Etiqueta: Eleições 2014

Major Fernandes quer a vaga de Disson Lisboa

Segundo contam pelos corredores do poder, o primeiro suplente da coligação “Liderados pelo Povo III” (PSD/PP/PEN/PRTB/PTC), Major Fernandes, impetrou mandado de segurança contra a diplomação do ex-prefeito de Goianinha, Disson Lisboa, no cargo de deputado estadual.

Em tempo: Fernandes ampara seu pedido na Lei da Ficha Limpa, que impede condenados em colegiados de ser diplomados.

Eleições 2014: dívida de campanhas no 1º turno chega a R$ 89 milhões

dinheiro 2Em meio às discussões sobre reforma política e possíveis mudanças no modelo de financiamento das campanhas eleitorais, os partidos terão que arcar com uma fatura indigesta, consequência direta do último pleito: R$ 89,8 milhões. Este é o valor da dívida deixada pelos candidatos a governador, eleitos ou não, que encerraram suas participações no primeiro turno do processo eleitoral. Levando-se em consideração apenas os 13 governadores eleitos no primeiro turno, a conta fica negativa em R$ 19,5 milhões.

Segundo matéria d’O Globo, a situação mais complicada é a do PT, que amargou um prejuízo de R$ 60 milhões, o equivalente a 66% do total. Nem mesmo Rui Costa, eleito governador da Bahia, construiu uma campanha saudável financeiramente, deixando uma dívida de R$ 13 milhões. Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde e derrotado na disputa pelo governo de São Paulo, ficou com o maior passivo entre todos os candidatos analisados: R$ 24 milhões. A situação seria ainda pior se o comitê de Dilma Rousseff e a própria direção nacional do partido não tivessem contribuído com Padilha. Em setembro e outubro, a campanha da presidente e o PT doaram, juntos, R$ 4,6 milhões.

Quem mais gastou dinheiro para se eleger

dinheiro jucurutuSegundo levantamento da Folha de São Paulo, os 540 parlamentares eleitos para o Congresso Nacional neste ano desembolsaram, ao todo, R$ 864 milhões para conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados ou no Senado Federal. Na média, cada congressista que tomará posse em 2015 gastou R$ 1,6 milhão em sua campanha eleitoral.

A maior parte dos eleitos (284 parlamentares) gastou mais de R$ 1 milhão na campanha eleitoral. E 142 investiram mais de R$ 2 milhões, o que representa 26% da nova bancada legislativa. O campeão em gastos da próxima legislatura do Congresso é o ex-governador de Minas Gerais Antonio Anastasia (PSDB), com R$ 18,3 milhões. Na sequência, aparece o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB), eleito senador com R$ 12,6 milhões.

Na Câmara dos Deputados, as campanhas eleitorais mais caras foram as dos deputados federais Arlindo Chinaglia (PT-SP), com R$ 8,4 milhões, e Iracema Portella (PP-PI), com R$ 7 milhões. Os dados fazem parte das prestações finais de contas entregues nesta semana pelas campanhas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O custo neste ano das 513 campanhas vencedoras à Câmara dos Deputados chegou a R$ 733 milhões. No Senado Federal, os 27 eleitos no país desembolsaram, ao todo, R$ 131,2 milhões.

Governadores eleitos gastaram, em média, R$ 21 milhões em campanhas

dinheiro 2Dados disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que o custo das campanhas eleitorais continuou crescendo no Brasil em relação a 2010. Levantamento do Correio revela que o preço médio das campanhas dos governadores eleitos em 1º turno ficou em R$ 21,08 milhões, valor cerca de 18% maior que o registrado em 2010, quando as campanhas dos 18 governadores eleitos em primeiro turno custaram, em média, R$ 17,7 milhões. Em alguns casos, a arrecadação não acompanhou o aumento de gastos, sobretudo para os derrotados nas urnas. Candidato do PT ao governo de São Paulo, o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, por exemplo, deixou a campanha com um débito de cerca de R$ 24 milhões.

No 1º turno, o voto mais caro do país foi o do governador eleito em Mato Grosso, o senador Pedro Taques (PDT). O parlamentar gastou R$ 29,5 milhões para obter cerca de 833 mil votos. O “preço” de cada um deles ficou em torno de R$ 35,46. O segundo colocado foi o governador eleito de Alagoas, Renan Filho (PMDB), com R$ 25,18 gastos por voto. Nessa conta, o voto mais barato pertence a Geraldo Alckmin, com apenas R$ 3,30 gastos por cada um dos cerca de 12,2 milhões de votos obtidos.

