Juiz de Caicó comenta episódio da Ilha no Blog do Xerife

henrique-juiz.jpgHenrique Baltazar | [email protected] | esmarndoserido.blogspot.com | IP: 200.217.214.66

Caro Robson,
Perfeito o comentário de Francisco Brito. Nada tenho a acrescentar, pois analisou muito bem a situação.
Infelizmente a maioria dos outros comentários (quase todos, incluindo os blogueiros, os enviados para os blogs e os “das esquinas

5 respostas

  1. Mas excelência, seja sincero: Se fosse alguém de uma família tradicional de Caicó, o senhor ainda acha que mesmo assim a ilha seria liberada? UMA PITOMBA! Se fosse um filho de alguém enfluente, jamais a ilha teria sido liberada, e isso não é politicagem, é simplesmente: A VERDADE!

  2. Concordo c o Juiz qnd diz q em Caicó é costume as testemunhas sumirem ou esquecerem do q viram. Principalmente se há alguém interessado q isso aconteça. Sabemos q em Caicó, me perdoe o Juiz, o q fala mais alto é o dinheiro. E é justamente por isso q as testemunhas somem. Umas por q recebem uma ajuda “extra” e outras pq têm medo.
    Fico triste qnd vejo q as pessoas da minha terra são tão facilmente corrompidas.
    Será q elas não pensam que um dia podem vir a precisar de testemunhas tb???

  3. Que Dr. Henrique esteja com a razão… mas fica claro nos comentários o que acontece no mundo real, a população faz a leitura correta… é muito bonito o mundo dos livros e o tecnicismo que não tem servido aos anseios da maioria. Acho que a leitura do que acontece na vida como ela é está perfeita. Lembrei: mas no caso referido não estaríamos mas a depender das provas técnicas?

  4. Se fosse o filho de alguém influente em Caicó, a banda teria até parado de tocar naquela noite. O importante é que a família receba pelo menos o que é de direito. De quem é a culpa? Claro que é de quem aprovou o projeto (Promotoria Pública; Engenheiro especializado e Bombeiros). E o culpado geral? Claro que é a Prefeitura, já que o Carnaval é de responsabilidade dela. Ela deverá levar a culpa e depois sair procurando mais cabeças para pagarem o parto.
    O acidente só aconteceu porque houve Imperícia(incompetência) de quem fez o serviço e Negligência(desleixo) por parte de quem fez a vistoria.
    As vistorias são feitas apenas no olhômetro, e se têm laudos técnicos que aprovem a segurança, estes são feitos sem estudos. Tomem como base o CREA: A gente paga pela vistoria da obra, mas sabem como é feita essa vistoria? Com apenas um papel pregado na parede e nada mais!!!

  5. Ainda bem que a imprensa se encarregou de divulgar esse caso! A Ilha de Santana, apesar de ser uma magnânima obra, não tem estrutura alguma para eventos do porte do carnaval, conforme vimos comprovado pela fatalidade ocorrida com a jovem(que por acaso é da minha família). Sabemos que a polícia fará o trabalho de investigação dela e, como o Dr. Henrique bem lembrou, as testemunhas “somem” ou “esquecem” o que aconteceu. A investigação depende, além das provas técnicas que serão produzidas pelo órgão responsável(ITEP), da descrição da situação que fora visualizada pelos que estavam presentes no momento do fato. Infelizmente, não só aqui como em todo o nosso país, essa questão financeira pode influir sim, pois em se tratando de investigações sobre obras e eventos públicos sempre haverá o medo da população sobre possíveis retaliações. Pode até parecer absurdo, mas os fantasmas do poder opressor ainda pairam na mente das pessoas que não conseguem ter acesso a meios mais concretos de proteção de sua vida e integridade.

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