Jornalistas protestam contra assédio e machismo no esporte

Um grupo de jornalistas esportivas de várias partes do Brasil se uniram e deram início a uma campanha contra o machismo. O projeto, batizado de “#DeixaElaTrabalhar”, ganhou repercussão nas redes sociais e chamou atenção inclusive de clubes, que divulgaram o vídeo feito pelas profissionais em suas redes sociais, como Flamengo, São Paulo, Botafogo, Atlético Mineiro, entre outros. O perfil oficial da Confederação Brasileira de Judô também se manifestou a favor da causa.

O movimento surgiu após o recente caso de assédio sofrido pela jornalista Bruna Dealtry, do Esporte Interativo, que foi beijada por um torcedor ao vivo, sem o seu consentimento. Cansadas dos constantes casos de assédio, agressões e desrespeito, cerca de 50 mulheres que trabalham na área decidiram engajar a campanha, que tem como objetivo conscientizar e evitar que novos episódios de machismo se repitam.

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Uma resposta

  1. Interessante. A torcedora pode beijar O repórter mas, o torcedor não pode beijar A repórter. Nunca ouvi falar que um repórter (homem) tenha denunciado ou ficado ofendido pelo fato de ter sido beijado por uma garota; nunca ouvi falar que um repórter beijado tenha acusado a moça que o beijou de haver praticado assédio ou feminismo. Então porque o contrário é considerado assédio e machismo?

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