Cachoeira queria heliporto em parceria com Marconi

No momento em que o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), aparece como o principal alvo do relatório do deputado Odair Cunha (PT-MG) na CPI e contesta as acusações, novas denúncias surgem da sua relação com o bicheiro Carlinhos Cachoeira.

De acordo com áudios e documentos obtidos pelo Congresso em Foco, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e dois empresários do ramo farmacêutico planejavam fazer uma parceria público-privada (PPP) com o governo de Goiás para administrar um heliporto por 30 anos numa área pública ao lado do estádio Serra Dourada, em Goiânia. Segundo o dono do laboratório Teuto, Walterci de Melo, o governador Marconi Perillo deu aval à negociação e ainda lhe indicou um local para a construção do empreendimento destinado a pousos e decolagens de helicópteros. Nos grampos telefônicos do inquérito da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, Cachoeira confirma o aval do governador.

Durante a negociação, eles revelam a previsão de uma reunião em Paris entre Marconi e o outro parceiro na empreitada, o dono do laboratório Neoquímica, Marcelo Limírio Gonçalves.

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