Secretário de Saúde se reúne com Ministério Público para discutir prioridades da gestão‏

O secretário de Estado da Saúde Pública, Domício Arruda, e a secretária adjunta Ana Tânia Sampaio receberam na tarde desta quinta-feira a visita das Promotoras de Justiça da Saúde Iara Pinheiro, Elaine Cardoso e Danielle de Carvalho. A reunião aconteceu na sede da Sesap e teve como objetivo apresentar um documento que contempla questões que o Ministério Público do Rio Grande do Norte considera essenciais e prioritárias na agenda do novo Governo.

O teor desse documento era a lista com as demandas judiciais que estão em andamento na Justiça. Uma das ações diz respeito à parceria de co-gestão hospitalar com alguns municípios, onde eles são obrigados a assumir o pronto atendimento, enquanto toda a parte hospitalar seria de responsabilidade do Governo do Estado. Porém, apenas um município, Macaíba, vem cumprindo essa obrigação e o MP deu um prazo de 30 dias para que essa parceria seja regularizada.

As promotoras também solicitaram transparência na gestão financeira-orçamentária da pasta e urgência na resolução de problemas ligados ao setor de ortopedia dos hospitais, em especial a reabertura da ortopedia do Hospital Santa Catarina, o que já foi solicitado pelo MP desde 2006.

As promotoras se colocaram a disposição da Sesap para orientar e contribuir com a resolução dessas questões judiciais. Para isso, já agendaram outras duas reuniões: uma delas no dia 20 de janeiro para tratar sobre um convênio com o Samu e outra no dia 27 sobre uma ação relacionada ao Programa de Apoio ao Diabético, que já foi implantado, mas ainda não foi executado.

2 respostas

  1. Promotoria pública sabe mesmo jogar para platéia ver. É muito fácil cobrar a instalação de serviços médicos especializados em hospitais municipais. Mas, e a estrutura? a remuneração digna? Por que não oferecem aos médicos e demais profissionais de saúde seus salários fartos, suas instalações suntuosas, gigantescas e modernas , como também suas 2 férias anuais (recessos forenses)? Por que não obrigam os agentes publicos (executivo, legislativo e judiciário) a serem tratados e utilizar os hospitais públicos? Somos realmente iguais perante a lei? Por que o pobre vai para o Walfredo Gurgel e o agente público para o Sirio-Libanês? Pimenta no dos outros é refresco.

  2. Será que ele sabe que o hospital regional de Assú estava ontem a tarde sem médicos e sem medicamentos!!!!!! Chegou a hora de trabalhar e falar menos dentro de gabinetes!!!!!

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