Cientista político pela Universidade de Brasília (UnB), o professor João Paulo Peixoto explica que é preciso considerar a dimensão do estado, a qualidade do material produzido durante a campanha e a quantidade de propaganda. “Governadores que disputaram a reeleição, por exemplo, precisam desembolsar menos dinheiro para se tornarem conhecidos. Eles geralmente já têm uma vitrine a apresentar. Outros, porém, precisam fazer um esforço maior.”

Candidatos a presidente da República nas Eleições 2014 prestam contas ao TSE

Os nove candidatos a presidente da República que participaram apenas do primeiro turno das Eleições 2014 e representantes de Eduardo Campos, que pediu registro de candidatura, mas faleceu antes do pleito, entregaram as prestações de contas finais das campanhas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prazo para a prestação de contas terminou nesta terça-feira (4).

As contas e os documentos que a compõem – como, por exemplo, os recibos eleitorais, extratos bancários e documentos fiscais dos gastos com recursos do Fundo Partidário – foram apresentadas em arquivo eletrônico. Apenas o candidato Levy Fidelix não apresentou a documentação física ao Tribunal. Dos 32 diretórios nacionais dos partidos, 28 entregaram a prestação de forma completa. O PCO, PT e PTC enviaram os arquivos eletrônicos, mas ainda não entregaram a documentação ao TSE. Somente o PEN não apresentou as contas por meio eletrônico e nem a respectiva documentação.

A Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997, art. 30, IV) determina à Justiça Eleitoral que notifique, no prazo máximo de cinco dias, os partidos políticos e os candidatos que não tenham apresentado as contas dentro do prazo. Após a notificação, as contas deverão ser apresentadas no prazo de 72 horas. Caso permaneça a omissão na prestação, as contas poderão ser julgadas como não prestadas.

Procurador-geral eleitoral contra pedido do PSDB para auditar resultado das eleições

O procurador-geral eleitoral, Rodrigo Janot, enviou hoje (3) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) parecer contrário ao pedido do PSDB para auditar o resultado das eleições presidenciais. Segundo o procurador, o partido “visa promover gravíssimo procedimento de auditoria sem que exista qualquer elemento concreto que o justifique”.

o entendimento de Janot, o pedido do PSDB é baseado em especulações de usuários das redes sociais, sem nenhum indício de fraude. “Não se pode justificar postura de um partido político do tamanho e da representatividade do requerente de, em baseando-se unicamente em comentários formulados em redes sociais, em boatos muitas vezes camuflados pelo anonimato, pretender a instauração de um procedimento que, a par de não previsto em lei, pode comprometer a credibilidade do sistema eleitoral deste país. Tal medida é de uma imprudência a toda prova, dada a real possibilidade de criar uma situação de instabilidade social e institucional”, diz.

O procurador-geral também ressalta no parecer que medidas de fiscalização, públicas a todos os partidos, foram disponibilizadas ao PSDB, como cópias dos boletins de urna, de arquivos eletrônicos, além de acesso aos programas de totalização dos votos. “Vê-se, pois, a partir de tais exemplos, que o sistema eleitoral brasileiro, ao qual o partido requerente empresta tão pouca credibilidade, por conta de boatos postados em redes sociais, pode ser amplamente acompanhado e fiscalizado, em suas mais diversas fases, pelos partidos políticos, circunstância que, aliada á ausência de indícios mínimos de irregularidade apontados pelo requerente impõem o indeferimento do pleito”, entende Janot

Pedido de auditoria feito pelo PSDB não é sério, diz corregedor

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro João Otávio de Noronha, disse que falta “seriedade” ao pedido do PSDB para a realização de uma auditoria especial no resultado da eleição presidencial. Para o ministro, os tucanos não apresentaram fatos que justifiquem a criação de uma comissão para investigar a apuração. Em entrevista aos jornais Folha de S. Paulo e O Globo, João Otávio afirmou que a iniciativa dos tucanos arranha a imagem do processo eleitoral e democrático do país e enfraquece a oposição, apesar de sua votação expressiva nas urnas.

