
A decisão veio atender um pedido feito pelo PSOL por meio de ofício protocolado na manhã de hoje.
Marco Maia afirmou que ainda é comum que parlamentares ‘conversem’ sobre as emendas a fim de evitarem que um município possua um maior número de emendas do que outro. “Não há crime nisso. É comum acontecer. Há situações em que o prefeito vem aqui depois das eleições e pede a todos os deputados que destinem emendas ao município ou alguma organização não governamental e, mesmo não tendo voto naquele local, destina-se a emenda”, disse.
Apesar da denúncia, o presidente da Câmara negou a existência de um esquema de compra e venda de emendas. ‘Não há um esquema de compra e venda de emendas aqui na Câmara, o que há é uma denúncia localizada de um parlamentar da Bahia com mais outros dois deputados, que precisamos investigar para saber se isso de fato aconteceu”, acrescentou.



