
Entidades religiosas e contra o aborto questionam trecho da norma, aprovada no Senado em 4 de julho, que obriga o SUS a fazer a prevenção da gravidez nas mulheres que tiveram qualquer forma de atividade sexual não consentida. No Congresso, coloca os presidentes das comissões de Direitos Humanos em lados opostos.