“O problema é que não estão colocando em xeque uma ou duas urnas, mas o processo eleitoral. É incabível. Se você colocar em xeque o sistema eleitoral, aponte o fato concreto que vamos apurar”, cobrou o corregedor em entrevista à Folha. O corregedor afirmou que o Brasil não é a Venezuela ou a Bolívia e que não acredita que o pedido tenha partido do candidato derrotado, Aécio Neves (PSDB). “Não somos a Venezuela, a Bolívia. O Brasil é um país democrático e temos uma Justiça Eleitoral democrática. Não acredito que o Aécio esteja por trás disso. É muito negativo para a imagem do processo eleitoral e para o processo democrático. Estão questionando o próprio processo, ao insinuar que ele está viciado. Sou corregedor: que me apontem o erro, os vícios”, criticou, em declaração ao Globo.

Estrelas da oposição em ascensão e os derrotados nas urnas

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) termina o ano em que disputou a Presidência da República com um patrimônio de 51 milhões de votos e o desafio de se manter como principal opção de seu partido para a próxima corrida ao Planalto, em 2018.O DEM do senador José Agripino (DEM), presidente da sigla vê suas bancadas no Congresso encolherem a cada eleição.

Ainda segundo a Folha de São Paulo, o desafio de atuar de maneira mais incisiva ocorrerá no momento em que a bancada do PSDB no Senado ganha nomes de peso. José Serra (SP), que travou por anos uma disputa interna com Aécio, assumirá sua cadeira no ano que vem.Há ainda Álvaro Dias (PR), que se reelegeu com a maior votação que um senador teve no país.

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Manifestação contra Dilma em Brasília pede auditoria nas eleições

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Cerca de 350 pessoas, segundo a Polícia Militar, se reuniram em Brasília na tarde deste sábado (1/11) para pedir auditoria no resultado das eleições. O evento, organizado por meio de uma rede social, aconteceu simultaneamente com uma série de outras manifestações realizadas pelo país, contra a eleição da presidente Dilma Rousseff.

“Queremos uma auditoria independente e suprapartidária para esclarecer o que ocorreu”, pediu o advogado Matheus Sathler, organizador do evento brasiliense no Facebook. Ele defende a auditoria proposta pelo PSDB durante a semana e critica a reação dos eleitoras de Dilma diante do pedido do deputado Caio Sampaio (PSDB/SP). “Quem não deve, não teme”, criticou. Sathler foi candidato a deputado federal pelo DF e ficou conhecido por propor distribuição de “kit macho” nas escolas.

Pelo Brasil
O protesto também ocorreu em outras capitais. No Rio de Janeiro, manifestantes chegaram a carregar um caixão com a foto da presidente eleita. Em São Paulo, a polícia calcula que 1,5 mil pessoas ocuparam a Avenida Paulista. A comoção também chegou ao Twitter. Na tarde deste sábado (01/11), a hashtag #RIPDilma chegou ao topo dos assuntos mais comentados no país.

Número de urnas substituídas diminui do 1° para o 2° turno

urna-WM-5A Justiça Eleitoral (JE) registrou significativa redução, do 1° para o 2° turno das Eleições 2014, na quantidade de urnas eletrônicas substituídas durante o pleito. Das 361.435 urnas sem identificação biométrica, incluindo as utilizadas para justificativas, foram substituídas, no 1° turno, 3.693 urnas eletrônicas. Já no 2° turno esse número caiu para 2.499, apresentando uma redução de 32,33%. Quanto às 72.622 urnas eletrônicas com identificação biométrica, também incluídas as de justificativas, a JE substituiu 1.582 urnas no 1° turno, e 981 no 2° turno, registrando queda de 37,99% nas substituições.

Dentre os municípios com 100 ou mais seções eleitorais, o que teve maior número de urnas substituídas foi Palmares (PE), com a troca de oito das 121 urnas eletrônicas, todas com identificação biométrica. Em segundo ficou o município de Almirante Tamandaré (PR), que teve 12 das 183 urnas eletrônicas substituídas, seguido de Moreno (PE), com a substituição de oito das 123 urnas, essas também com identificação biométrica. Outros dois municípios do Rio Grande do Sul, Camaquã e Canguçu, tiveram 10 das 155 e 158 urnas, respectivamente, trocadas. Apenas três seções eleitorais em todo o país realizaram votação manual, sendo uma em São Paulo (SP), outra em Unaí (MG), e em João Alfredo (PE).

