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Tag: Dilma Rousseff

Filme mostrará Dilma engraçada e péssima cozinheira

Dilma reencontra ex-companheiras da Torre das Donzelas durante a posse de seu segundo mandato
Dilma reencontra ex-companheiras da Torre das Donzelas durante a posse de seu segundo mandato
Dias depois de tomar posse em seu primeiro mandato, em 2011, a presidente Dilma Rousseff foi convidada a cozinhar no programa “Mais Você”, de Ana Maria Braga, e mal conseguiu preparar uma omelete. Pôs a culpa no bate-papo com a apresentadora, mas, segundo ex-detentas que dividiram a prisão com ela na época da ditadura militar, Dilma nunca foi cozinheira de mão cheia. Essa será uma das revelações do documentário “Torre das Donzelas”, sobre a ala de um presídio de São Paulo onde ficavam confinadas as presas políticas durante a ditadura militar. “Todo o mundo falava isso. Quando era o dia da Dilma na cozinha, algumas colegas se recusavam a comer”, contou ao UOL, por telefone, a diretora do filme, Susanna Lira. Segundo a diretora, o documentário deve ficar pronto até o final deste ano e se concentrará nas histórias que se passaram na Torre das Donzelas, uma construção redonda, de estilo colonial, que fazia parte antigo presídio Tiradentes. Dilma permaneceu três anos no local, de 1970 a 1972, antes de ele ser desativado e demolido, em 1973, após ter a estrutura abalada por obras do metrô.

Dilma Rousseff, filma

Dilma já avisou: não existe “ministro de partido”, mas “ministro de governo”

dilma boxeSegundo o blogue do Gerson Camarotti, no G1, a primeira reunião ministerial do seu segundo governo, marcada para o próximo dia 27, a presidente Dilma Rousseff dará um recado para sua equipe: a de que não existe “ministro de partido”. E que todos os titulares do primeiro escalão são “ministros do governo”. No encontro, haverá uma parte reservada para explicar o ajuste fiscal. A determinação é que todos os ministérios devem ajudar no esforço para controlar os gastos públicos.

Dilma Rousseff

Dilma aparece com aprovação de 57,14% dos natalenses

dilmano O governo federal sob a gestão da presidente Dilma Rousseff (PT) foi avaliado pela pesquisa do instituto Certus, encomendada pelo portal Nominuto.com, no fim do ano passado. A petista foi aprovada por 57,14% dos natalenses, enquanto que outros 33,78% da população da capital potiguar desaprovou a gestão. A parcela de 8,07% dos entrevistados pelo instituto disse não saber apontar uma avaliação e 1,01% não responderam. Mais de 14% dos natalenses (exatos 14,12%) apontaram a gestão da petista como “ótima” e 31,93% como “boa”. Em contrapartida, 29,08% dos entrevistados definiram como “regular”, 7,73% “ruim” e 15,80% como “péssima”. A coleta de dados foi realizada no período de 20 a 21 de dezembro de 2014, quando foram ouvidas 595 pessoas por amostra de domicílio. O público alvo foram maiores de 16 anos com residência fixa em Natal. A margem de erro é de 3,0% para mais ou para menos com intervalo de confiabilidade de 95%.

Dilma Rousseff

Dilma aposta no PSD e PROS para garantir apoio no Congresso

dilmao O Globo destaca que, ao formar o ministério de seu segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff mirou no apoio que precisa ter na Câmara dos Deputados, tentando garantir a maioria numérica dos votos e uma relação menos turbulenta com os parlamentares. O Palácio do Planalto não quer ser refém dos peemedebistas. Principal partido aliado do PT, o PMDB foi a sigla da base que mais deu dor de cabeça à presidente nas votações e discussões feitas no Congresso durante o primeiro mandato. Para minimizar o peso e a pressão desse aliado, Dilma conta agora com o trabalho de Gilberto Kassab (PSD), no Ministério das Cidades, para agilizar a recriação do PL (Partido Liberal), e de Cid Gomes (PROS), na Educação, para liderar um bloco de partidos capaz de garantir a margem de segurança de que o governo precisa. Kassab e Cid foram colocados por Dilma em dois postos considerados chave da Esplanada dos Ministérios. Ao entregar pastas a oito partidos aliados – PSD, PP, PR, PTB, PRB, PDT, PROS e PCdoB -, Dilma buscou garantir o apoio dos 193 deputados dessas legendas. Com o PT, que elegeu 70 parlamentares, ela teria 263 votos, mais do que os 257 que formam a maioria absoluta dos 513 deputados eleitos e que são o número necessário para aprovar projetos de lei, medidas provisórias e barrar propostas da oposição. Apesar de o PMDB ser considerado pelo governo o mais infiel dos aliados, se somados seus deputados, o Planalto ainda conseguiria chegar a 329 votos, correspondendo à ampla maioria da composição da Casa – o que permitiria, inclusive, mudanças constitucionais.

