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Caicó: uma eleição onde os líderes podem virar expectadores

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Ninguém em sã consciência enfrentaria um rio caudaloso. E mudar o seu rumo? Provavelmente não. Pensando nisso, a vinda do casal governamental, Rosalba Ciarlini e Carlos Augusto, a Caicó no sábado, 26, deixa uma reflexão. De um lado, a governadora dizia “o bom é somar, jamais dividir” sobre a aliança entre DEM, PR e PMDB. Do outro, seu esposo já tratava Roberto Germano de “prefeito”.

Os irmãos Vivaldo e Bibi Costa (na foto) acompanharam todos os eventos da agenda de Rosalba no Seridó, mas sempre deixando uma dúvida: há quem insista que a única maneira de uni-los seria a candidatura do sobrinho Hugo Marinho a prefeito de Caicó. Para tanto, Bibi tentaria trazer para essa aliança a sua base de sustentação no PSB, enquanto Vivaldo mantém a expectativa de unir em torno desse projeto seus correligionários do DEM.

Detalhe: essa articulação tem que passar pela presidente estadual do PSB, ex-governadora Wilma de Faria, e o presidente do DEM, senador Agripino Maia. Mas eles provavelmente não aceitariam.

Do lado peemedebista, o ex-deputado estadual Álvaro Dias chegou a sugerir o nome de Noel Torres para vice de Roberto Germano, o que está descartado se considerarmos as palavras do deputado federal Henrique Alves a decisão desse vice nas mãos do PR do deputado federal João Maia.

1 comentário em "Caicó: uma eleição onde os líderes podem virar expectadores"

    Dionísio Carneiro de O.Neto
    28/05/2012 às 21:01

    Se a articulação passa pela ex-governadora e presidente do PSB, Vilma de Faria, nada melhor do que lançar a chapa Hugo Marinho (prefeito) e Leleu Fontes (vice), hoje o grande nome do PSB Caicoense, formando o que chamaríamos de: chapa da “Juventude e Experiência”.

    201903

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