Prestação de contas das Eleições 2014 tem prazo para entrega

calculosCandidatos e partidos políticos deverão enviar, até o dia 04 de novembro, a prestação de contas dos recursos em dinheiro ou estimáveis em dinheiro que tenham recebido para financiamento de suas campanhas, bem como dos gastos realizados, para fins de cumprimento do que determina o artigo 38, § 1º, da Resolução TSE nº 23.406/2014. O procedimento consiste no envio, pela internet, de arquivo eletrônico contendo dados relativos à arrecadação e à aplicação de recursos nas eleições deste ano, o que deve ser realizado por meio de utilização de sistema específico, disponibilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral, o SPCE Cadastro.

Em seguida, dentro desse mesmo prazo, os prestadores de contas deverão dirigir-se ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, onde farão a entrega da documentação obrigatória (art. 1º, § 1º, da Resolução TRE nº 15/2014, c/c o art. 40, II, da Resolução TSE nº 23.406/2014). Para os candidatos que disputaram o segundo turno de votação (cargo de governador), o prazo para entrega das contas referentes aos dois turnos se estende até o dia 25/11/2014. Também neste prazo, estarão obrigados a prestar contas complementar os partidos políticos pelos quais tenham disputado tais candidatos, bem como os seus coligados (art. 38, § 2º, da Resolução TSE nº 23.406/2014).

Vice de Aécio disse que Dilma não terá lua de mel

O candidato a vice-presidente de Aécio Neves, Aloysio Nunes Ferreira, disse que a presidenta Dilma Rousseff “não tem direito à lua de mel”, prometendo uma oposição “firme” e “sem transigência”. Aloysio e Aécio retomam suas atividades parlamentares após o fim das eleições. “Não tem por que diminuir a intensidade da oposição. Ela (Dilma) não tem direito à lua de mel que todo governante recém-eleito tem quando tem novo mandato”, afirmou Nunes.

Mapa mostra que divisão entre Estados petistas e tucanos não é tão radical

A primeira leitura do UOL após o resultado por Estado da eleição presidencial deste ano mostra um país dividido: Nordeste, parte do Norte, Minas Gerais e Rio de Janeiro, vermelhos; e os demais Estados azuis, mostrando quem – Dilma Rousseff (PT) ou Aécio Neves (PSDB)– venceu em cada unidade da federação. Essa polarização, porém, não é tão radical. Afinal, os dois candidatos conseguiram votos em todos os Estados. Cada um deles conseguiu mais votos em determinadas regiões, mas isso não exclui a votação que o concorrente obteve na mesma área.

Tome-se o exemplo de Minas Gerais, onde a petista venceu, e que no mapa simples aparece em vermelho. A votação por lá, porém, foi a mais apertada entre todos os Estados. Dilma obteve 52,41%, e Aécio, 47,59%. A presidente foi reeleita neste domingo (26) com 51,64% dos votos válidos.

Um novo mapa, que ganhou as redes sociais nesta segunda-feira, mostra essas diferenças. Com variações de cor entre o vermelho e o azul, é possível observar melhor a proporção de votos em cada Estado. Assim, descobre-se que o Rio Grande do Sul não é tão tucano – Dilma teve 46,47% dos votos válidos dos gaúchos–, nem o Pará é tão petista, já que 42,59% dos eleitores de lá optaram por Aécio. Confira, no mapa, a variação dos votos:

Apoios infiltrados para Robinson Faria

infiltradoPassada a apuração dos votos, borbulham nas redes sociais “apoios” ao governador eleito pelo PSD, Robinson Faria. Bastou anunciar o resultado, muitos queriam deixar suas digitais na vitória do atual vice-governador do estado. Serviram a dois senhores…

Brasil tem eleição para presidente mais apertada desde disputa de 1989

O G1  destaca que o segundo turno entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) teve a disputa mais apertada para presidente desde 1989, quando o país voltou a ter eleições diretas para presidente. A vitória de Dilma só foi conhecida às 20h30, com 98% das seções apuradas. A petista liderava com 51,45% a 48,55%.