Dilma Rousseff

Dilma abandona plano de dialogar com oposição

dilmaposse Josias de Souza destacou que Dilma Rousseff esquivou-se de mencionar a oposição no seu discurso de posse, neste 1º de janeiro de 2015. Abandonou a intenção de construir “pontes”. Em outubro, depois de sacramentado o resultado da disputa que travara com o tucano Aécio Neves no segundo turno da campanha presidencial, Dilma afirmara, em timbre enfático: “Essa presidente está disposta ao diálogo, e esse é meu primeiro compromisso no segundo mandato: o diálogo.” Decorridos pouco mais de dois meses, Dilma enumerou no discurso de posse (íntegra) as pessoas e grupos políticos que, segundo acredita, irão ajudá-la a “encarar os desafios” do novo ciclo. Citou quase todo mundo, até a militância do PT. Mas não retomou a ideia do diálogo. “Sei que conto com o apoio do meu querido vice-presidente Michel Temer, parceiro de todas as horas. Sei que conto com o esforço dos homens e mulheres do Judiciário. Sei que conto com o forte apoio da minha base aliada, de cada liderança partidária de nossa base e com os ministros e as ministras que estarão, a partir de hoje, trabalhando ao meu lado pelo Brasil. Sei que conto com o apoio de cada militante do meu partido, o PT, e da militância de cada partido da base aliada, representados aqui pelo mais destacado militante e maior líder popular da nossa história, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, disse a presidente.

Dilma Rousseff

Meteorologia: não há previsão de chuva no horário da posse de Dilma

20140819051653_cv_ROUSSEFFDILMA14209370_gdeMesmo com céu claro no início da tarde, a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia é que a posse da presidenta Dilma Rousseff tenha céu parcialmente nublado com possibilidade de chuva no final da tarde no Distrito Federal. A previsão, no entanto, é que não chova no horário da posse. “A tarde deve ter céu parcialmente nublado, sem previsão de chuva no horário da posse, mas com possibilidade de pancadas de chuvas isoladas no final da tarde”, segundo o meteorologista Manuel Rangel. A presidenta Dilma Rousseff sai do Palácio da Alvorada, residência oficial, às 14h30, e segue em carro fechado até a Catedral Metropolitana de Brasília, no começo da Esplanada dos Ministérios. A previsão é que Dilma deixe a Catedral às 14h45 em carro aberto até o Congresso Nacional onde entra e sai pela rampa do prédio. Em caso de chuva, a presidenta seguirá em carro fechado da Catedral até o Congresso e entrará pela chapelaria, que fica no subsolo do prédio.

Dilma Rousseff

Dilma terá base menor e precisará lidar com mais partidos na Câmara

20141008053342_cv_Dilma-lendo_gdeA presidente Dilma Rousseff assume o novo mandato na próxima quinta-feira (1º) com uma base menor na Câmara dos Deputados. Além disso, ela terá de lidar com uma maior pulverização de partidos na Casa: serão 28 partidos com representação na Câmara, seis a mais do que na legislatura anterior. “Isso é um desafio adicional”, afirma o analista político Antônio Augusto Queiroz, do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Hoje com a maior bancada da Câmara, o partido da presidente Dilma, PT, terá 18 deputados a menos na próxima legislatura: serão 69 deputados em 2015 contra os 87 atuais. Já o PMDB, partido do vice-presidente, Michel Temer, atualmente com 72 deputados, elegeu 66, seis a menos. Ao todo, os nove partidos que estão na chapa que elegeu Dilma (PT, PMDB, PSD, PP, PR, Pros, PDT, PCdoB e PRB) terão 304 deputados, 34 a menos do que as bancadas no final de 2014. Antônio Queiroz avalia que a presidente terá que agregar à sua base parlamentares de partidos independentes que tendem a votar com o governo, por exemplo, o PTB, que elegeu 25 deputados. Além disso, na visão dele, a presidente terá de mudar o estilo. “Ela terá que dar mais atenção aos parlamentares, dialogar mais, recebê-los mais em audiências, levá-los nas visitas a seus estados de origem, para que os parlamentares se sintam prestigiados. Do contrário, haverá muita dificuldade em reunir maioria para aprovar uma agenda de reformas compatíveis com o que as ruas e as urnas pediram nos anos de 2013 e 2014.”

