Paróquia de Santana distribuiu programação da peregrinação da imagem da padroeira

padre-edson A paróquia de Sant’Ana já distribuiu a programação da peregrinação da imagem da padroeira de Caicó, na zona rural, que acontecerá de 18 de abril a 18 de julho. Padre Edson Dantas (na foto) é que coordena a Festa de Santana que este ano será realizada de 23 de julho a 2 de agosto.

02/05 – Brisas do Oriente – Tarcísio e Gildete

16/05 – Chácara Netuno – Eduardo Catarina e Gorete Silva

23/05 – Rancho Alto da Colina – Ronaldo Carneiro

30/05 – Sítio Caiçara – Miriam Cunha

06/06 – Sítio Riacho do Meio – Saraiva e Neuza Mariz

13/06 – Sítio Cavalcante – Bosco Vale e Maria Augusta

20/06 – Sítio Rio dos Ventos – Tarcísio e Rejane

27/06 – Sítio Batentes – José Gregório e Didi

03/07 – Sobrado do Padre Guerra – Céu Tocha e Gilda

04/07 – Sítio Geração Porfírio – Avanilda e Jocemário

11/07 – Chácara Adjuto Dias – Álvaro Dias

18/07 – Sítio Umari – Vicente Baé e Jacinta

3 respostas

  1. A igreja católica tem que se decidir. Ou atrai seus fieis pela fé ou pelo profano.

    Os eventos promovidos por Ela são em sua maioria acompanhados de festas profanas, movidas pelo consumo de bebidas alcoolicas. Basta observar os realizados pelas capelas. Pra tudo hoje se faz uma tal de feirinha, onde se vê de tudo.

    Dentro de igreja, se prega a paz, harmonia e fé, mas basta terminar a missa, e começa a farra.

    OBS: Sou de uma família católica e não sou evangélico.

  2. Judas, não esqueça que o primeiro milagre de Jesus foi nas Bodas de Caná da Galiléia, transformando água em vinho.
    Logo, acho que tomar uns drinques não é profano. O problema é o excesso. E aí depende de cada um e independe do local.
    Se o sujeito quer beber, vai encher a cara em qualquer bar.

  3. Companheiro Maniçoba, antes de tudo agradeço por pelo comentário, pois é importante que o assunto seja discutido. Tenho a dizer o seguinte.

    O que ocorre é uma promoção de festas de cunho não religioso motivadas justamente pela existência do evento católico. Como você afirmou, o problema são os excessos de alguns, mas o cerne da questão é justamente a incentivo que a Igreja esta dando para a ocorrências destas manifestações. Faço as seguintes indagações:

    Porque se permite a venda de bebidas alcoólicas, em pleno evento religioso? As pessoas que estão ali deveriam estar em busca de um auxilio religioso ou o quê?

    Porque se permite que o repertório das bandas que se apresentam após as novenas, muitas vezes na frente da igreja, sejam tão inadequados para a ocasião, onde falam sobre traição, prostituição, alcoolismo, etc? Ou será que o que vale é dentro da igreja, lá fora pode tudo. Ou esses shows estão direcionados para outro público?

    Porque quando se tem apresentações de artistas do gênero gospel, estes são colocados quase sempre nos primeiros dias da festa, quando o fluxo de pessoas é pequeno?

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