
O plano A de Henrique é assumir a presidência da Câmara, se reeleger em 2014 e continuar no comando da Casa. No entanto, ele já está vendo que a situação fica cada vez mais difícil.
O PMDB não abre mão de permanecer na presidência do Senado, onde tem a maior bancada. O PT, que tem o maior número de deputados federais, não pretende deixar o comando das duas Casas nas mãos dos peemedebistas.
Enquanto as articulações seguem em Brasília, o deputado “todo poderoso” trata de viabilizar seu nome como candidato ao Senado na chapa da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) para 2014. Se o plano A não funcionar. O plano B já está armado.