Dilma Rousseff

Planalto faz ensaio para posse de Dilma

ensaioposse Sob sol intenso, o cerimonial da Presidência da República fez hoje (28), na Esplanada dos Ministérios, o ensaio da cerimônia de posse da presidente Dilma Rousseff, marcada para quinta-feira (1º), em Brasília. O motorista Valdeci da Silva Ribeiro, que dirigiu o Rolls Royce presidencial no ensaio, será o mesmo que conduzirá o veículo na solenidade oficial. “Tive a honra de fazer parte da história conduzindo a primeira mulher presidenta do Brasil [em 2010] e, agora, tenho a segunda oportunidade. Faremos um grande desfile de posse para o segundo mandato”, disse ele. Além do carro oficial, participaram do ensaio a cavalaria da Guarda Presidencial, homens da Forças Armadas, das polícias Federal, Civil e Militar e agentes do Departamento de Trânsito do Distrito Federal. No próximo dia 1º, mais de 4 mil homens participarão do esquema de segurança da solenidade de posse. São esperadas para a cerimônia de posse delegações de 60 países e 27 chefes de Estado de Governo, entre eles o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, os presidentes do Uruguai, José Mujica, da Venezuela, Nicolás Maduro, e do Chile, Michelle Bachelet.

Dilma Rousseff, posse

Dilma embarca com família para período de descanso na Bahia

dilma marolinha A presidenta Dilma Rousseff viajou nesta quinta-feira (22) para Base Naval de Aratu, próximo a Salvador, para um período de descanso com a família. Ontem (24), a presidenta passou a noite de Natal no Palácio da Alvorada. residência oficial em Brasília. A expectativa é que presidenta retorne a Brasília antes do Ano Novo. Além da posse para o segundo mandato de seu governo marcada para as 15h do dia 1º de janeiro, Dilma anunciou que vai indicar todos os nomes dos novos ministros até o dia 29, próxima segunda-feira. A Base Naval também foi o refúgio da presidenta no ano passado, quando também embarcou na companhia da filha, Paula, e do neto, Gabriel, para descansar no período do Natal e do Ano Novo.

Dilma Rousseff

Dilma propõe pacto contra a corrupção

dilma diplomada A presidente Dilma Rousseff afirmou ontem que o sistema patrimonialista de poder deixa uma “herança nefasta” ao eliminar as fronteiras entre público e privado. “Chegou a hora de firmarmos um grande pacto nacional contra a corrupção. É preciso arrancar os últimos traços dessa herança e jogar no lixo da história”, disse Dilma, que afirmou que irá convidar “todas as forças vivas da sociedade e as esferas de governo” para uma reforma política com viés voltado para o combate à corrupção. Dilma foi diplomada pelo Tribunal Superior Eleitoral como presidente reeleita e centrou seu discurso no escândalo de corrupção que afeta a Petrobras. “Alguns funcionários da Petrobras foram atingidos no processo de combate à corrupção. Estamos enfrentando essa situação com destemor”, disse Dilma, que definiu a estatal como estratégica. “Temos que saber apurar e saber punir sem enfraquecer a Petrobras”, sinalizando para a manutenção da política de partilha do pré-sal e de compras de conteúdo local. “Temos que continuar acreditando na mais brasileira das empresas”, que, de acordo com a presidente, tem sido “e vai continuar sendo um ícone da eficiência”.

Dilma Rousseff

Dilma Rousseff e Michel Temer são diplomados pelo TSE

dilma diplomada A presidenta Dilma Rousseff e o vice-presidente Michel Temer foram diplomados, há pouco, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para exercer mais um mandato de quatro anos. Nas eleições de outubro, candidata do PT à reeleição, Dilma foi eleita com 51,64% dos votos válidos pela coligação Com a Força do Povo. Com a entrega do documento, Dilma e Temer estão aptos para tomar posse, que está marcada para o dia 1º de janeiro de 2015. A cerimônia de diplomação é um ato formal, no qual a Justiça Eleitoral reconhece a eleição dos candidatos para que eles possam ser empossados no cargo. Participaram da solenidade os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), além de outras autoridades do Judiciário. Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e José Sarney também estiveram presente.

