
Depois disso, só grandes empresários, governantes, intelectuais. Nada daquele Lula suarento enroscado com os pobres. Lula está novamente na Europa, para onde foi de jatinho executivo. Hoje discutiu pobreza com o historiador Eric Hobsbawm, amanhã vai dar palestra sobre o assunto para os executivos da Telefônica e depois vai almoçar com Zapatero, primeiro-ministro da Espanha. Quem gosta de pobre é intelectual, já dizia Joãozinho Trinta. O Lula agora é doutor, igualzinho ao Fernando Henrique Cardoso.




GOLPE NOVO NO NINHO PTRALHA…
Que Santana me perdoe, mas eu penso que esse alarmante e repentino excesso de palestras contratadas no exterior ao preço de R$ 200 mil cada e, o pior, proferidas pelo pinguço 51 que só fala muito mal o nosso português, só tem uma explicação: Pagamento planejado de propina!
Justifico a minha premonição por ter observado que essas analfabetas palestras só estão sendo contratadas e pagas por empresas que se deram muito bem no Brasil durante o seu governo de dois mandatos!!!
Dentre outras empresas cito a multinacional coreana “LG”, que vendeu horrores de seus produtos ao próprio governo Lula; Nos Estados Unidos a contratante foi a “Microsoft”, essa dispensa citar as milionárias compras para o seu governo; A rede de TV do Catar Al-Jazira, amicíssima do PT terrorista lá e cá; Finalmente mais uma palestra que será paga ao preço de R$ 200 mil por uma empresa que foi totalmente beneficiada por LULA no Brasil, a “Telefônica”, empresa onde o filho do pinguço 51 tornou-se sócio. Que vocês acham dessas coincidências??? É PAGAMENTO PLANEJADO DE PROPINA! GOLPE NOVO NA PRAÇA! E os otários dos seus eleitores se orgulhando dele pensando que, realmente, esse gatuno é o cara…
-Meu ” Xerife do Seridó Potiguar”,Por Favor,Publique neste seu Blog Porreta:
– Para o Comentarista:-AUXILIAR DO XERIFE
– E Você , Seu Medíocre, Pé Raspado e Simples Assalariado e Intrometido nas Elites, está Morrendo de Inveja do nosso Ex-Presidente da República Federativa do Brasil – MD. Luiz Inácio Lula da Silva.
– Prepare-se para Você Morrer de um Infarto Fulminante, pois em 2014, o Lulinha será Eleito pela Tereira Vez e, no dia 01 de Janeiro de 2015, ele Nos Comandará na qualidade de Presidente da República do Brasil,por 05 Anos, conforme a futura Reforma Política, que dará Direito a 05 anos, sem a Reeleição.
– Tchawww.
excelente.
IDIOTA E FELIZ POR VONTADE PRÓPRIA…
É inacreditável como o idiotismo e a falta de conhecimentos provocados pelo analfabetismo em muitos desses dependentes do Cartão Bolsa Família grudam no caráter de uma pessoa e não quer mais sair!
Por mais que se instrua o animal! Imaginem se esse alguém, por demais idiota e feliz, ainda não fosse “dos Santos”? Temos que respeitar e aceitar o convívio com esse tipo de anormal dos santos…
Parece-me ficou claro que a verdade dói até mesmo em que é “dos santos”…
Com certeza o “dos Santos”é do PT e faz parte da cúpula que insiste em dizer que está tudo bem e que o Sr. Lula Pinguço da Silva é também “um Santo”! O governo Lula foi um engodo, uma grande mentira travestida de populismo que a história, somente a história, tratará de expor!
DEMOCRACIA; GOVERNO DO POVO, PARA O POVO E PELO POVO.
NO BRASIL: GOVERNO DAS ELITES, PARA AS ELITES E PELAS ELITES.
Ou seja, no Brasil o governo tem que governar para quem sempre mandou, desde os tempos das capitanias herediatárias.
Lula ensaiou uma pequena distribuição de renda, aí gritaria é geral.
RETRATO FALADO
FHC SEM RETOQUES
Enviado em 14/04/11 às 12h16min por Ailton Medeiros
Gay Talese é um dos mais brilhantes jornalistas de sua geração. Autor de vários livros (o mais recente, “Honra teu pai”, acabei de ler), Talese é considerado um dos fundadores do jornalismo literário.
