Fábio Faria comemora liberação de recursos para transposição do Rio São Francisco

fábio nova de stellaO Ministério da Integração Nacional assinou três novas ordens de serviço para o Projeto de Integração do Rio São Francisco este mês, autorizando a aplicação de mais de R$ 790 milhões no empreendimento. Do total, R$ 347,9 milhões serão destinados à construção de canais, estações de bombeamento, reservatórios e pontes no Eixo Leste. Os R$ 442,7 milhões restantes serão investidos nas construções de novos reservatórios no Eixo Norte.

“Essa importante obra vai garantir o abastecimento de mananciais dos estados mais atingidos pela seca. Só no Rio Grande do Norte a transposição vai levar água, continuamente, a 95 municípios ao estabilizar o volume das barragens de Santa Cruz e Armando Ribeiro Gonçalves e ao tornar os rios Apodi e Piranha-Açu perenes”, lembra o segundo vice-presidente da Câmara dos Deputados, Fábio Faria. Em discurso recente na tribuna da Casa, o deputado afirmou: “Isso é sinônimo de libertação para o povo que vive a mercê das condições do tempo ou de ajuda do governo. Eles vão poder se planejar, investir e prosperar”.

Segundo o governo, a aplicação dos recursos vai possibilitar a criação de mais de mil postos de trabalhos nesta fase. O projeto tem atualmente mais de 6 mil empregados. Desde o início do ano, foram emitidas dez ordens de serviços para o projeto. Dos 16 lotes de obras que compõem a construção do empreendimento, dois já estão concluídos: o Canal de Aproximação dos eixos Norte e Leste. Outros 12 ainda estão em andamento e os lotes 6 e 7 serão retomados com a conclusão do processo licitatório da Meta 3N, que já está em curso.

O projeto faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e tem conclusão prevista para 2015. O objetivo do empreendimento é garantir o fornecimento e abastecimento de água a mais de 390 municípios, localizados nos estados de Pernambuco, do Ceará, da Paraíba e do Rio Grande do Norte.

Uma resposta

  1. A ideia de transposição das águas existe desde o tempo de Dom Pedro II, já sendo vista, por alguns intelectuais de então, como a única solução para a seca do Nordeste. Naquela época, não foi iniciado o projeto por falta de recursos da engenharia.

    Ao longo do século XX, a transposição do São Francisco continuou a ser vista como uma solução para o aumentar as disponibilidades em água no Nordeste Setentrional. A discussão foi retomada em 1943 pelo Presidente Getúlio Vargas. isso é uma politicagem

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