Dilma Rousseff, Michel Temer

TSE aprova com ressalvas contas da campanha de Dilma

20141028101448_cv_DILMADR_gdeAs contas da campanha da candidata Dilma Rousseff à Presidência da República, presidenta reeleita, foram aprovadas ontem (10), com ressalvas, em sessão extraordinária, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Por unanimidade (6 votos), os ministros decidiram seguir o voto do relator, ministro Gilmar Mendes. Em seu voto, o ministro ainda fez diversas sugestões para modificar os procedimentos para prestação de contas das campanhas eleitorais. Na segunda-feira (8), um parecer da assessoria técnica do TSE alegava a existência de irregularidades nas prestações parciais de contas da campanha. O documento foi questionado pela Vice-Procuradoria-Geral Eleitoral que também pediu a aprovação das contas com ressalvas. Durante o julgamento, a defesa de Dilma rebateu as argumentações e disse que seguiu todos os procedimentos para o lançamento de despesas das prestações parciais das contas. Na mesma sessão, O TSE também aprovou com ressalvas as contas do PT, seguindo o voto do relator, ministro Gilmar Mendes.

Dilma Rousseff

Ministro se pronuncia sobre contas de campanha de Dilma

Da coluna Painel, na Folha de S. Paulo desta terça-feira: Rito sumário Gilmar Mendes pretende apresentar até amanhã (quarta), seu voto sobre as contas da campanha de Dilma Rousseff. O ministro já se debruça sobre o parecer da área técnica do Tribunal Superior Eleitoral, que recomendou sua rejeição, e aguarda apenas a manifestação do procurador-geral eleitoral, Eugênio Aragão. Segundo técnicos do tribunal, um dos maiores problemas é a apresentação tardia de notas fiscais com datas retroativas, considerada falha grave pela resolução sobre contas eleitorais. Ansiolítico Edinho Silva, tesoureiro da campanha, tentou tranquilizar o Planalto quanto à regularidade das contas. Em conversa com Aloizio Mercadante (Casa Civil) antes de conceder entrevista sobre o assunto, garantiu que não há inconsistências graves na prestação.

Dilma Rousseff

Parecer técnico do TSE pede rejeição de contas de campanha de Dilma

20141008053342_cv_Dilma-lendo_gdeTécnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pediram ao ministro Gilmar Mendes a rejeição das contas da presidente Dilma Rousseff, nas prestações da campanha de 2014. Mendes, que é vice-presidente do TSE, é o relator da prestação de contas da petista e do comitê financeiro do PT. O relatório já foi encaminhado para o parecer da Procuradoria-Geral Eleitoral. O julgamento das contas está agendado para sessão do TSE de terça-feira, 9, porém a PGE tem 48 horas para se manifestar sobre o relatório técnico. O tribunal tem até quarta-feira, 10, para analisar as contas de campanha.

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Dilma defende Marta e diz que não deu prazo para ministros saírem

20141008053342_cv_Dilma-lendo_gdeA presidente Dilma Rousseff disse nesta quarta-feira (12) que não deu prazo para ministros entregarem os cargos e afirmou que soube com antecedência do teor da carta de demissão de Marta Suplicy do Ministério da Cultura. “Não estabeleci prazo para ninguém sair. O Palácio não fala, é integrado por paredes mudas. Só quem fala sobre reforma é essa pessoa modesta que vos fala aqui”, disse. “Não vou fazer a reforma ministerial imediatamente. Vou fazer por partes”, ressaltou a presidente. Dilma tentou minimizar a polêmica sobre a decisão de Marta em divulgar a carta de demissão nesta terça-feira (11) durante sua viagem presidencial ao exterior.

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Brasil prometido por Dilma poderá começar só em 2017

dilma PC Segundo previsão do Correio Braziliense, o Brasil prometido pela presidente Dilma Rousseff durante a campanha eleitoral poderá começar a sair dos planos e se tornar realidade em janeiro… de 2017. Com as contas públicas em desalinho, a inflação no teto da meta, os juros em alta e a necessidade de um arrocho fiscal que deve superar um contingenciamento de R$ 50 bilhões no Orçamento do ano que vem, dificilmente a petista conseguirá, no próximo ano, deslanchar o que prometeu durante a disputa contra o tucano Aécio Neves. Em 2016, a situação poderá estar melhor, dependendo das escolhas feitas e dos remédios adotados pelo governo no ano que vem. Mas, por ser um ano eleitoral — disputa para prefeituras e câmaras municipais —, contratos de obras e liberação de recursos só poderão ser feitos até o meio do ano, por conta das restrições do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com isso, as ações de Dilma poderão ficar para a segunda metade do segundo mandato. Ao longo da campanha e durante os debates na televisão, Dilma assegurou a ampliação do Minha Casa, Minha Vida, do Programa Ciência sem Fronteiras e do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), além da conclusão de várias obras de infraestrutura. Mas na última sexta-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já anunciou redução do fôlego do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A tesourada poderá atingir outros bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal, responsável justamente pelos contratos do Minha Casa, Minha Vida.