Em 1989, Fernando Collor de Mello (PRN) foi eleito no segundo turno, 53,03% dos votos válidos, contra 46,97% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em 1994 e 1998, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) ganhou no primeiro turno, com 55,22% dos votos válidos (1994) e 53,06% (1998).

Em 2002, após três derrotas, Lula (PT) foi eleito pela primeira vez ao alcançar 61,27% votos válidos no segundo turno, contra 38,73% de José Serra (PSDB). Em 2006, Lula (PT) foi reeleito no segundo turno, com 60,83% dos votos válidos, contra 39,17% de Geraldo Alckmin (PSDB).

Em 2010, quando conquistou seu primeiro mandato, a petista Dilma Rousseff também foi eleita no segundo turno. Na época, ela superou o tucano José Serra. Dilma foi eleita em 2010 com 56,05% dos votos válidos, contra 43,95% de Serra.

Abstenção aumenta, e votos em branco e nulos diminuem no segundo turno

400_130-Urna-eletronica-votoO segundo turno das eleições presidenciais foi marcado pelo aumento da abstenção. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o índice subiu de 19,39% no primeiro turno para 21,1% no segundo. Os votos em branco e nulos, no entanto, diminuíram.

Em números absolutos, 30,14 milhões de eleitores deixaram de ir às urnas no segundo turno, contra 27,7 milhões no primeiro. Ao todo, 2,44 milhões de pessoas votaram no primeiro turno, mas não repetiram o gesto hoje (26). A quantidade de votos em branco e nulos, no entanto, diminuiu. No segundo turno, os votos em branco somaram 1,71%; e os nulos, 4,63%. No primeiro turno, 3,84% dos eleitores haviam votado em branco e 5,8% haviam anulado o voto.

Henrique venceu em 13 cidades do Seridó e Robinson em 11

henrique robinson campanhaOs candidatos ao segundo turno no Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD) e Henrique Alves (PMDB), ampliaram suas votações no Seridó. O vice-governador passou 57.982 para 76.754 votos, enquanto o presidente da Câmara subiu de 74.949 para 80.068 votos.

Henrique venceu a disputa em treze cidades seridoenses (Bodó, Currais Novos, Equador, Ipueira, Jucurutu, Ouro Branco, Santana do Seridó, São Fernando, São João do Sabugi, São José do Seridó, São Vicente, Tenente Laurentino Cruz e Timbaúba dos Batistas).

E Robinson nas outras onze (Acari, Caicó, Carnaúba dos Dantas, Cerro-Corá, Cruzeta, Florânia, Jardim de Piranhas, Jardim do Seridó, Lagoa Nova, Parelhas e Serra Negra do Norte).

Abstenções cresceram no Rio Grande do Norte

TRE-BA-urna-eleicoes-2012Segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), as abstenções cresceram de 391.478, no primeiro turno, para 410.927 neste domingo (26). Enquanto isso, os votos brancos e nulos diminuíram.

No primeiro turno, 136.498 eleitores potiguares votaram em branco para o governo, mas esse total caiu para 58.770 no segundo turno. Já os nulos saíram de 315.236 para 244.893.

Confira as abstenções no Seridó

Considerando apenas os números do Seridó, a cidade de Cerro-Corá registrou o maior índice de abstenções de toda a região. Dos 8.553 eleitores aptos, 2.314 (27,05%). Já Santana do Seridó apresentou o menor percentual com apenas 9,40%.

Cerro-Corá: 2.314 eleitores (27,05%)
Currais Novos: 8.578 eleitores (25,93%)
Serra Negra do Norte: 1.547 eleitores (24,56%)
Lagoa Nova: 2.927 eleitores (24,55%)
Bodó: 682 eleitores (23,49%)
Jucurutu: 3.451 eleitores (22,70%)
Jardim de Piranhas: 2.571 eleitores (22,50%)
Ipueira: 374 eleitores (19,61%)
Caicó: 8.491 eleitores (19,12%)

Crivella diz que recorrerá até ao TSE para cassar o mandato de Pezão

O candidato ao cargo de governador do Rio de Janeiro,Marcelo Crivella (PRB), concede entrevista (Fernando Frazão/Agência Brasil)

