
“Vou agora ser guia turístico”, se autodenominou a governadora, para quem os universitários devem trabalhar para melhorar a vida dos potiguares, mas também precisam aproveitar as belezas naturais. E entre esses atrativos, citou os castelos Engady (Caicó) e Bivar (Carnaúba dos Dantas), o açude Itans (Caicó), mina Brejuí (Currais Novos), sítios arqueológicos e outras potencialidades como o bordado do Seridó e a gastronomia que tem como forte o queijo e a carne de sol.
Para vender institucionalmente o Rio Grande do Norte, a governadora não se limitou ao Seridó. Lembrou das praias de Natal e Costa Branca e que o Estado é responsável por 96% do sal consumido no Brasil; produz camarão, fruticultura irrigada, minérios como ferro e a chelita, energia eólica, petróleo e gás natural.
Potencialidades que, na opinião da governadora, perderam mercado por falta de incentivo do governo do Estado. “Infelizmente nos últimos oito anos, perdemos para o Ceará”, declarou, se referindo à produção de camarão e fruticultura, atividades que tiveram muitas empresas se transferindo para o vizinho Estado pelos incentivos fiscais ofertados. “Mas, esse quadro vai mudar”, assegurou.

O tom de descontração usado pela governadora causou boa impressão aos visitantes. Os rondonistas aplaudiram Rosalba de pé. A informalidade estimulou muitos deles a fazerem perguntas à governadora sobre o que encontrarão nos municípios onde permanecerão nos próximos quinze dias com ações de saúde, educação e muitas outras de cidadania.



BONS TEMPOS…
É cachaça no cabaço que dá no meio da canela! O meu Rondon foi em Santa Cruz…