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Dilma escala Lula, Mercadante, Berzoini e Temer para pacificar aliados

dilma argumento Reeleita para mais quatro anos, a presidente Dilma Rousseff herdará um Congresso Nacional com uma base aliada fragmentada, rancorosa pelo descaso do primeiro mandato, ansiosa por mudanças no tratamento e voraz por mais cargos. Tudo isso embalado em um período de recessão econômica, que impedirá pacotes de bondade para o eleitorado. Na tentativa de distensionar as relações com o parlamento, Dilma alterou — pelo menos até o surgimento da primeira crise concreta no relacionamento — duas características que a marcaram no quadriênio 2011-2014: está mais disposta às conversas e deu autonomia para aliados dialogarem com os partidos que integram a coalizão governista. Quatro nomes foram escalados para a missão: o vice-presidente Michel Temer, designado pela presidente para domar o PMDB e, sobretudo, acalmar o líder do partido na Câmara, Eduardo Cunha (RJ); o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, responsável por contornar as insatisfações do PT; o chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que vai auxiliar Dilma no desenho do mapa ministerial e dos segundos e terceiros escalões do governo; e Ricardo Berzoini, ministro da Secretaria de Relações Institucionais, incumbido de monitorar as rebeliões no Congresso. O trabalho não será fácil. Durante o jantar de quinta-feira no Palácio da Alvorada com a bancada de deputados do PT e governadores eleitos pela legenda, Dilma disse que uma de suas prioridades será azeitar a relação com a Câmara. Precisará fazer uma reforma ministerial para iniciar o segundo mandato, o que, inevitavelmente, vai causar ciúmes. Mesmo com 39 ministérios, a luta por cada naco de poder é intensa, deixando a impressão de não haver espaço para todos.

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Dilma não trata de articulação política em reunião com petistas

dilma PT A presidenta Dilma Rousseff recebeu ontem (06) parlamentares e governadores, atuais e eleitos, do PT, para uma confraternização após as eleições de outubro. Dezenas de deputados, senadores, governadores, além de ministros do partido, participaram de um coquetel no Palácio da Alvorada. De acordo com relatos de participantes, as conversas foram informais e nenhum assunto específico foi discutido entre os presentes. Não houve discurso e Dilma se limitou a cumprimentar e conversar separadamente com seus correligionários, circulando pelas diversas rodas de políticos que informalmente se formaram. A disposição apresentada pela presidenta de promover mais diálogo, em seu primeiro discurso após o segundo turno, foi reforçada no encontro de hoje. De acordo com os presentes, o ambiente foi descontraído e as conversas, em sua maioria, trataram de amenidades.

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Dilma: perdedores não podem ter “ressentimento”

20141028101448_cv_DILMADR_gdeA presidente Dilma Rousseff voltou a defender ontem um diálogo entre vencedores e derrotados nas eleições. Um dia depois de o senador tucano Aécio Neves afirmar que o governo perdeu a legitimidade de dialogar com a oposição por ter feito uma campanha eleitoral virulenta, ela disse que não pode haver “ressentimento” dos perdedores. “Qualquer tentativa de retaliação por parte de quem ganhou ou ressentimento por parte de quem perdeu é uma incompreensão do processo democrático. E mais, criaria no Brasil um quadro caótico: o presidente eleito por um lado não conversa com o governador eleito por outro” afirmou a presidente, após um encontro com lideranças e parlamentares do PSD. Em seu primeiro discurso desde o dia do segundo turno, Dilma declarou que é hora de “desmontar os palanques”.

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Manifestantes convocam novos atos contra Dilma para o dia 15

Novos eventos de pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) foram marcados nas redes sociais para o feriado de Proclamação da República (15) em São Paulo, no Rio e em Brasília. Na capital paulista, a concentração foi marcada em frente ao Masp, na avenida Paulista, local onde foi promovida a primeira manifestação, no último sábado (1º). O evento está sendo convocado por dois grupos. Um deles é puxado pelo deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) e por Paulo Batista, que foi candidato a deputado estadual pelo PRP. O outro é organizado pelo empresário Marcello Reis. Ambos dizem não ser responsáveis pelos pedidos de intervenção militar na última manifestação.  

