
A primeira é uma defesa que será encaminhada à Comissão de Ética Pública da Presidência da República. O colegiado pediu, na quarta à noite, a exoneração de Lupi. A segunda será a carta de demissão.
De acordo com o Correio Braziliense, pessoas próximas ao ministro confirmaram que a resistência dele chegou ao fim. Mas a presidente Dilma Rousseff, que viajou para a Venezuela, ainda poderá mantê-lo se insistir na estratégia de promover a mudança no Ministério do Trabalho no âmbito de uma ampla reforma ministerial, marcada para janeiro. Nesse caso, ampliaria ainda mais o desgaste público do aliado.



Demorou demais…