americanas por meio do Facebook. “Apoiar um discurso positivo e evitar interferência nas eleições é uma das minhas principais prioridades para este ano”, afirmou Zuckerberg, citando o Brasil, Índia, México, EUA e Paquistão como exemplos de países com grandes disputas eleitorais nos próximos meses. Com as mudanças, anúncios políticos ou sobre temas políticos passarão a ter um ícone no canto superior esquerdo, identificando-os como tal e informando quem paga pelo material -de forma semelhante ao que ocorre em spots políticos na TV. A empresa diz querer por a ferramenta no ar até o fim de junho e estendê-la a outros países na sequência. Não está claro, porém, o que será considerado “tópico sensível”. O Facebook diz estar trabalhando numa lista com parceiros, e que quaisquer anúncios sobre temas “que estejam sendo debatidos em âmbito nacional” passarão por sua verificação. Só depois desse processo o material será divulgado. Nos EUA, posts sobre temas como imigração, porte de armas, direitos de pessoas LGBT e questões raciais foram usados por perfis fraudulentos, mantidos por agentes russos, para divulgar boatos e fomentar a divisão durante as eleições de 2016. A empresa já admitiu culpa e baniu centenas de páginas e perfis desde então. Segundo Zuckerberg, os usuários ganharão acesso a outros anúncios do mesmo patrocinador, inclusive os que não forem direcionados a seu perfil, e a um buscador de posts patrocinados. MEA-CULPA

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Facebook na mira

O Facebook entrou nessa terça-feira, 20, na mira de governos e agências regulatórias nos Estados Unidos e na Europa, três dias depois das revelações de que a empresa de inteligência Cambridge Analytica obteve, de forma ilícita, dados pessoais de 50 milhões de usuários da rede social. Isso permitiu que a empresa criasse ações de marketing digital para influenciar as eleições americanas que levaram Donald Trump à presidência e o referendo pré-Brexit, que decidiu pela separação do Reino Unido da União Europeia.

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Facebook questiona usuários se deve permitir que adultos peçam ‘nudes’ a crianças

Pensando em um mundo ideal, onde você poderia escolher as nossas políticas de publicação, como você lidaria com a seguinte situação: em uma mensagem privada, um homem adulto pede a uma menina de 14 anos uma foto nua. Isso deveria ser permitido no Facebook?”, essa foi uma das perguntas de um questionário polêmico feito pela rede social. As respostas disponíveis para a pergunta iam de ”esse tipo de conteúdo não deveria ser permitido no Facebook e ninguém deveria vê-lo” até ”esse tipo de conteúdo deveria ser permitido no Facebook e eu não me importaria em vê-lo”. No mesmo tópico, havia uma segunda pergunta feita aos usuários, desta vez questionando quem deveria ter poder de escolha sobre esse tipo de situação. As respostas disponíveis incluíam ”os usuários devem decidir por votação” e ”o Facebook deveria ter o controle sobre suas próprias regras”.

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Facebook inicia em março teste de serviço de assinatura de notícias no iOS

O Facebook vai permitir em março que veículos de imprensa criem serviços de assinatura dentro da rede social em aplicativos para iOS, sistema operacional da Apple. A iniciativa funcionará como um teste, nos mesmos moldes do que já ocorre no Android desde outubro do ano passado. A informação foi dada por Campbell Brown, diretora de parcerias do Facebook com a mídia, durante um evento promovido pelo site Recode nesta segunda-feira (12).  

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Folha de São Paulo contra o Facebook

A Folha de São Paulo desistiu do Facebook. “O jornal manterá sua página na rede social, mas não mais a atualizará com novas publicações.” A reportagem diz que, “em janeiro, o volume total de interações (compartilhamentos, comentários e curtidas) obtido pelas 10 maiores páginas de jornais brasileiros no Facebook caiu 32% na comparação com o mesmo mês do ano passado”.

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Regulação de grupos de Facebook e Whatsapp avança no Senado

Parece piada ou notícia de site de humor, mas é sério. Um projeto que visa criar uma regulação estatal sobre os grupos de redes sociais (Facebook, Telegram, Whatsapp e outros) avançou hoje no Senado Federal. De acordo com o PLS 347/2016, da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), os usuários com contas no FacebookWhatsapp ou Telegram, por exemplo, teriam de ser consultados antes de serem incluídos em cadastros e grupos, ou receberem convites para participar de eventos em redes sociais. O PLS 347/2016 modifica o Marco Civil da Internet para também determinar que essa anuência prévia deverá ser “livre, específica, inequívoca e informada” . De acordo com o projeto, o ônus da prova sobre o consentimento do usuário caberá ao provedor da aplicação. Se não tiver havido autorização prévia, o provedor “terá a obrigação de reparar os danos decorrentes do uso indevido dos dados do internauta”. O projeto foi aprovado nesta quarta-feira (7) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e terá que passar por votação final na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado Federal antes de chegar ao Plenário.

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Facebook divulga princípios sobre privacidade e lança campanha educativa

O Facebook divulgou hoje (29), pela primeira vez, seus princípios sobre a privacidade de dados dos usuários e anunciou uma campanha de esclarecimento sobre a política de privacidade da empresa. A iniciativa propõe explicar como a empresa utiliza os dados coletados de seus usuários e como estes internautas podem controlar as informações disponibilizadas em seus perfis. O anúncio ocorre logo após o Dia Internacional da Privacidade de Dados, celebrado ontem (28) justamente para aumentar a consciência das pessoas sobre a importância da privacidade e proteção de dados pessoais em ambientes digitais. Instituída em 2006, a data é um chamado para pesquisadores, ativistas, empresas, autoridades e usuários refletirem sobre o tema.

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Facebook reconhece perigo das redes sociais para a democracia

O Facebook reconheceu que um uso excessivo das redes sociais pode representar um perigo para a democracia, ao mesmo tempo que garantiu que está a fazer tudo para reduzir estes riscos. “Apesar de ser um otimista, não ignoro os perigos que a Internet pode provocar, mesmo no seio de uma democracia que funciona bem”, disse Samidh Chakrabarti, responsável pelo envolvimento cívico no Facebook, em texto divulgado esta segunda-feira. Mais uma vez, como já o tinha feito em janeiro o chefe do grupo, Mark Zuckerberg, a Facebook reconheceu ter subestimado em 2016 o seu papel na propagação de “informações falsas” e, de forma mais geral, não ter lutado de forma eficaz contra os conteúdos problemáticos que pululam nesta rede social.

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