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Petição anti-Dilma recebe 100 mil assinaturas no site da Casa Branca

A insatisfação com o resultado das eleições no Brasil fez com que brasileiros apelassem até aos Estados Unidos para protestar. No site da Casa Branca (em uma seção destinada a petições batizada de We the People), uma petição criada em 28 de outubro – dois dias após a reeleição de Dilma Rousseff – pede que o governo americano se posicione oficialmente contra a expansão do “comunismo bolivariano no Brasil”, promovido pela administração da petista, além de assinaturas eletrônicas para chamar a atenção dos Estados Unidos para a causa. O documento já recebeu mais de 100 mil adesões até a tarde desta segunda-feira (3/11) e está entre as 20 petições mais assinadas entre as 99 disponíveis no site oficial da Casa Branca. Ao atingir 100 mil assinaturas, ele está apto a receber uma resposta da Casa Branca se posicionando sobre a causa. Para criar uma petição, basta ser maior de 13 anos, abrir uma conta no site da Casa Branca e ter o e-mail validado. 20141103182058157800i

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Dilma acelera negociações sobre nova equipe para o 2º mandato

20141008053342_cv_Dilma-lendo_gdeDepois de passar quatro dias descansando na praia da Base Naval de Aratu, na Bahia, a presidente Dilma Rousseff retoma nesta segunda-feira sua rotina em Brasília. Sem agenda definida para hoje, a presidente deve começar a tratar da montagem da equipe de seu segundo mandato. Para amanhã já está marcada uma conversa com o PSD, partido de Gilberto Kassab, tido como provável comandante de um dos 39 ministérios de Dilma. O partido espera ganhar o vultoso Ministério das Cidades. No Congresso, o governo, que já teve de engolir sua primeira derrota pós-reeleição, não terá descanso. Ao mesmo tempo que podem ser votadas duas matérias sensíveis – a PEC do Orçamento Impositivo e a do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) – a oposição fará na quarta-feira um encontro para definir seu papel a partir de 2015. O ato será no principal auditório da Câmara, o Nereu Ramos, e foi organizado pelo PSDB. Segundo O Globo, para tentar acalmar os ânimos no Congresso, os principais porta-vozes políticos de Dilma, Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Relações Institucionais), devem ter uma conversa com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Na semana passada, os dois se reuniram com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Dois dias depois de ganhar as eleições, Dilma sofreu sua primeira derrota no Legislativo, quando o plenário da Câmara sustou o decreto que regulamenta os conselhos populares. Hoje à noite Berzoini também reúne os líderes dos partidos da base do governo no Senado para tratar da pauta de votações. A derrubada da matéria dos conselhos será analisada agora pelos senadores.

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Dilma volta a Brasília após quatro dias de descanso na Bahia

A presidente Dilma Rousseff voltou a Brasília na tarde deste domingo, após quatro dias de descanso na Base Naval de Aratu, na Praia de Inema, na Bahia. A presidente viajou acompanhada da filha, Paula Araújo, e do neto, Gabriel, de 4 anos. Ela chegou de helicóptero ao Palácio da Alvorada por volta da 16h45. Ao desembarcar, carregava a biografia do presidente Getúlio Vargas, escrita pelo jornalista Lira Neto. Segundo O Globo, diferentemente de outras vezes em que esteve na base naval, desta vez a presidente não foi vista na praia. Nem mesmo o governador Jaques Wagner, cotado como futuro ministro no segundo mandato da presidente, foi visitá-la. Os dois só se encontraram na noite de quarta-feira, quando Wagner foi recepcioná-la na Base Aérea de Salvador. Dilma volta a despachar no Palácio do Planalto nesta segunda-feira. A presidente vai cuidar preferencialmente de articulações para formação do próximo ministério, pois pretende tomar posse no novo mandato já com a equipe renovada. As negociações serão interrompidas pela Cúpula do G-20 (grupo de países emergentes), nos dias 15 e 16 de novembro, em Brisbane, na Austrália.

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Protesto contra Dilma Rousseff fecha avenida Paulista

Segundo o IG, cerca de 1.500 manifestantes ocupam as duas pistas da avenida Paulista na tarde deste sábado (1°) em um protesto contra a presidente Dilma Rousseff, de acordo com a Polícia Militar. O ato na zona oeste de São Paulo começou às 14h embaixo do Museu de Arte de São Paulo e, pelas 16h, fechava a avenida na altura da rua Augusta. De acordo com a PM, os manifestantes seguem para o Parque do Ibirapuera. O trajeto não foi definido. Manifestantes carregam faixas de “Fora PT” e “Dilma sabia”, além de pedidos de impeachment da presidente e de intervenção militar. Na tarde deste sábado acontece também um protesto contra o governador de São Paulo Geraldo Alckmin por conta da crise de água que atinge o Estado. Às 16h, cerca de 200 pessoas estavam reunidas no Largo da Batata (zona oeste de São Paulo).