O candidato derrotado ao governo do Rio de Janeiro pelo PRB, Marcelo Crivella, disse, hoje (26), que espera assumir o governo do estado se a Justiça Eleitoral cassar a candidatura do governador Luiz Fernando Pezão, vencedor das eleições. Crivella ressaltou que Pezão responde a 13 ações por irregularidades na campanha, incluindo abuso de poder econômico, abuso de poder político e por uso da máquina pública. “Espero a cassação do registro. Se houver cassação, ele não vai ser diplomado e entra o segundo colocado. Tenho todas as esperanças [de assumir o governo], não só eu como 3 milhões 450 mil fluminenses que votaram em mim. Nós estamos com esperança que o tribunal julgue, faça justiça”, disse Crivella, em entrevista na sede do comitê de campanha.

Crivella adiantou que, se houver vitória de Pezão no Tribunal Regional Eleitoral, pretende recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Nós vamos até o final. Se ele perder aqui, o PMDB deve recorrer ao TSE, mas a luta será árdua”. O candidato do PRB comentou também a vitória da presidenta Dilma Rousseff, do PT, sobre Aécio Neves, do PSDB, e disse que isso compensava sua derrota ao governo do estado. “Foi um alívio e uma alegria. A vitória da presidenta Dilma compensa as tristezas que nós passamos no âmbito regional”.

Vicentinho: partido terá de rever onde falhou e onde precisa melhorar

vicentinho universidade

O líder do PT na Câmara, deputado seridoense Vicentinho (SP), em entrevista há pouco para a Rádio Câmara, reconheceu que o partido deve discutir profundamente as ações para o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, eleita neste domingo. Vicentinho acrescentou que o partido terá de avaliar onde falhou e onde precisam melhorar para obter mais entendimento no Congresso Nacional. O líder reclamou, no entanto, que o Congresso ficou mais conservador.

Questionado sobre a divisão entre os partidos da base aliada, visto que muitos apoiaram o candidato Aécio Neves, Vicentinho acentuou que “será necessária uma boa conversa com os partidos da base aliada e também com os novos partidos.” Para o líder, o Congresso será fundamental para a caminhada do partido.” O líder disse ainda que a intenção agora é atuar com a participação do povo. “Embora os ataques tenham sido criminosos, o povo reconheceu o nosso trabalho”.

 

Com 95% das urnas apuradas, Dilma e Aécio estão praticamente empatados

Com 95,08% das urnas apuradas, a candidata Dilma Roussef (PT) lidera a disputa pela Presidência da República, com 50,99% dos votos válidos. Aécio Neves (PSDB) aparece com 49,01%. Os votos em branco somam 1,72% e os nulos, 4,65%. Até o momento, a abstenção registrada é 19,99%.

Comando do 6º BPM deslocou quase 60 policiais para outros municípios

Segundo o comandante do 6º BPM, major Walmery Costa, a eleição vem mantendo a tranquilidade no município de Caicó. Nenhuma ocorrência havia sido registrada na manhã de hoje (26). Segundo major Costa, o 6º BPM deslocou dez policiais para Mossoró, quatro para Triunfo Potiguar, vinte para Jucurutu, quinze da cavalaria para Santana do Matos e cinco para Florânia, principalmente nas áreas de zona rural.

 

Segundo turno: 142,8 milhões de eleitores estão aptos a votar neste domingo

As urnas estão abertas para receber o voto dos 142,8 milhões de eleitores que estão aptos a votar nas Eleições 2014. Os brasileiros escolherão o novo presidente da República e, em 13 estados e no Distrito Federal, também escolherão o novo governador. A votação será encerrada às 17h, considerando o horário de cada localidade. Os eleitores que estão fora do Brasil poderão votar nas 135 cidades espalhadas por 89 países. Ao todo, 354.184 estão aptos a votar no exterior, sendo que a eleição fora do país só ocorre para o cargo de presidente da República.

Em 764 municípios os eleitores votarão em urnas biométricas, ou seja, serão identificados por meio da impressão digital antes de votar. Mais de 21 milhões de eleitores serão identificados por essa modalidade. Toda a votação será por meio da urna eletrônica, que são 530 mil em todo o país. Serão instaladas mais de 450 mil urnas e as demais servirão de reserva, para serem utilizados em caso de falha ou defeito.

