Protestos: O PT não aprendeu a lição das urnas

estrada

A esquerda sofreu uma das maiores derrotas de todos os tempos nas eleições deste ano. O mapa eleitoral das cidades brasileiras, outrora equilibrado entre vermelho e azul, simplesmente perdeu quase que completamente a tonalidade rubra.

Então, presume-se, fizeram uma autocrítica? Claro que não. Seguem insistindo nos métodos mais desastrosos.

Em abril deste ano, quando fizeram os primeiros atos terroristas travestidos de manifestações democráticas, avisamos sobre o fato de que o povo não gosta disso. Ao contrário, o brasileiro – por óbvio – REPUDIA essas coisas.

Queimar pneu, travar via pública, entre demais atitudes do mais puro terrorismo, são atos que só atraem a mais profunda antipatia popular – até mesmo porque o povo trabalhador, em sua maioria, é ele próprio prejudicado de forma direta.

Mas a esquerda insiste.

E a imprensa, em vez de noticiar o terrorismo pelo nome, ou pelo menos explicar a vinculação partidária da coisa, simplesmente trata como algo espontâneo, democrático, normal. Essa também não aprendeu nada.

O Implicante

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