
Segundo Jane, o esquema teria fraudado contratos do Samu Metropolitano e da Farmácia Popular. Para garantir o pagamento de propina, as empresas usavam funcionários fantasmas.
Anteriormente, as investigações apontaram que Lauro Maia recebia R$ 75 mil, por mês, para trabalhar como catalisador dos contratos celebrados entre o governo e as empresas investigadas.