Para votar, o eleitor deve apresentar um documento oficial com foto e o título de eleitor. Quem não levar o título, mas souber o seu local de votação poderá votar apenas com o documento de identificação. São considerados documentos oficiais a carteira de identidade, carteira de identidade funcional, carteira de trabalho ou de habilitação com foto, certificado de reservista e passaporte. As certidões de nascimento ou casamento não serão aceitas como prova de identidade.

Eleitor tem 60 dias para justificar ausência na votação de hoje

O eleitor que estiver fora do domicílio eleitoral neste domingo (26) terá até 60 dias para preencher o Requerimento de Justificativa Eleitoral. O documento pode ser acessado gratuitamente nos sites do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos tribunais regionais eleitorais (TRE), cartórios eleitorais, postos de atendimento ao eleitor e fornecido, no dia da votação, nos locais destinados à justificativa.

Para estar em dia com a Justiça Eleitoral, o eleitor que estiver fora do domicílio poderá procurar hoje os postos de justificativa. Os endereços desses postos podem ser encontrados nos sites dos TREs. Nos locais, é só preencher o requerimento e entregá-lo aos mesários. Quem não estiver em dia com a Justiça Eleitoral não pode, por exemplo, obter passaporte ou carteira de identidade, participar de concursos públicos e obter empréstimos em estabelecimentos mantidos pelo governo.

Brasileiros que vivem no exterior voltam às urnas em 89 países

Seção eleitoral nos Estados Unidos - país com o maior número de eleitores brasileiros convocados para o pleito, 112,2 mil (Leandra Felipe/Agência Brasil)

Os brasileiros que vivem no exterior retornam às urnas neste domingo (26) para o segundo turno das eleições presidenciais. A votação ocorrerá em 135 cidades de 89 países. Ao todo, 354.184 pessoas estão aptas a votar no exterior, número 57% maior do que em 2010. Mais de 3,6 mil mesários trabalharão no pleito, em 916 seções.

No primeiro turno das eleições deste ano, 141.501 brasileiros votaram para presidente da República em 89 países. O número é 63% maior do que o registrado no primeiro turno das eleições presidenciais de 2010. A abstenção (número de eleitores aptos que não compareceram) também aumentou: de 55,5% para 59,9%. Quem não votou no primeiro turno, pode votar no segundo, pois a Justiça Eleitoral considera cada turno uma eleição diferente.

No primeiro turno, os eleitores que votaram fora do país preferiram o candidato Aécio Neves (PSDB). Ele teve 49,51% dos votos, contra 26,01% da candidata do PSB, Marina Silva. A petista Dilma Rousseff ficou em terceiro em território estrangeiro, com 18,35% dos votos. O maior número de eleitores em território estrangeiro está concentrado nos Estados Unidos (112,2 mil), seguido pelo Japão (30,6 mil). Os países europeus, juntos, abrigam 140 mil eleitores brasileiros, com destaque para Portugal (30,4 mil), a Itália (20,9 mil), Alemanha (17,5 mil) e Inglaterra (16.9 mil).

Como votaram os potiguares no primeiro turno

O blogue fez um levantamento dos números no primeiro turno das eleições potiguares. Estavam aptos 2.326.583 eleitores, mas foram apurados 1.935.105 votos. Os votos válidos somaram 1.483.371 (76.66%) e não compareceram para 391.478, ou seja, uma abstenção de 16,83%.

Candidatos

Henrique Alves (PMDB): 702.196 votos (47,34%)
Robinson Faria (PSD): 623.614 (42,04%)
Robério Paulino (PSOL): 129.616 (8,74%)
Simone Dutra (PSTU): 14.549 (0,98%)
Araken Farias (PSL): 13.396 (0,90%)
Brancos: 136.498 (7,05%)
Nulos: 315.236 (16,29%)

Próximo presidente assume Brasil ‘rachado’ pelas urnas

O jornal espanhol El País destaca que qualquer que seja o resultado das urnas neste domingo, metade do país sairá insatisfeita. Desde 1989 o Brasil não via uma disputa tão acirrada pela presidência da República e, dificilmente, o vencedor destas eleições ganhará de ‘lavada’. Na véspera da votação, o Instituto Datafolha apresentava um empate técnico entre a presidenta Dilma Rousseff e o senador Aécio Neves, que segundo o instituto chegam ao segundo turno com, respectivamente, 52% e 48% dos votos válidos.

