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Candidato à presidência da Câmara foi alvo de tentativa de assalto

Deputado Eduardo Cunha O carro do deputado Eduardo Cunha (RJ), líder do PMDB e candidato à presidência da Câmara, foi atingido por um tiro em uma tentativa de assalto, segundo o parlamentar, no dia 3 de janeiro. Cunha contou que estava no banco do carona, parado em um engarrafamento na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca (Zona Oeste), quando o assaltante parou ao lado do motorista, em uma moto. Como o carro, um Tuareg, é blindado, eles não abriram a porta ou a janela. O assaltante atirou e fugiu em seguida. Cunha descartou qualquer motivação política. “Aconteceu à luz do dia, por volta das 18 horas. Muitos assaltos têm acontecido naquela região, quando os carros ficam presos no engarrafamento. O homem na moto foi em cima do motorista. Não reagimos, então ele deu um ou dois tiros, mas o carro é blindado e ninguém ficou ferido”, disse Cunha. O deputado não registrou a tentativa de assalto na polícia, mas comunicou o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). “Falei logo com o governador para evitar qualquer tipo de especulação. Houve uma tentativa de assalto”, afirmou.

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Eduardo Cunha acredita na vitória em primeiro turno para a Câmara

Depois de percorrer 24 estados, o candidato do PMDB à presidência da Câmara, Eduardo Cunha, chegou a terras potiguares. Aqui se reuniu com os colegas de parlamento, além do governador Robinson Faria (PSD). Em entrevista à imprensa, ele disse acreditar que terá “uma vitória expressiva no primeiro turno” com “vantagem muito grande”. Cunha disputa o cargo com os deputados Arlindo Chinaglia (PT) e Júlio Delgado (PSB).

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Cunha defende independência da Câmara

Mesmo sendo filiado ao principal aliado do Palácio do Planalto, o PMDB, o candidato à presidência da Câmara, deputado federal Eduardo Cunha confirmou à imprensa que manterá a posição de independência da Casa. “A Câmara deve ser independente e ter o respeito dos demais poderes e acima de tudo da sociedade brasileira. Nossa postura será para isso”, comentou.

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Candidato do PMDB à Câmara estará em Natal na sexta (16)

cunhahenrique Líder do PMDB e candidato à presidência da Câmara, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) virá a Natal na sexta-feira (16). Ele será recebido pelo atual presidente da Casa, Henrique Alves (PMDB), durante almoço no restaurante Abade. Segundo Cunha, seu grupo de apoio já contaria com mais de 300 votos. Ele teria o apoio dos potiguares Felipe Maia (DEM), Rafael Motta (PROS), Walter Alves (PMDB) e Rogério Marinho (PSDB).

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Candidato do PMDB à Câmara ganhou ao apelido de “Meu Malvado Favorito”

cunha gru No Palácio do Planalto, Dilma e assessores o apelidaram do pré-candidato do PMDB à presidência da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), “Meu Malvado Favorito”, pela frequência com que se posiciona contra os interesses do governo. É uma referência a uma animação em 3D cujo personagem principal, Gru, quer tornar-se o maior vilão da história, mas acaba se redimindo. A força desse carioca malvado vem de uma bancada particular, que ele lidera e manobra, com pelo menos 50 fiéis seguidores, alguns de outros partidos. Rumo a seu quarto mandato na Câmara, Cunha cultiva essa lealdade com favores de todo tipo. De ingressos para jogos de futebol no Rio a ajuda financeira para campanhas dos aliados.

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O inimigo que tira o sono do Planalto

eduardo cunha RJO lançamento oficial da candidatura do peemedebista Eduardo Cunha (RJ) na disputa pela presidência da Câmara está marcado para 2 de dezembro, dando início a dois meses em que o governo fará de tudo para impedir o que seria a coroação de anos de atuação do líder do PMDB em prol de seus aliados. Esse favoritismo vem sendo construído há anos. “Eu fico admirado com a capacidade de trabalho dele: sabe o nome de todos os deputados, sejam do PMDB, sejam de outros partidos. E costuma entregar o que promete, o que não é comum aqui”, diz o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), ao explicar por que Cunha tem obtido adesão, apesar da resistência do Planalto. Segundo o Estadão, o PT tentou encontrar um adversário à altura, mas não conseguiu. Entre os deputados, há um forte sentimento anti-PT. Tampouco tem sido uma saída convencer algum aliado a enfrentar o peemedebista.

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Eduardo Cunha: “Nós não fizemos um acordo eterno com o PT”

O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (Foto: Agência Brasil)Uma semana depois da eleição que garantiu uma vitória apertada da presidenta Dilma Rousseff, o PT enfrenta agora uma outra disputa árdua. Desta vez, pela presidência da Câmara dos Deputados, que reúne 513 Parlamentares e já começou a presenciar um levante, liderado pelo peemedebista Eduardo Cunha (RJ). Cunha já recebeu bandeira branca do PMDB, aliado ao Governo, para costurar as alianças necessárias para levá-lo à presidência no início de 2015, desfazendo um acordo entre os dois partidos pela alternância da liderança existente desde 2007. Na última eleição, em 5 de outubro, o PT elegeu a maior bancada da Casa, com 70 deputados, quatro a mais que o PMDB. “Esse acordo existiu em duas legislaturas, foi formatado no início delas. Não fizemos um acordo eterno de dividir com o PT nada. Fizemos um acordo em 2007 e repetimos o acordo em 2011. Não quer dizer que nós sejamos obrigados a repeti-lo sempre. Acordo é que nem contrato de locação. Você renova ou não. A gente não renovou. Hoje, o PT e o PMDB somos muito menores do que fomos porque as bancadas diminuíram. E o resto da Casa tem que participar. Não adianta eu querer fazer acordo se a Casa não quer”, disse ele.

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