Fábio Faria chama Rafael Motta de hipócrita depois dele participar do Carnatal e nem usar máscara

Rafael Motta sem másca

O Ministro das Comunicações, Fábio Faria, chamou de hipócrita a atitude do deputado federal Rafael Motta (PSB), após ele aparecer curtindo o bloco Vumbora, no Carnatal 2021, que aconteceu desde a última quinta-feira (9.12) até este domingo (12.12).

Na sua página no Instagram (@fabiofariarn), nesta segunda-feira (13.12), Fábio Faia mostra um vídeo do deputado Rafael Motta, ao lado de amigos, sem máscara e aglomerado em meio a centenas de foliões, se divertindo com as músicas do cantor baiano Bel Marques, que puxava o bloco do Vumbora no Carnatal.

Ainda no seu Instagram, o ministro das Comunicações afirmou o seguinte: “hipócrita – aquele que demonstra uma coisa, quando sente ou pensa outra, que dissimula sua verdadeira personalidade e afeta, quase sempre por motivos interesseiros ou por medo de assumir sua verdadeira natureza, qualidades ou sentimentos que não possui; fingido, falso, simulado”.

O fato surgiu porque em uma postagem de 19 de junho deste ano, Rafael Motta publicou no seu twitter (@RafaelMottaRN) o seguinte: “Nega-se a ciência. Nega-se o uso da máscara. Nega-se o distanciamento. Nega-se a prudência de receitar apenas o que tem eficácia. Nega-se a oferta de vacinas. Nega-se a dor. Nega-se o sofrer. Mas não há como negar um número: 500 mil mortos (à época e hoje já são mais de 600 mil). Vidas negadas pela ausência de sins”.

E ao ver Rafael curtindo o Carnatal, Fábio Faria o criticou como hipócrita, pelo falo do deputado, entre outras cosias, criticar quem nega a ciência e o uso de máscaras e no Carnatal, aparecer, justamente, sem máscara.

Neste mesmo dia 19 de junho, o ministro das Comunicações comentou outra postagem de Rafael Motta, que falou sobre o custo humano da irresponsabilidade. No comentário, Fábio Faria disse o seguinte: “Em breve vocês verão políticos, artistas e jornalistas “lamentando” o número de 500 mil mortos. Nunca os verão comemorar os 86 milhões de doses aplicadas ou os 18 milhões de curados, porque o tom é sempre o do “quanto pior, melhor”. Infelizmente, eles torcem pelo vírus”.

Túlio Lemos

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