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Com dívidas milionárias, aliados recorrem a Dilma

Amargando dívidas milionárias referentes à disputa eleitoral deste ano, candidatos a governador aliados ao governo federal pedem agora socorro ao comando da campanha de Dilma Rousseff à reeleição. Os apelos são suprapartidários: vão do PT ao PSB de Marina Silva, como é o caso do governador reeleito da Paraíba, Ricardo Coutinho. “Devo e não nego. Pagarei quando puder”, afirma o governador ao UOL. O comitê de campanha de Coutinho recorreu à equipe da presidente no segundo turno. Os petistas recomendaram a um doador que colaborasse com R$ 2 milhões para a campanha do pessebista. Os pedidos mais insistentes partem dos próprios petistas, sobretudo os derrotados. Terceiro na corrida para o governo de São Paulo, Alexandre Padilha encerrou a disputa com um buraco de cerca de R$ 30 milhões. Nos dois primeiros meses de campanha, a candidatura angariou R$ 4,2 milhões, menos de 1/3 do que arrecadou o governador Geraldo Alckmin (PSDB) no mesmo período. Além de Padilha, o senador Lindbergh Farias também pede ao PT ajuda para liquidar suas dívidas de campanha ao governo do Rio. Segundo ele, o rombo pode superar R$ 6 milhões. “É muito ruim perder. Os doadores acabam fugindo”, lamenta Lindbergh. 14303845

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Gastos da campanha de Dilma vai passar dos R$ 380 milhões

Dilma: campanha milionáriaA campanha de Dilma Rousseff elevou mais uma vez o seu limite de gastos para a campanha: o teto chegou a 383 milhões de reais. A informação é do colunista Lauro Jardim. No dia 20 de outubro, a campanha petista já havia aprovado a elevação do teto de 298 milhões de reais para 338 milhões de reais. A alteração solicitada foi deferida pela ministra do TSE Maria Thereza de Assis Moura. Com a vitória, não será difícil passar o chapéu nas grandes empresas e arrecadar a grana.

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Após campanha, Dilma descansa em base naval na Bahia

A presidenta Dilma Rousseff viaja nesta quarta-feira (29) para a Bahia. Ela vai passar os próximos dias descansando na Base Naval de Aratu, próxima a Salvador. De acordo com a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, a previsão é que Dilma retorne a Brasília no próximo fim de semana. De propriedade da Marinha, a Base Naval de Aratu é usada pela presidenta para descanso em alguns feriados. Acompanhada de sua filha, Paula, e do neto, Gabriel, a presidenta entrou por volta de 18h30 no helicóptero com destino à Base Aérea de Brasília, de onde embarca para a Bahia. Durante o período eleitoral, Dilma sofreu várias vezes de rouquidão, devido à agenda intensa e chegou a ter uma queda de pressão após um dos debates de que

Dilma Rousseff

Na Câmara, 14 pedidos de impeachment de Dilma

Deu no Cláudio Humberto: dilma copa 2 Há 14 pedidos de impeachment da presidenta Dilma protocolados na Câmara dos Deputados, dois deles provocados pelo recente escândalo do Petrolão. Além disso, a revelação de que ela, como Lula, sabia de tudo, segundo o doleiro Alberto Youssef contou à Justiça Federal na semana passada, fez acelerar um abaixo-assinado no site Avaaz: ontem, no começo da noite, já havia mais de 1,1 milhão de adesões. NÃO PROSPERAM “Aquecidos” pela eleição de domingo, os pedidos de impeachment dificilmente vão prosperar: a maioria governista na Câmara os arquiva. AUTORIA Os dois pedidos de impeachment de Dilma foram protocolados na Câmara pelos advogados Luis Carlos Crema e Matheus Sathler. HISTÓRICO Onze pedidos de impeachment já foram arquivados pelos presidentes da Câmara da era Dilma, Henrique Alves (PMDB) e Marco Maia (PT).

