
Segundo Sampaio, Palocci chegou a ser sondado em eleições anteriores, mas recusou o convite com a justificativa de que, por ter alcançado o cenário nacional, o “interesse do todo” pesava mais do que a necessidade do diretório local. “Palocci dizia que, apesar de gostar muito de Ribeirão, tinha obrigações com o partido como um todo, em esfera nacional, e também com o país”, contou Sampaio. “Agora, com ele [Palocci] fora do governo e sem ocupar nenhum cargo público, vamos retomar essa discussão.” Segundo Sampaio, se Palocci aceitar concorrer, a aprovação no partido será unânime.



