Notas

Juiz Henrique Baltazar dos Santos vai deixar Caicó. Boa sorte, amigo!

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henrique-juiz-custom.JPGTive a honra de almoçar hoje, mais uma vez, com o meu amigo e Juiz de Caicó, Henrique Baltazar Villar dos Santos.

Estudamos juntos no Colégio Diocesano Seridoense (CDS). Boa figura humana. Como Juiz é dispensável os elogios a sua atuação. Sério e competente. Como foi com os estudos desde os tempos de adolescente nos bancos do velho CDS.

Que eu saiba, nunca favoreceu ninguém, por amizade ou por circunstância qualquer, que não seja dentro da lei. Que não seja pelo senso de justiça.

Lembro-me das brigas que peguei com Henrique (permita-me a intimidade senhor Juiz) por causa das “colas

4 comentários em "Juiz Henrique Baltazar dos Santos vai deixar Caicó. Boa sorte, amigo!"

    Geraldo de Caicó (site)
    01/08/2007 às 20:33

    Henrique tudo bem, agora Baltazar quase niguém sabe a origem dele ter esse nome. Certa vez fui dá uma explicação porque ele se chamava Baltazar, ele nem se quer ouviu o que eu disse! Pois é, Bilinha e a mãe dele, ambas viajaram ao Canindé de Pe. Cicero quando solteiras. Na Igreja de Canindé, a mãe dele achou muito simpático um frade que celebrava a missa naquele instante, e disse a Bilinha que no dia que se casasse, o primeiro filho teria o nome do dito e simpático frei Baltazar. Daí o felizardo Henrique Baltazar.

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    Juju das correntes
    01/08/2007 às 22:32

    Caro Xerife Robson. Rapaz, não precisava você, que é um cara ponderado, vangloriar-se nessa declaração chula de que tirava cabaços depois de saía das festas no Kabana Clube, nos anos 70. Isso é muito feio! Desculpe a minha crítica, mas este assunto é para se comentar, se muito, numa roda de íntimos no boteco de Ferreirinha, por exemplo. Não digo isto por mágoa de você ter papado alguma irmã minha, porque isto não aconteceu, mas é a falta de respeito com alguma gata que o elegeu para ser o primeiro, e agora, mesmo sem dar nome aos bois, ou melhor às vacas, não fica bem. Valeu, amigo?

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    Rangel
    01/08/2007 às 22:38

    Meu caro Geraldo, esse blog é tão bom que serve até para rememorarmos histórias há muito passadas. Em 1971 e 1972 tive o prazer de compartilhar o balcão da livraria de Basto Viola, lado a lado com BILINHA. Ela, sempre alegre e prestativa, na sua incansável luta para manter tudo limpo e arrumado, ainda encontrava tempo para, nos dias de minhas ressacas, oferecer-me, a todo instante, um copo de água gelada. Fui seu confidente e testemunha do seu medo de que os militares pudessem descobrir as conversas sobre política, sempre às escondidas, no fundo da livraria, entre seu Basto, Padre Tércio e outros assíduos frequentadores. Nesse tempo a inocência, a igenuidade e a falta de conhecimentos não permitiam que eu alcançasse o teor daquelas CONFABULAÇÕES.

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    Agnóstico
    02/08/2007 às 23:32

    Me responda uma pergunta xerife, tinha algum curral perto do kabana clube? se tinha, tá explicado seu comentário em relação aos “cabaços”!!

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