Síndrome das “pernas inquietas” triplica chance de suicídio, diz pesquisa

Indivíduos que tenham a condição da síndrome das pernas inquietas (RLS), são mais prováveis a se machucarem ou se suicidarem. De acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, pessoas com esta condição, que consiste no desejo quase compulsivo de mexer as pernas, têm até três vezes mais chance de se machucarem propositalmente do que seres humanos que não a possuem.

O RLS, também conhecido como doença de Willis-Ekbom, é mais aparente durante o período noturno e pode impedir que a pessoa garanta uma boa noite de sono, por gerar desconforto e uma certa impossibilidade de relaxar. A doença não afeta somente as pernas: em certos casos, o indivíduo pode ter vontade de mexer compulsivamente partes do corpo como os braços e a cabeça. A sensação foi descrita por pacientes e instituições como se houvesse “água com gás dentro das pernas”.

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