Seca reduziu lucro em 76% das empresas no Rio Grande do Norte

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A Tribuna do Norte destaca  os impactos da seca no Estado. A escassez de chuvas por um período prolongado no semiárido do Rio Grande do Norte não provocou efeitos negativos apenas ao homem do campo. Ao contrário, além do sertanejo, o impacto da estiagem avançou mais e prejudicou os negócios também na área urbana dos municípios inseridos no perímetro da seca. Segundo o estudo ‘O Impacto da Seca Para As Micro e Pequenas Empresas no Semiárido do Rio Grande do Norte’, realizado pelo Sebrae RN, 69% dos negócios instalados na zona urbana de 33 cidades potiguares foram, de alguma forma, afetados pela aridez, principalmente o comércio.

De acordo com os dados, divulgados ontem, 76% das pequenas empresas registraram queda no faturamento. As micro e pequenas empresas (MPEs) que tiveram maior impacto com a seca estão localizadas nos municípios de Almino Afonso, Apodi, Florânia, Ipanguaçu, Lajes, Patú e Serra Negra. Realizada entre maio e junho deste ano, a pesquisa avalia os indicadores de desempenho após o período da seca e as ações adotadas para sanar o impacto gerado nos empreendimentos devido à falta de chuvas.

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