Seu texto mais famoso é o perfil de Frank Sinatra, publicado em 1966 na revista “Esquire”. Talese, acreditem, escreveu o artigo sem trocar uma palavrinha com “A Voz”.
A menção a Talese é para homenagear o jornalista Mauro Santayana. Seu texto sobre Fernando Henrique Cardoso é impagável.
Nunca antes na história alguém descreveu tão bem o ego de FHC… Segue na íntegra o artigo “O Desprezo pelo pobre”, publicado no “Jornal do Brasil” desta quinta-feira:
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é um dos brasileiros mais bem sucedidos de sua geração. A natureza e o lar concederam-lhe inteligência que boas escolas e um grande mestre da sociologia, Florestan Fernandes, aprimoraram. Filho de honrado chefe militar, que a memória nacional respeita, Fernando viveu uma juventude favorecida. Mas parece não ter aprendido muito com o pai que, tendo acompanhado de perto a ascensão do nazismo, optara pelo lado esquerdo da estrada. Muito cedo, a sua elegância verbal conquistava os interlocutores. Jânio Quadros de tal maneira ficou fascinado pelo jovem sociólogo que incumbiu José Aparecido de convida-lo para o Conselho Nacional de Economia, então o mais importante órgão consultivo do governo. Anos depois, com sua língua afiada, Aparecido explicava por que Fernando Henrique declinara do convite: “era muito pouco para ele”.
É provável que, com sua astúcia, tenha pressentido a brevidade do histriônico arrivista, e, precavido, preservado o futuro. Em uma coisa, todos os que convivem mais de perto com o ex-presidente, concordam: sua postura, onde quer que esteja, é a de um chefe. Ele não conversa: expõe; não pergunta: adianta sua posição sobre o tema em pauta. É, sempre, o professor e o líder. É difícil imagina-lo apenas aluno. Não nasceu para aprender, mas, sim, para ensinar.
Lembro-me da confidência que me fez, certa vez, o grande Josafá Marinho: Fernando só aparecia no plenário do Senado por alguns minutos, para justificar a presença. Não tinha paciência para ouvir seus pares. Na realidade só ouvia um único orador, com atenção: ele mesmo. Não obstante, quando estava inscrito, mandava avisar a todos os senadores, para que o fossem ouvir.
A sorte o levara ao Senado, como suplente de Franco Montoro – que, ao eleger-se governador, deixou vaga a cadeira. A mesma sorte o ungiu, quando o presidente Itamar Franco, ao descuidar-se da velha cautela montanhesa, escolheu-o como sucessor. Na presidência, confirmou a sua personalidade. Várias vezes demonstrou desapego ao povo brasileiro. Transferiu para as massas o próprio sentimento, ao qualificar o brasileiro comum como fascinado pelo estrangeiro e, surpreendeu a intelligentsia nacional, ao citar Weber e estabelecer uma ética particular para os governantes. Fomos, para ele, um povo de capiaus, o que levou Jô Soares a apresentar-se em seu talk-show, no dia seguinte, de chapéu de palha. Mesmo aposentado compulsoriamente antes dos 40, classificou como vagabundos os aposentados por tempo de serviço.
Suas atividades não são as de um ex-presidente. Ele quer liderar a oposição. É assim que já emitiu várias encíclicas, como a última, em que aconselha a esquecer o povão e investir na classe média. Como se os setores conscientes da classe média, que influem, pudessem se esquecer do desemprego, das privatizações, e da humilhação diante do FMI. Os pobres, ele pontifica, já foram “comprados” pela política assistencialista do governo, e serão fiéis à sucessora de Lula, por isso não merecem atenção, nem cuidados.
Falta-lhe a capacidade de ver o Brasil como um todo, o que é comum a muitos políticos de São Paulo. O Brasil que eles conhecem não vai além da periferia da grande cidade, que, a contragosto, visitam em vésperas eleitorais.
Ninguém deve estranhar a posição do ex-presidente. Ele mantém a sua coerência. A oposição, de resto moderada, que fez ao regime militar, era a de um homem cheio de talentos, que o golpe enviara para o exílio. Para ele, as circunstâncias especiais que o conduziram à Chefia do Estado eram naturais: naquele momento, e em seu próprio juízo, Itamar não poderia encontrar outro. Ele era o príncipe. Não devia ao mineiro a indicação. Devia-a ao seu auto-avaliado saber, que ele quer usar hoje para, sem mandato, liderar a oposição. Resta saber se se curvarão diante de sua grandeza
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