13/maio/2017

Mônica põe Dilma no olho do furacão


Por Robson Pires, em

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Há exato um ano, o Senado abriu o processo de impeachment e afastou Dilma Rousseff do poder. Afora previsíveis esperneios, apesar de toda carga histórica, foi uma queda praticamente sem drama. Ela já não conseguia governar e havia perdido toda e qualquer relevância política.

De lá para cá, Dilma segue se apresentando como vítima de um golpe parlamentar, perpetrado por forças sinistras. Por essa narrativa, ela teria pago o preço por não se coadunar com retrocessos em conquistas sociais e não aceitar malfeitos éticos.

A exemplo de Lula, Dilma continua batendo na tecla de que nada sabia de corrupção em seu governo e de dinheiro sujo financiando suas campanhas eleitorais.

Nem confissões como as da Odebrecht, que a deixaram mal na fita, afetaram seu discurso. Não sabia e não foi conveniente com nada errado. Quem disser o contrário está mentindo.

Tem sido mais inflexível que Lula. Quando corre o risco de aparecer alguma evidência, Lula admite encontros relatados por seus amigos empreiteiros e por Renato Duque, mas dá versões diferentes, menos comprometedoras.


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