Dilma Rousseff, impeachment

Dilma anuncia mudanças na economia até o final do ano

20140819051653_cv_ROUSSEFFDILMA14209370_gdeEm entrevista transmitida ao vivo no Jornal Nacional (TV Globo) desta segunda-feira (27), a presidenta reeleita Dilma Rousseff evitou detalhes, mas garantiu que em breve fará mudanças no campo da economia – um dos pontos mais criticados do seu primeiro mandato. Questionada pela apresentadora Patrícia Poeta sobre quando as anunciará, Dilma estabeleceu um prazo: até o fim do ano. “Externei ontem que não ia esperar a conclusão do primeiro mandato para iniciar todas as ações, no sentido de transformar e melhorar o crescimento da nossa economia. Eu vou abrir o diálogo com todos os segmentos; quero dialogar com setores empresariais, financeiro, com o mercado, dentro e fora do mercado, para discutir quais são os caminhos do Brasil. Pretendo colocar de forma muito clara as medidas que vou tomar. Agora, não é hoje. Antes do final do ano, vou fazer [as mudanças] neste mês que se inicia na próxima semana”, declarou a petista, que concedeu a entrevista direto de Brasília. Mais cedo, em entrevista gravada à TV Record (leia mais baixo), a petista disse que não seria o momento de abordar nomes para uma eventual reforma ministerial. Evitando também as especulações sobre o próximo ministro da Fazenda (durante a campanha, ela anunciou a saída de Guido Mantega), Dilma também não respondeu ao colega de bancada de Patrícia, William Bonner, quando – e como – fará a reforma tributária. “Se tem uma coisa que eu procurei fazer, foi a reforma tributária”, lamentou a presidenta, acrescentando ter feito, por meio da base aliada, avanços no Congresso sobre a legislação referente ao ICMS (Imposto sobre Mercadorias e Serviço). “Fomos até muito criticados. Fizemos tributação sobre folha de pagamento, tentamos fazer uma discussão sobre PIS/Cofins, fizemos uma reforma tributária sobre Supersimples”.

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Dilma Rousseff vota em Porto Alegre

dilma com chimarrao no colegio (Foto: Reprodução/RBS TV) A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff(PT) , votou por volta das 8h43 deste domingo (26) na Escola Estadual Santos Dumont, na Zona Sul de Porto Alegre. Acompanhada do governador do Rio Grande do Sul e também candidato à reeleição, Tarso Genro (PT), a presidente levou poucos segundos para registrar seus votos na urna. Dilma chegou sorridente à seção eleitoral, cumprimentou jornalistas, eleitores e mesários. A presidente também tirou fotos com admiradores. Antes de votar, ela tomou chimarrão de uma cuia que estava com um dos mesários. A agenda de Dilma prevê retorno a Brasília ainda na manhã deste domingo (26). Ela ficará no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, até o final da apuração dos votos. Durante a manhã, antes de votar, Dilma tomou café da manhã com Tarso Genro e outros integrantes do partido no Hotel Plaza São Rafael. No local, concedeu uma rápida entrevista e disse que a campanha eleitoral foi “cheia de mudanças”. Ela também comentou o nível de acirramento do tom da disputa entre os candidatos e afirmou que houve momentos “lamentáveis”.

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Plateia entoa ofensa a Dilma em evento do UFC

Em luta renhida, encerrada na madrugada deste domingo eleitoral, o brasileiro José Aldo venceu por pontos o desafiante norte-americano Chad Medes, mantendo o cinturão de campeão do UFC na categoria peso-pena. Deu-se no Rio de Janeiro, no Maracanãzinho. Durante o evento, a plateia entoou várias vezes o coro ofensivo que as arquibancadas da Copa já haviam dedicado à presidente da República. Dessa vez, Dilma não estava presente.

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Dilma passa mal ao vivo após debate

Dilma passou mal ao vivo após o debate / Reinaldo Canato/UOL/FolhapressA candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, passou mal ao vivo após a realização do segundo debate entre os candidatos, na noite desta quinta-feira. Ao dar entrevista ao vivo para o SBT ao final do debate, a candidata se enrolou e não conseguiu completar a declaração: “minha pressão caiu”, disse Dilma. Imediatamente, a repórter conduziu Dilma à cadeira para receber atendimento e água. Alguns minutos depois, Dilma voltou a conversar com a jornalista. “Tive uma queda de pressão. Peço desculpas, mas é assim que nós somos”. Dilma queria refazer a entrevista, mas a repórter alegou que não poderia pelo tempo da lei eleitoral. A presidente emendou um “se é assim que você quer, assim será”.

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No Piauí, Dilma diz que PSDB é a ‘elite que despreza o Nordeste’

A presidente candidata à reeleição, Dilma Rousseff, durante a plenária com prefeitos e lideranças nesta quarta-feira (08), em Teresina, no Piauí No primeiro comício do segundo turno, a presidente candidata Dilma Rousseff (PT) intensificou a aposta nas divisões regionais e econômicas do Brasil como método para captar votos: em um comício em Teresina (PI), a petista acusou o PSDB de ter uma visão “elitista” que despreza o Nordeste. Dilma direcionou seu discurso a três programas de seu governo que têm grande apelo popular: o Bolsa Família, o Minha Casa, Minha Vida e o Mais Médicos. Nos três casos, ela colocou em dúvida a sinceridade do adversário Aécio Neves (PSDB) ao defender a continuidade dos projetos. Dilma afirmou que o PSDB não fez o que deveria quando esteve no poder. “E por que quando puderam fizeram um Bolsa Família mirradinho assim, pequenininho assim, para poucas pessoas?”, indagou.

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