
Entre as explanações, Tati Andrade, do Unicef, apresentou uma proposta da rede de atenção ao dependente químico. Durante a discussão, o Procurador-Geral de Justiça, Manoel Onofre de Souza Neto buscou lembrar a preocupação com campanhas e mais campanhas que são sugeridas e nem sempre trazem resultados. “É importante ter foco e ações direcionadas para tornar nossa discussão mais efetiva. Vamos qualificar uma discussão e encaminhar a temática da melhor maneira possível, equacionando ações e tornado-as consequentes”.
O Promotor de Justiça Leonardo Dantas Nagashima, coordenador do CAOP da Infância e Juventude, falou em nome do Ministério Público sobre o alinhamento estratégico discutido internamente na semana anterior. “Precisamos passar a pensar no que podemos fazer de diferente. Temos que saber como atuar e como fazer a diferença. Nós temos que pautar ações daqui pra frente e não sermos pautados por elas”. Ele acrescentou que é preciso reflexões técnicas sobre esses dados.