Para o Partido dos Trabalhadores (PT), da candidata à reeleição, a oposição – amparada por parte da mídia tradicional – é a culpada por esse ‘racha’, devido à agressividade imputada na campanha. Já para o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), do presidenciável da oposição, foram os petistas quem dividiram o país, ao apostarem em uma campanha inspirada na luta de classes, no discurso do “nós contra eles”. Nas redes sociais, o clima de ‘fla-flu’ eleitoral virou até piada, com eleitores combinando de se unirem para passar o Natal e o Réveillon após brigar de família por conta da política. É provável que as relações familiares e as amizades sobrevivam a 2014, mas afinal, como governar pelos próximos quatro anos em um cenário tão belicoso?

Não se via uma eleição tão aberta desde 1989, quando o então sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disputou o Governo com o hoje senador alagoano Fernando Collor (à época, do nanico PRN). Na semana que antecedeu o segundo turno, Collor tinha 46% das intenções dos votos válidos contra 45% atribuídos a Lula, segundo o Datafolha. Nas urnas, o resultado não foi muito diferente: Collor foi eleito com 53% dos votos, enquanto o metalúrgico deixou as urnas derrotado, embora tenha sido escolhido por 46%.

Brasileiros voltam às urnas para eleger presidente e 14 governadores

urna eleiçãoNeste domingo (26), quando ocorre o segundo turno das eleições, estão aptos a votar, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 142.822.046 eleitores, sendo 52,13% mulheres e 47,78% homens. Esse eleitorado vai decidir quem será o futuro presidente da República entre os dois candidatos, Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), os mais votados no primeiro turno entre os 11 que disputaram o cargo.

No primeiro turno da eleição, em 5 de outubro, a candidata da Coligação Com a Força do Povo, Dilma Rousseff, conquistou 43.267.668 votos (41,59%) e o candidato da Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, obteve 34.897.211 votos (33,55%). O candidato que conquistar mais da metade dos votos válidos na disputa de hoje será empossado em 1º de janeiro de 2015 para um mandato de quatro anos.

Eleitores de 13 estados e do Distrito Federal, além de poder votar no candidato a presidente da República, devem votar também para eleger o futuro governador dos seus estados. Isso porque nessas 14 unidades da Federação, nenhum dos candidatos conseguiu, na eleição de 5 de outubro, a maioria de 50% mais um dos votos válidos, adiando para hoje a decisão sobre o futuro governante.

Abstenção chegou a quase 20% no primeiro turno

Dos 142,8 milhões de eleitores, compareceram ao pleito no primeiro turno 115.122.883, ou seja, 80,61%. As abstenções somaram 27.698.475 (19,39%). Os votos válidos foram 104.023.802 (90,36%), brancos, 4.420.489 (3,84%) e nulos, 6.678.592 (5,80%). Naquele dia, os eleitores puderam votar em presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

Do eleitorado total, vivem fora do Brasil e estão aptos a votar no presidente da República 354 mil brasileiros, que moram em uma das 135 cidades espalhadas por 89 países. O maior eleitorado está nos Estados Unidos, com 112,2 mil pessoas, seguido do residente no Japão (30,6 mil) e em Portugal (30,4 mil). Em países onde há menos de 30 eleitores não haverá votação.

Em condições de votar em trânsito, ou seja, fora do domicílio eleitoral, estão 79.452 eleitores, que poderão exercer esse direito em uma das 91 cidades que contam com urnas especiais para esse fim. Esses eleitores só poderão votar no cargo de presidente da República. Mais de 21 milhões de eleitores deverão votar pelo sistema biométrico, o equivalente a 15,18% do eleitorado nacional, em 764 cidades. Haverá votação nos 5.570 municípios brasileiros. O eleitor deverá comparecer à seção com documento oficial com foto e com o título.

Diferentemente do primeiro turno, onde o eleitor votou em cinco cargos, nesta nova fase a votação será para presidente da República e governador. A votação terá início às 8h e se encerrará às 17h em todo o país, obedecendo o horário da localidade. Com a entrada do horário de verão no último domingo (19), haverá diferença de três horas do início e do término da votação entre o estado do Acre e o Distrito Federal. Com isso, a divulgação dos primeiros resultados da eleição presidencial só terá início após as 20h, horário de Brasília.

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